Ganhadora da promoção Amanhecer!
A promoção Amanhecer foi um sucesso. Recebemos várias histórias criativas e bem escritas. Escolhemos o vencedor baseado na continuidade, no desenvolvimento dos personagens e aquele que continha o melhor desfecho.
A grande vencedora, que receberá em sua casa uma camisa oficial Amanhecer, tatuagens oficiais, adesivos oficias da Paris Filmes e marcador de livro, é a Suelen Dias da Cruz.
Mas, como recebmos muitos emails e realmente apreciamos o desempenho de todos com suas histórias, resolvemos premiar também todos os que participaram. Vocês ganharam adesivos oficiais e tatuagens. Nossa produção entrará em contato com todos vcs!
Obrigado mais uma vez aos participantes. E não esqueçam de participar das outras promoções do site!
Quem quiser ler a continuação da saga Crepúsculo, escrita pela Suelen, clique em “Continue lendo”.
Neblina (por Suelen Dias da Cruz Vianna)
Ficamos até o amanhecer entre as minhas memórias – minha maior prova de amor – e os beijos desconcentrantes de Edward. Quando nossa pequena Nessie acordou fomos até a casa de Carlisle como fazíamos todas as manhas. Assim os dias se passaram até o dia em que nos mudamos pra que eu, Edward e nossos “irmãos” pudéssemos cursar a Universidade de Darthmouth. Depois de 2 anos, Rosalie e Emmett se casaram novamente e Nessie ficou linda de dama-de-honra. Pude ver que Edward não exagerava quando contava as histórias dos dois morando sozinhos. Quando completou um mês que eles não apareciam nem na casa dos Cullens nem na faculdade, Esme teve que interferir na “lua-de-mel” dos pombinhos pra que ela enfim acabasse.
Todo dia eu ligava para Charlie. Ele agora passava mais tempo em La Push do que em Forks. A presença de Sue Clearwater fazia muito bem pra ele e eu até acredito que ele esteja apaixonando-se por ela. Essa idéia me deixa muito feliz, afinal, ele não tinha namorado ninguém desde que Renee tinha fugido comigo. Ele também passava boa parte do tempo com Billy. Para Charlie era fácil conversar sobre o sentimento de saudades da filha e da neta com ele, já que Jacob tinha viajado conosco.
Os anos se passaram e Nessie conseguia ficar cada vez mais bonita, embora isso parecesse impossível. Jake estava sempre com ela. Ele era seu melhor amigo, sua companhia, seu professor, seu tudo. Aos sete anos, como Nahuel já havia premeditado, ela alcançou sua maturidade e eu e Edward podíamos ver que a forma como ela e Jake se relacionavam ia mudando aos poucos.
De tempos em tempos nós nos mudávamos para que ninguém percebesse que não envelhecíamos. Suíça, Finlândia, Dinamarca e Noruega nos abrigaram por algum tempo. Mas foi durante umas férias no sul do Brasil que tivemos uma noticia surpreendente: os Volturi tinham ido atrás de Vladimir e Stefan assim que a batalha na Clareira – para definir o futuro de Reneesme – terminou. E depois caçaram cada uma das nossas testemunhas, sempre usando artifícios inventícios que não tinham sido pensados no dia. As únicas famílias que ainda restavam era a nossa e o clã Denali. Sabíamos que não era coincidência.
Alice ainda não conseguia ver nada a respeito disso e podíamos saber que a decisão de quando eles viriam ainda não tinha sido tomada. Tudo se repetia. Todo meu medo. Saber que o fim estava próximo, que de nada adiantou Alice ter achado Nahuel para provar que Reneesme não era a única, que nada adiantou mostrarmos a diferença de Jacob pros Filhos-da-Lua.
Tentamos nos concentrar em não precipitar as coisas. Não teria motivos que eles pudessem nos sentenciar à morte e nem ao clã Denali. Talvez por isso eles ainda não tenham vindo, eles ainda estão procurando a melhor forma de nos julgar. Foi então que Carlisle e Tanya tomaram a decisão: nós iríamos vê-los. Iríamos perguntar sobre o que aconteceu com os outros e saber se ainda nos restava alguma chance.
Tivemos uma semana para nos prepararmos para ir a Volterra. Nesse tempo vários nômades, pequenas famílias e casais entraram em contato para nos contar o que havia acontecido com nossas testemunhas do caso Reneesme. Todos ficaram sabendo da mesma forma que agente: alguém havia escutado a história de alguém e por ai a diante. A sensação era de que todos os vampiros da Terra sabiam.
Era um sábado de chuva e o dia estava muito nublado quando embarcamos rumo a Volterra. Jake aproveitou para ir visitar Billy e todos os seus amigos lobisomens. Para ele essa viagem não seria nada segura, alem de atrapalhar as visões de Alice. Nessie tentou lutar com o fato de se separar dele, mas acabou aceitando que seria mais seguro tanto pra ele quanto pra todos nós. Durante a vigem, Alice nos confirmou através de sua visão o que já supúnhamos: Todos os vampiros sabiam do que estava acontecendo e todos discordavam. Desta vez todos, sem exceção estariam lá conosco. Ninguém queria mais ver os Volturi matar vampiros inocentes por motivos banais. Alice tinha visto todos lá em Volterra, vestidos com capuzes vermelhos, esperando nossa chegada para destronar os Volturi. Quando ela descreveu “capuzes vermelhos” que me dei conta da data de hoje. Hoje é dia 19 de março. Dia de São Marcos. Dia da maior comemoração de Volterra.
Em meio a multidão, toda de capas vermelhas, não podíamos ver a diferença de quem era vampiro e quem era humano. Se não fosse o dom de Edward de ler mentes, nunca saberíamos se estavam nos seguindo ou se apenas andavam na nossa direção. Por fim, estávamos em frente ao refugio dos Volturi. Atrás de nós todos os vampiros que tinham nos seguido na esperança de conseguir a tão sonhada retirada do poder da mãos deles.
Entramos sem saber o que nos esperava. A esta altura eu já mantinha meu escudo ao redor de todos os que podia. Alguns preferiram não ir tão próximo ao local onde os Volturi estavam. A estes eu não podia proteger. Durante os anos Reneesme também foi explorando seu poder. Ela agora inebriava as pessoas com suas visões. Era como se você estivesse sonhando enquanto ela te tocava. Os demais vampiros que estavam ao nosso lado eu não sabia que poder tinham ou se não tinham. Eram muitos.
Chegando a sala dos Volturi pudemos perceber que eles ainda estavam com a mesma quantidade de pessoas ao qual haviam saído do nosso encontro lá na Clareira. Ninguém tinha entrado pro grupo após o ocorrido. Talvez pelas histórias dos assassinatos sem motivos.
- Vejo que de fato vieram Carlisle – disse Aro com uma voz amigável.
- Soubemos do que aconteceu com Vladimir e com os outros que estavam na clareira. – Como sempre, Carlisle parecia sempre calmo e tinha todo o controle da situação.
- E a que devo a visita do meu velho amigo e sua família. E porque trouxeram tantos com vocês? Por acaso acham que vamos matar a vocês também? Achamos que viriam pelo o que aconteceu com suas testemunhas. Mas não temos noção do porque trazer outros com vocês. A presença dos outros vampiros incomodou a Aro mais do que qualquer outra coisa. Sem dúvida ele sabia que eles tinham o objetivo de destroná-los.
- Aliás, outros não, trouxeram todos. – corrigiu Caius.
- Não pedimos pra eles nos acompanhar. Edward falou como se tivesse pronto para atacar. Eu via fúria em seus olhos. Ele sabia que novamente os Volturi ficariam arrumando motivos para nos matar na menor possibilidade. Eles vieram por que souberam do que vocês fizeram injustamente com todos os vampiros.
- Isso não responde à pergunta de meu irmão. – disse Caius, áspero como sempre.
- Nós viemos para saber quais são nossas chances, se é que elas existem. Não é possível que tenha sido coincidência Aro.- Carlisle disse, enfatizando bastante a palavra nós.
- E o resto dos vampiros tem algum porta-voz, ou vieram sem organização ou algo que o valha? – Perguntou Caius num tom de desprezo.
- Você sabe pra que eles vieram, Caius, então pra que pergunta ? – eu interferi. Afinal eu também acabava concordando com a idéia de que a forma como eles governavam não era a melhor maneira.
- Vejo que se tornou uma vampira muito forte e confiante minha jovem.- disse Aro olhando para mim e depois se voltando para Edward – E muito bela também, se é que me permite tal comentário. Fizeste uma bela escolha. Mas não vejo o porque de tanta vontade de nos destronar. O que fazemos é seguir as regras e punir os que não as seguem.
- Aro, você me fez uma pergunta – Carlisle interrompeu – Eu a respondi e você a ignorou. Não vamos perder nosso tempo. O que você quer de mim e de minha família – Completou ele passando seus olhos por todos nós e também pela família de Tanya.
- Esse seu estilo de vida não te faz melhor que ninguém Carlisle. Você é desprezível. Renega sua própria natureza. – disse Caius com uma cara de nojo.
Nesse momento senti várias pontadas no escudo na minha direção e posteriormente na direção de Reneesme. Olhei para Jane que sorria um sorriso torto pra mim. Nesse momento virei pra Nessie e perguntei num sussurro se ela estava bem. Ela disse que sim com a cabeça.
Foi quando ela resolveu se aproximar. Caminhou até Aro até ficar muito próxima. Acho que nunca me senti tão mal assim. Eu tremi de medo. Edward tentou impedi-la segurando-a pelo braço mas Carlisle pediu para que ele a deixasse ir. Alice nos acalmou dizendo que nada ia acontecer. Que eles somente iriam trocar informações através de seu dom em comum – o toque.
- Posso lhe mostrar uma coisa? – disse Nessie com a sua voz mais doce e aveludada do mundo. Estendendo sua mão na direção à mão de Aro – Me permite ?– minha filha perguntou já tocando a mão dele.
-Sim. Pode. Só espero que não seja algo que eu já saiba. – Completou Aro.
Nesse momento ambos ficaram de mãos dadas e de olhos fechados. Eu preferia que eles tivessem conversando em voz alta para que eu soubesse o que estava havendo. Minha filha estava ali, completamente vulnerável – se não fosse pelo meu escudo – tão perto de quem eu sabia que queria matá-la.
- Ela está mostrando a ele o quanto aquelas pessoas foram amorosas quando estavam na nossa casa. Que eles só estavam lá para testemunhar. Que eram pessoas do bem que tinham morrido sem motivo algum. – Edward disse tentando nos acalmar.
Eles continuavam naquela mesma posição quando eu resolvi passar meus olhos pelos outros vampiros. Estavam todos mais atrás que nós, em posição de ataque. Provavelmente se Reneesme não tivesse na linha de ataque dos Volturi provavelmente a guerra já teria começado. Ou talvez eles não soubessem que estavam sob a proteção do meu escudo e estivessem somente esperando que algum kamikaze se atirasse a frente para segui-lo.
- Agora ela esta mostrando como a imagem deles chegando lá na Clareira era assustador. A expressão de medo de todos nós e como ela ficou triste quando você a entregou a Jake para salvá-la porque sabia que eles estavam ali para matá-la, para matar seus pais, seus parentes e amigos. Ela está tentando mostrar o quanto parece errado a forma como fazem os coisas aos olhos dos outros. Completou Edward. Como Reneesme tinha pensado que isso daria certo. Eles eram os Volturi. Se acham a razão de tudo. Nunca entenderiam ou aceitariam que tinham que mudar. Reneesme só estava ganhando um inimigo e mais nada. Eu precisava fazer algo para parar minha filha da sua idéia errada antes que fosse tarde demais.
- Você pode estar certa querida. Pode ser que parece sim que estamos errados. Mas se não punirmos os infratores de regras, não existiríamos hoje. Já teríamos sido descobertos e o caos já teria se instalado. Além do mais, se matamos todos aqueles vampiros que você chamou de amigos foi por que eles estavam agindo errado. Se fosse somente por vingança, os primeiros teriam sido você e sua família. Lá na Clareira mesmo se possível.
- Então quer dizer que nada vai acontecer conosco? – disse Tanya em um tom desacreditado.
- Até que vocês não cumpram as regras – completou Aro, sempre sendo desagradável em seu comentário.
- Nada acontecerá a sua família e a de Calisle. A tantos anos sem cometer nenhuma infração, não acredito que irão errar agora. Podem todos ficar tranqüilos. – Completou Aro tentando apaziguar as coisas.
- Mas nós não vamos ficar tranqüilos enquanto vocês estiverem no poder. – disse uma voz que não reconheci que vinha lá do fundo, do meio da multidão de vampiros. Quem nos garante que sua opinião não vai mudar. Vocês têm gosto pelo poder e sabem que podem perdê-lo esta noite. Por isso estão baixando a guarda. Não vão deixar os Cullens e os Denali em paz. Só não vão fazer isso com todos nós aqui.
- E porque acha isso? Acha que iremos acabar com toda a raça de vampiros existentes. Só porque estiveram ao lado de Carlisle esta tarde? – perguntou Aro.
- Não. Não estou aqui ao lado de Carlisle. Estou ao lado dos vampiros. Vim sem saber que todos os outros estariam aqui. Nem mesmo sei como a noticia do massacre de vampiros chegou até mim. Todos ficaram sabendo. Ninguém concorda mais com a forma como vocês governam. Vocês são um lixo pra gente.
Nesse momento uma gargalhada assustadora saiu da boca de Caius. Sem duvida esse desafiante não viveria mais do que alguns minutos. Nesse tempo eu já tinha Nessie ao meu lado. Abraçada comigo e com Edward. Eu não sabia se devia continuar protegendo o desafiador ou não. Se eu o protegesse, os Volturi podiam encarar como uma guerra onde nós estaríamos do lado dele. Se não protegesse, eu nunca me perdoaria por tê-lo deixado morrer.
- Bravo, bravo, bravo – disse Caius, interrompendo meus pensamentos – Foi tocante. Se pudesse choraria com seus discurso. Quem mais concorda com o patético? – perguntou num tom de sarcasmo.
Nesse momento vi Tanya levantar a mão.
- Eu concordo. – ela disse – Pode me matar com ele se quiser. Mas concordo que a forma com que têm feito as coisas não andam certo. Vocês agora inventam motivos para matar. Até onde eu sei vocês criaram as regras. Deveriam saber quais são elas. E não adicionar itens a elas que os convêem. Isso deveria ser feito de forma a melhorar a forma de viver dos vampiros e não acabar com suas existência.
Eu ainda não acreditava no que tinha ouvido Tanya falar. Todos concordavam com ela. Todos estavam ali por esses motivos, mas eu não esperava que fosse alguém tão próximo que falasse. Aro já tinha dito que não havia com o que nos preocuparmos. Porque ela tinha feito isso? Foi quando reparei em todos os vampiros atrás de nós com as mãos levantadas. E podia ouvir todos falando que concordavam com Tanya ao mesmo tempo. Não pude deixar de ver que toda a minha família, incluindo Edward e Nessie tinham as mãos levantadas.
- Não nos leve a mal, Aro. –disse Carlisle em um tom apaziguador – Não é nada contra você e nem contra sua família – ele vacilou nesta última palavra. Devia ser difícil usá-la para defini-los já que o que os unia era somente o poder e não amor, como era com os Cullens. – Só que tem que concordar conosco de que as mortes foram desnecessárias.
- Nunca esperaria um comportamento assim de você e sua família Carlisle –disse Aro – Mas temos aqui reunidos vampiros de todos os cantos do planeta. Acredito que todos estão aqui. Tirando os que ficaram na sala de espera. É meus irmãos – disse ele se virando para Caius e Marcus. – Precisamos rever nossos conceitos. Vamos fazer uma reunião. De qualquer modo estamos agindo errado. Ou com os últimos acontecimentos ou dando liberdade demais para eles.
Foi nesse momento que percebi que a cena da Clareira se repetia. Quem estava acompanhado de sua família se despedia, Jane e Alec tentavam furar meu escudo nos golpeando com toda sua força. Eles ficaram reunidos por quase uma hora. Quando Aro se virou para nós e veio caminhando em nossa direção. Estava acabado. Ou toda a raça de vampiros estava acabada, ou o medo que todos tinham dos Volturi que tinha se encerrado.
- Tem certeza disso, Aro Pode haver uma segunda opção ou talvez um pouco mais de diálogo? – disse Edward. Nesse momento abracei Nessie com a maior força que eu podia. A decisão não seria boa. Senao Edward não estaria tentando mudar a idéia de Aro.
- Sim, Edward. Minha decisão está tomada. Que comece a guerra. –ordenou Aro. Ainda andando na nossa direção. Meus olhos aflitos buscavam pela última imagem de todos que eu amava.
Ouvi então Alice rindo baixinho.
- Não acredito que a decisão dele foi essa. – disse Alice incrédula- Vejo ele lutando conosco Edward.
- Isso mesmo querida. Eles pretendem exterminar todos os vampiros que existem e criar novos. Não vejo como isso possa ser algo bom. Os humanos irão perceber logo a nossa existência. Alem do mais, os recém-nascido transformam tudo em caos. Não há porque essa ser a opção. – disse Aro com uma voz bem triste.
E então a guerra começou. Pude sentir os esforços de Jane e de Alec a nos afetar, principalmente a Aro. Enquanto isso Caius e Marcus continuavam conversando baixo demais para que ate mesmo o meu ouvido de vampiro pudesse ouvir.
- Deixe que Aro eu protejo, Bella. – disse Renata enquanto andava na nossa direção- Eu nunca o deixarei. – os olhos dela eram como de uma fã vendo seu ídolo pela primeira vez enquanto olhava para Aro.
- Muito obrigado minha querida. É muito bom poder contar com você. – era a primeira vez que eu via Aro sorrir hoje.
- Eles estão cogitando renunciar – disse Edward, eufórico. – Eles tem medo de não conseguir nos vencer. Somos muitos. E eles sabem sobre seu escudo. E por Aro estar do nosso lado, eles sabem que nós teremos dicas de como lidar com cada situação, alem de Alice poder ver o futuro.
Cada segundo parecia uma eternidade. Eu so queria abraçar Nessie e Edward, desejando ter mais braços pra poder abraçar toda minha família ao mesmo tempo. Esme nos braços de Carlisle. Alice e Jasper trocavam um olhar super apaixonado, e Rosalie e Emmett trocavam um beijo de deixar tonto.
- Se é pra ser de outro jeito, se não podemos sequer agir por livre e espontânea vontade sem ter que comunicar aos outros vampiros para saber se podemos agir assim. Nós iremos embora. – disse Marcus com um tom maduro em sua decisão. Cada um de vocês é livre para ir pra onde quiser. – concluiu olhando para sua guarda. E então ele e Caius saíram andando na direção da porta, onde foram atacados por alguns vampiros que não aceitavam isso como uma redenção e sim como uma forma de ganhar tempo. Para eles, Caius e Marcus só iriam pensar uma forma de voltar e retomar o poder. A guarda não interferiu no ataque, deixando seus antigos líderes serem separados em inúmeras partes e serem queimados.
- Eles estão magoados porque depois de tantos anos de dedicação não valeu pra nada no final das contas. – Explicou Edward.
Aos poucos todos da guarda se retiraram até que todos tinham ido embora. Alec e Jane ainda tentaram um último ataque ao meu escudo antes de sair.
- Acho que isso significa que o trono é seu de novo, Aro – disse Carlisle mostrando os três tronos vazios com sua mão.
- Não meu velho amigo. Já vivi muitos anos da minha eternidade aqui dentro. Quero poder sair um pouco. E além do mais, o mérito de tudo isso aqui é seu. – colocou Aro.
- Também acho que Carlisle deveria governar daqui pra frente. Que devia orientar os vampiros a ter seu estilo de vida. – disse o desconhecido que tinha enfrentado os Volturi.
E então um coro se instalou no local clamando por Carlisle. Eu também concordo que ele merecia mais do que ninguém. Só seria uma pena não ter meu amável sogro por perto o tempo todo, afinal, eu não conseguiria viver aqui, e sei que Nessie ia querer morar perto de La Push já que Jake ia querer ir ver Billy sempre. Eu também adoraria estar perto de Charlie de novo.
- Ok. Eu aceito o cargo. Desde que me deixem governar lá de Forks. Eu amo aquele lugar. – As palavras de Carlisle encheio o lugar de felicidade. Os vampiros comemoravam a ótima escolha de governador e nossa família comemorava voltar pra Forks.
- Ah! E quero impor uma nova regra. – disse ele fazendo o lugar ficar em completo silêncio- Que todos experimentem ser vegetarianos como nossa família. Aos que não conseguirem não vou cobrar nada, mas gostaria muito que tentassem.
Voltamos para Forks onde fui correndo ver Charlie. Depois de um tempo Nessie e Jake se casaram. E agora sim, sem a sobra dos Volturi, vivemos felizes para sempre.
2 Comentários para “ Ganhadora da promoção Amanhecer! ”
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Suelen disse:Comentado em 31 Aug, 2009 às 13:10.
Genteeee, nem acreditooo…Agora quero ouvir as opinioes dos outros participantes. To ansiosa pra receber meus premios. EEEE. To feliz.
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Uia!! Ficou local. Acho super improvável o Aro Bonzinho assim…eheheh… mas ficou muito bom o texto. parabéns!
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