31
Jan

The Burning Land chega em Abril no Brasil

Postado por: Cine @ Arquivado em: Notícias

Chega às livrarias brasileiras, em abril deste ano, pela Editora Record, a edição de The Burning Land, de Bernard Cornwell. Recém-lançado nos Estados Unidos, o livro é o quinto volume da coleção Crônicas Saxônicas, que encerra a sequência. A série apresenta o lendário rei Alfredo, o Grande, e seus descendentes, narrando a criação da Inglaterra que conhecemos hoje.
 
Clicando aqui vocês podem conferir a sinopse do livro, que já postamos no Livros Em Série, no dia do lançamento da obra nos Estados Unidos.
 
Fonte: Editora Record

30
Jan

Editora L&PM publica 35 romances de Agatha Christie

Postado por: Cine @ Arquivado em: Notícias

No ano em que se comemoram 120 anos do nascimento da escritora britânica Agatha Christie, a editora L&PM prepara uma grande surpresa para os fãs da “Rainha do Crime”: foram adquiridos os direitos de publicação de 35 romances da autora.
 
A primeira obra será “Sócios no Crime”, o segundo livro que tem como protagonista a dupla Tommy e Tuppence, um casal de ex-detetives que tenta levar uma vida normal. O sossego deles acaba, no entanto, quando o chefe do Serviço de Inteligência Britânica entra em contato propondo-lhes que reativem a agência de detetives internacional.
 
Prestando uma homenagem a grandes nomes da literatura policial, a dupla resolve seus casos utilizando técnicas de detetives célebres, como Sherlock Holmes, de Arthur Conan Doyle o padre Brown, de Chesterton, e Hercule Poirot, da própria Agatha Christie.
 
Fonte: Folha Online

30
Jan

Novo trailer com cenas novas de Percy Jackson

Postado por: Cine @ Arquivado em: Notícias

O trailer francês do filme “Percy Jackson: E O Ladrão de Raios” contém cenas ainda inéditas. Confira abaixo:



29
Jan

Orlando Bloom quer voltar a ser Legolas em “O Hobbit”

Postado por: Patoka @ Arquivado em: Notícias

Depois que a trilogia original acabou, a maioria dos atores esperavam alguma oportunidade para voltar a terra-média. Felizmente, para alguns, não foi difícil voltar lá, caso de Ian McKellen, porém outros atores estão querendo voltar mesmo sabendo que seus serviços não são necessários, caso de Orlando Bloom. O ator conversou com a MTV americana e disse:
 

Eu mandei um email para o Peter e disse “Se você me quiser fazendo o personagem de peruca loira e orelhas pontudas novamente, eu ficaria honrado em fazer”. E ele respondeu “Bom, nós veremos”. Eles são muito quietos, não dizem nada.
É um filme do Guillermo e eu sou muito fã desse cara. Ele, obviamente, vai fazer um filme do jeito dele, mas eu estou muito ansioso para esse filme. Acho que vai ser ótimo.

 
Apesar de Legolas não aparecer em O Hobbit, seu pai, o rei elfo Thranduil aparece. Mas Legolas já era bem vivo na época, só não é mencionado no livro. Caso Orlando não volte como Legolas, existe uma grande chance de voltar como Thranduil. Vamos esperar mais notícias.

29
Jan

Nova cena de filme de Percy Jackson

Postado por: Cine @ Arquivado em: Notícias

O site HeyUGuys disponibilizou uma das cenas do filme de Percy Jackson para os fãs já irem se preparando. Trata-se da cena em que Percy luta com a Hidra.


28
Jan

Novas fotos promocionais de Percy Jackson

Postado por: Cine @ Arquivado em: Notícias

Agora que a estréia do filme Percy Jackson e os Olimpianos: O Ladrão de Raios está próxima, estão saindo com mais frequencia novas fotos promocionais do filme. Confira abaixo:


28
Jan

Sherlock e o retrato de época

Postado por: Cine @ Arquivado em: Reviews


Cada geração tem sua referência de heróis. Eu, que nasci em 1977, quando penso em Super-Homem, penso em Christopher Reeve; a lembrança de Homem-Aranha vem atrelada àquela série tosca que passava na Manchete; e Hulk, por mais que eu goste do filme de Ang Lee, me remete à dupla Bill Bixby/Lou Ferrigno.
 
Não que os antigos sejam sempre melhores: Tobey Maguire encarnou à perfeição Peter Parker na trilogia de Sam Raimi, e quem quiser superá-lo terá que suar a camisa no “reboot” da série.
 
Esse é um dos fatores que garante os intermináveis remakes, novas versões etc. em Hollywood. Se um personagem deu certo no passado, por que não apresentá-lo às novas gerações, aproveitar os fãs antigos, saudosos do personagem, e faturar mais alguns milhões? Na atual toada, é provável que personagens como Batman, Homem-Aranha etc. continuem nas telas do cinema por anos a fio, como é típico com James Bond.
 
O mesmo acontece agora com Sherlock Holmes. Em termos de produção hollywoodiana, ele estava longe das telas desde “O Enigma da Pirâmide” (1985).
 
Mais do que comparar quais dos Sherlocks é mais eficaz (Nicholas Rowe ou Robert Downey Jr.), penso no retrato de época que os dois filmes trazem.
 
“Um bom filme é também um documentário”, disse Eric Rohmer. A frase, usada por Jean-Claude Carrière, roteirista de filmes como “A Bela da Tarde”, no livro “A Linguagem Secreta do Cinema”, é evocada num momento em que ele fala sobre o retrato histórico que, no futuro, ficará evidente. Escreve Carrière: “O filme entra na História por todas as portas. Refaz a História, ajuda a recontar o passado, torna-se a própria História. ‘Satyricon’, de Fellini, pode ser visto como uma visão de um planeta distante, mas, se olharmos com cuidado, também veremos um filme que é inequivocadamente sobre o ano de 1968”.
 
“O Enigma da Pirâmide” tem Steven Spielberg como produtor-executivo. Insere-se numa tradição iniciada com “Tubarão” (1975) e cristalizada com “Star Wars” (1977), ou seja, o blockbuster, filme para grandes audiências que mira principalmente o público jovem. Nos anos 80, essa fatia lucrativa de consumidores definiu a cara da produção norte-americano. “Indiana Jones”, “De Volta para o Futuro”, “Curtindo a Vida Adoidado” etc., a lista vai longe.
 
“O Enigma da Pirâmide” é menos um filme sobre Sherlock Holmes e mais sobre a juventude e os conflitos que a chegada da vida adulta e suas responsabilidades trazem. Algo que Spielberg fez muito a partir de “ET”. “O Enigma…” tem um quê de “Os Goonies”, já que mostra as peripécias de um grupo de adolescentes espertos. As sequências na pirâmide são quase uma cópia de “Indiana Jones e o Templo da Perdição”. E os vilões, os seguidores da seita, parecem ter saído de “Mad Max 3”. Não é a Londres vitoriana que vemos ali, mas sim a estética oitentista.

Já o novo Sherlock é muito mais um filme de Guy Ritchie e Robert Downey Jr. Da época presente está a montagem videoclípica, rápida, que o próprio Ritchie ajudou a consolidar em longas como “Snatch”.
 
Há um tom marcante atual que é a busca pela realidade, seja no 3D de “Avatar”, seja no tom realista do recente “Batman”. O novo Sherlock, na sua rigorosa reconstituição de época, é fruto desse momento.É um Sherlock físico, assim como o James Bond atual. Não basta ser inteligente, tem que ter corpão, ser eficiente, ter aproveitamentó máximo é a ideia.
 
Por isso não chega a ser um absurdo a escalação de Downey Jr. para o papel. Sua marca registrada, o cinismo, parece ser um elemento essencial para a sobrevivência nos dias de hoje. Há uma necessidade de se duvidar de tudo, de derrubar mitos. Quando Sherlock deduz coisas inacreditáveis baseado na observação, na lógica e na pesquisa, é como se ele consultasse um mestre Google embutido na sua cabeça.
 
Fonte: Folha Online