“Elixir”, de Hilary Duff já está disponível.
A editora iD divulgou a capa brasileira de Elixir, primeiro volume da série de mesmo nome escrita pela atriz Hilary Duff. Sem muitas surpresas, a capa é exatamente igual à capa americana.
Com seus dezessete anos, Clea Raymond vem sentindo o brilho dos holofotes desde que nasceu. Filha de um renomado cirurgião e uma importante política, ela se tornou uma talentosa fotojornalista, refugiando-se em um mundo que a permite viajar para diversos lugares exóticos. No entanto, após seu pai ter desaparecido em uma missão humanitária, Clea começa a perceber imagens sinistras e obscuras em suas fotos revelando um belo homem que ela nunca viu antes. Quando o destino faz Clea se encontrar com esse homem, ela fica espantada pela conexão forte e instantânea que sente por ele. Conforme se aproximam e se envolvem no mistério do desaparecimento do pai de Clea, eles descobrem a verdade secular por trás dessa intensa ligação.
Sobre Hilary Duff É uma atriz e cantora multifacetada que começou sua carreira na famosa série televisiva Lizzie McGuire. Desde então, ela já trabalhou em diversos filmes e séries de TV, como em sua recente participação especial em Gossip Girl. Ela já vendeu mais de treze milhões de discos no mundo todo e tem sua própria linha de roupas, a Femme, para a DKNY, e até um perfume muito famoso, chamado With Love… Hilary Duff, lançado pela Elizabeth Arden. O trabalho humanitário realizado por ela é reconhecido no mundo todo. Ela tem uma participação ativa na instituição de caridade Blessings in a Backpack, algo como Bênçãos em uma Mochila, um programa que oferece cuidados especiais para crianças que nunca tiveram esse carinho. Ela já trabalhou para o Conselho Presidencial sobre os Serviços e a Participação Civil e foi nomeada embaixadora da juventude de Bogotá, na Colômbia. Elixir é seu primeiro livro.
Elixir, de Hilary Duff
R$34,50(preço sugerido)
280 páginas
15,00 x 22,50
410 gramas
ISBN: 9788516070717
Novo Século lança selo “Caravelas” em outubro.
A editora Novo Século estreia em outubro o selo Caravelas, voltado somente a romances históricos, filão que garante sucesso de vendas a editoras como a Record. Cinco títulos já foram adquiridos, incluindo The Bronze Horseman, de Paullina Simons e To Defy a King, de Elizabeth Chadwick, vencedor do prêmio RNA de melhor romance histórico de 2011.
Resenha: “O portal”, de Eliane Raye
Livro: O Portal
Série: O Portal
Autor (a): Eliane Raye
Páginas: 206
Editora: Usina de Letras
Resenha por: Bruna
Os sinais escondem um mistério que poderá mudar o rumo da História.
Elizabeth Macwood achou que sua vinda ao Brasil seria uma experiência tranquila e cheia de novas descobertas. Certo dia, ao acordar, surpreende-se com três inscrições desconhecidas gravadas nas suas costas.
Cercada de indagações, Elizabeth se une a novos amigos na busca de respostas que, gradualmente, geram novas situações assustadoras, levando Elizabeth a desconfiar de todos à sua volta. A única pessoa em quem realmente confiava, seu namorado Steve, desaparece de forma misteriosa em Nova York, sem deixar vestígios.
Com personagens marcantes, uma trama de suspense eletrizante, paixões inesperadas e reviravoltas surpreendentes, Eliane Raye apresenta um romance que empolga e nos faz refletir sobre as verdades e mentiras contadas através dos tempos.
Assim que recebi “O Portal” em casa fiquei intrigada com a capa e o título do livro, ambos chamaram muito a minha atenção. Li a sinopse e gostei do que vi. Só não conseguia entender como o livro era tão fininho, mas cheguei à conclusão de que acabei me acostumando com os “catataus” de mais de 400 páginas.
O livro, de uma autora nacional, nos conta a história de Elizabeth Macwood, que é mais conhecida pelo seu apelido de Lizzie. Ela acabou de se mudar de Nova Iorque para o Rio de Janeiro com o seu pai – que recentemente se separou de sua mãe – e começa a estudar na PUC quando a sua vida fica completamente de pernas pro ar. Lizzie faz amizade com a simpática Flávia, a bibliotecária da universidade, e um dia elas descobrem marcas nas costas de Lizzie. Ela não se recorda de como ou onde aquilo aconteceu, muito menos de quem possa ter feito isso com ela. Nesse meio tempo, Lizzie e Flávia também se tornam amigas de um jovem médico da PUC, Leonardo De Lucca.
Para ajudar a nova amiga, os três começam a pesquisar mais sobre as marcas cravadas em Lizzie e Leonardo até a acompanha em uma consulta ao médico para fazer Lizzie se recordar da noite em que ela “recebeu” as marcas. Ela então se recorda de ter saído com um amigo italiano que ela conheceu quando ainda morava em NY e ter ficado muito zonza. Lembra-se também então de uma mulher lhe entregar uma chave e um papel. Começa então o desenrolar de todo o mistério.
Lizzie é uma personagem bem comum, sem nenhum destaque extraordinário. É muito persistente no que quer que chega, muitas vezes, a soar como uma garotinha mimada. Deixou para trás um namorado – Steve – em NY e, mesmo sem falar com ele há muito tempo, age como se o namoro deles ainda existisse. Se tivesse que comparar ela a alguma personagem, seria com a Bella Swan de Stephanie Meyer. Lizzie entrou no hall das protagonistas irritantes, para mim. A personagem que eu mais gostei no livro, a bibliotecária Flávia, é infelizmente a menos explorada. Com um jeito “pra cima” e respostas inesperadas, ela conseguiu me cativar mesmo sem aparecer tanto ao longo do enredo. Estou torcendo pra que no próximo volume ela ganhe mais destaque.
A história não é contada linearmente, e isso contou como um ponto positivo nesse livro. Eu simplesmente adoro livros assim e a autora soube usar esse recurso muito bem. Ao longo da história vamos, aos poucos, descobrindo mais sobre o passado de Lizzie, sobre o passado dos pais dela – como eles se conheceram, porque se separam. Descobrimos mais também sobre seu namoro com Steve e acompanhamos os passos do misterioso vilão, por trás de toda a perseguição à Lizzie e seus conhecidos. Acontecimentos esses, sempre ligados à existência de um Portal misterioso.
Apesar de conter passagens de assassinatos, ameaças, traições e etc., o livro não tem nada de sombrio. A forma como a autora descorreu a narrativa tornou, à minha vista, tudo muito leve. Em momento nenhum realmente temi pelos personagens do livro. Faltou um pouco mais de mistério e obscuridade na trama, na minha opinião, porém isso também pode ser pelo fato de eu gostar mais de thrillers mais pesados com serial killers à solta. Mesmo com essa “leveza” a história me prendeu. Queria saber o que era o tal Portal e receber as respostas dos mistérios envolvendo a personagem principal.
Contudo, tenho que confessar que o final me decepcionou um pouco. A autora dá respostas ao leitor e não deixa nenhuma ponta aberta. Mas foi exatamente essa falta de um gancho que me intrigou: o que ela vai escrever na continuação? Tudo bem revelar ao leitor quem estava por trás de toda a trama, mas revelar isso também aos personagens não foi a melhor ideia. Achei que faltou uma melhor elaboração dos mistérios e do enredo em si, mas a ideia do enredo da Eliane foi muito boa e me fez persistir até o parágrafo final do livro. Quem curte um romance com pitadinhas de mistérios e suspense com certeza vai gostar muito de “O Portal”!
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E para quem quiser conhecer a autora, Eliane estará no salão da FNLIJ dia 8 de junho às 15h, para o lançamento do livro “A vaca que não gostava de pasto”, onde ela é a ilustradora do mesmo. O livro é da autora infatil Nina Krivochein. Mas todos que quiserem levar seu exemplares de O portal para autografar será bem-vindo!
Endereço:
Centro de Convenções SulAmérica
Av. Paulo de Frontin com Av. Pres. Vargas – Centro – R.J.
Resenha: “O aprendiz”, de Joseph Delaney
Livro: O aprendiz
Série: As aventuras do Caça-Feitiço
Autor: Joseph Delaney
Editora: Bertrand
Páginas: 224
Resenha por: Patoka
Compre: Saraiva
Thomas Ward é o sétimo filho de um sétimo filho e se tornou aprendiz do Caça-Feitiço. A missão é árdua, o Caça-Feitiço é um homem frio e distante, e muitos aprendizes já fracassaram. De alguma forma, Thomas terá de aprender a exorcizar fantasmas, deter feiticeiras e amansar ogros.
Quando, porém, é enganado e cai na armadilha de libertar Mãe Malkin, a feiticeira mais malévola do Condado, tem início o horror… e uma grande aventura! O aprendiz, primeiro livro da série de fantasia As aventuras do Caça-Feitiço, escrito por Jospeh Delaney (e traduzido pela prestigiada Lia Wyler, responsável pelo texto em português da saga de Harry Potter), que já vendou centenas de milhares de exemplares em todo o mundo, é uma história repleta de emoção e muitos, muitos sustos. Por isso, cuidado: não deve ser lido à noite!
“Muito bem, rapaz. Você está aprendendo. Somos os sétimos filhos de sétimos filhos, e temos o dom de ver coisas que os outros não podem ver. Mas esse dom, de vez em quando, pode se tornar uma maldição. Se tivermos medo, às vezes poderão aparecer coisas que se alimentam desse medo. O medo piora tudo para nós. O truque é nos concentrarmos no que vemos e pararmos de pensar em nós mesmos. Sempre resolve.” As aventuras do Caça-Feitiço, de Joseph Delaney, continuam nos livros A maldição e O segredo… mas não terminam por
aí.
A série “As aventuras do Caça-feitiço”, geralmente se enquadra na categoria “infanto” nas principais livrarias e sites de compras. Porém, o aviso que aparece na contra-capa do livro “Não deve ser lido à noite”, deve ser levado á sério e por isso eu classificaria a saga em uma nova categoria: entre o juvenil e o adulto.
O autor não usa seu talento tentando introduzir novas palavras ao vocabulário dos seus leitores. Sua escrita é normal, as vezes repetitiva. Mas ele compensa com descrições de ações bem detalhadas, principalmente nas horas mais obscuras e, graças a Deus, sem se prender a ambientação. Nada mais chato do que autores que passam parágrafos inteiros descrevendo uma sala. Sendo assim, acompanhamos Tom Ward em suas árduas tarefas de exorcizar fantasmas, deter feiticeiras e amansar ogros.
Apesar do tema já batido, um sétimo filho de um sétimo filho que tem poderes – ou pré-disposição para desenvolvê-los – que ele mesmo desconhece (quantas vezes você já leu contos que começavam assim?), o grande trunfo desse volume é a quantidade de acontecimentos que rodeiam a história do início ao fim. E tudo está interligado. Até mesmo nas últimas páginas, quando você pensa que o desfecho está próximo, surge um novo mistério. E realmente da medo algumas partes. Principalmente porque o autor é bastante detalhista em narrar como as vítimas tinham morrido ou o que aconteceria com elas. Por isso digo, que Joseph Delaney é quase um Stephen King para crianças.
Só destaco de negativo no livro os erros de revisão. Muitas palavras repetidas, como “Enforcaram também alguns dos próprios soldados também…”. Um livro que já está na sua 3ª edição não poderia conter esses deslizes.
Capa do 6º livro da Irmandade da Adaga Negra
A Editora Universo dos Livros divulgou a capa do sexto livro da série Irmandade da Adaga Negra, Amante Consagrado, que conta a história de Phury.

A editora não divulgou uma data para o lançamento, só adiantou que será ainda nesse semestre.
Estamos ansiosos? Demais!
Teaser Trailer de “Os Homens Que Não Amavam As Mulheres”
Para quem está curioso sobre o remake de Os Homens que Não Amavam As Mulheres, a Sony Pictures liberou um teaser trailer do filme nos cinemas dos Estados Unidos e abaixo vocês já podem conferí-lo.
A versão hollywoodiana terá mais dois trailers: Um deles terá censura livre, enquanto o outro será mais pesado, para maiores de 18 anos.
O remake da trilogia sueca de filmes baseados na série de livros Millennium, de Stieg Larsson, tem roteiro de Steve Zaillian, e chega aos cinemas norte-americanos em 21 de dezembro.
No Brasil, The Girl With The Dragon Tattoo estreia em 10 de fevereiro de 2012.
Capa de 9º volume da série “The 39 Clues”
Finalmente foi divulgada a capa do 9º livro da série The 39 Clues, dessa vez escrito por Linda Sue Park. A data de lançamento de Alerta de Tempestade ainda não foi definida, mas provavelmente será ainda no primeiro semestre de 2011.








































