Oscar é um garoto que gosta de seguir suas próprias regras, não se importa muito em respeitar as regras da escola ou da sociedade, se isso é contra algo que ele acredita. Seu pai morreu em um acidente, a mãe tenta sustentar sozinha a ele e à irmã. Só que Oscar não é só mais um menino que tem tendências arruaceiras. Ele tem um dom…. Seu dom está relacionado a habilidade de poder se curar e, como o menino descobre mais tarde, curar outras pessoas. Para treinar, Oscar não vai para uma escola propriamente dita, mas a uma mansão – sede dos Médicus. E lá ele descobre um mundo de mutações genéticas (com árvores e plantas que tem opinião própria), de livros que opinam e de habilidosos Médicus que conhecem todos os universos que compõem o corpo humano. E a grande maioria dessas novidades lhe é apresentada pela Sra Withers, uma senhora muito simpática e que acredita bastante no talento de Oscar. No entanto, seu treinamento se mantém em segredo (até mesmo dentro da Mansão) para garantir a proteção de Oscar, uma vez que um grande Patólogus está a solta e pode ser capaz de causar grande males e destruição. O livro lembra mesmo aquele estilo de leitura de livros como Harry Potter e Percy Jackson. Um menino, que descobre ser herdeiro de um grande dom e que tem um fardo maior ainda pela frente. A obra de Eli Anderson, que estudou medicina, combina a antiga hipótese de que magia e ciência sempre andaram juntas com a possibilidade de instigar nas crianças e adolescentes um interesse maior pelo corpo humano e pelos fenômenos que nos fazem adoecer ou melhorar. No entanto, ao mesmo tempo em que esse volume traga um elemento mais raro para a literatura infantil – a medicina no mundo da fantasia –, o autor demora um pouco para esclarecer os mistérios dos Médicus e dos Patólogus. O autor parece gostar de descrever muito os detalhes sobre os personagens – parece que somos amigos íntimos de alguns, inclusive de Oscar -, mas demora a “engatar” a história em si e por isso mesmo pode desapontar um pouco aqueles que esperam maior movimentação desde o início do livro, este pode até mesmo ficar cansativo. E considerando que esse primeiro volume um é mais uma introdução desse novo mundo fantasioso no qual o personagem Oscar Pill foi parar, resta esperar o segundo da série para definir melhor se a série Oscar Pill tem um grande futuro ao lado dos bestsellers infanto-juvenis ou se será uma série que pegou uma boa idéia, mas que não conseguiu levá-la a diante… Além de ser um best-seller nos EUA, os direitos de fazer um filme da série foram adquiridos por David Heyman, ninguém menos que o produtor de Harry Potter, e por isso mesmo, prefiro pensar que a série vai ser um sucesso! |
É interessante. Primeira vez que vejo algo sobre essa série. É o primeiro livro, certo?
É impossível não comparar com Harry Potter e Percy Jackson mas darei uma chance ao livro. Quando fui ler Percy Jackson, disseram que era muito parecido com o Harry porem discordo dessa afirmação e acho que a série possui uma idéia BEM original.
O tema viajar pelo corpo humano , praticamente não é utilizada , o mais próximo que vi foi em um filme , beeem antigo , chamado viagem insólita. Com certeza lerei o livro. Só tenho dúvida , se o filme será bom pois até agora não acho que Harry Potter tenha tido realmente um filme decente que faça jus a série.
A maioria das pessoas de nosso planeta discordam de vc a respeito dos filmes do Harry não fazer jus a série.
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Pelo que deu para perceber pela resenha, realmente parece mais uma cópia dos moldes de Harry Potter, mas o que me fez interessar foi saber como é esse universo que ele criou dentro da mansão, talvez valha a pena.
Vocês estão aceitando parcerias no blog? O link na coluna esquerda do AFILIE-SE está quebrado, então queria saber como posso fazer.
Grato.