29
Dec

Peter Jackson explica diferenças entre o filme “O Hobbit” e “O Senhor dos Anéis”

Postado por: Cine @ Arquivado em: Notícias

Em entrevista ao Total Film, o diretor Peter Jackson explicou as diferenças entre O Hobbit e a trilogia O Senhor dos Anéis.

Segundo o diretor, a presença dos anões é o que leva um tom lúdico ao prelúdio: “ O Hobbit é um livro infantil e O Senhor dos Anéis é outra coisa; não é realmente direcionado para crianças. Percebi que os personagens dos anões são a diferença. Sua energia e desdém pelo politicamente correto é o que leva um novo espírito. E é por isso que pensei, tudo bem, isso pode ser divertido!“.

Jackson também falou sobre o desafio de retratar 13 anões como personagens distintos: “Isso é algo que me preocupava. Imaginei 13 caras com cabelo longo e barbas e pensei, ‘Como vou saber qual anão é qual?’ É uma tarefa infernal, na verdade. Achei que nove membros da Sociedade do Anel eram um problema, mas aqui, com Bilbo e Gandalf, temos 15 [personagens]. Está funcionando bem. Os anões trazem uma qualidade de comédia infantil que resulta em um tom bastante diferente de O Senhor dos Anéis“.

O diretor contou ainda que os filmes vão manter alguns aspectos definidos pelo diretor original, Guillermo del Toro, mas o estilo de Jackson e sua visão da Terra Média devem prevalecer já que, apesar das diferenças, os novos filmes devem levar a uma grande história da Terra Média: “Eu queria que parecesse que estivéssemos de volta às locações na Terra Média. Estes dois filmes parecem pertencer ao começo dos outros três. Somos os mesmos cineastas voltando a um mesmo mundo“.

Sobre a divisão do filme em duas partes, a mulher e parceira de Jackson, Fran Walsh, sugere que a jornada começará leve para depois seguir em direção aos conflitos da trilogia: “Sempre vimos O Hobbit mais como um conto de fadas. É mais divertido. Mas quando se aproxima do fim, Tolkien se coloca no lugar onde ele começará a escrever a jornada épica de O Senhor dos Anéis (…). Todos os temas mais pesados e sombrios que prevalecem na trilogia começam a aparecer [no final de O Hobbit]“.

A primeira parte de O HobbitUma Jornada Inesperada, estreia em 14 de dezembro de 2012 e a segunda, There and Back Again, em 13 de dezembro de 2013.

Fonte.

28
Dec

Resenha: “Sombra”, de Elena P.Melodia

Postado por: Lais @ Arquivado em: Notícias, Reviews

Livro: Sombra
Série: O Diário de Alma
Autora: Elena P. Melodia
Editora: Suma de Letras
Páginas: 340
Resenha por: Lais Baptista
Comprar: Saraiva

Depois de Escuridão, a personagem Alma continua em Sombra a saga para escapar de seu destino e das ordens do temido Leviatã. No segundo capítulo da trilogia da escritora italiana Elena P. Melodia, que terá seu desfecho com o livro Luz, a trama segue, envolta por mistérios, a todo vapor. Logo nas primeiras páginas, Alma recobra a consciência no piso de madeira de uma papelaria. Incrédula, com a cabeça doendo, a protagonista depara-se, a seu lado, com o corpo morto do velho dono da loja. Não há dúvidas: trata-se da nona vítima dos Master, criaturas saídas de um mundo maléfico que lançam sua sombra sobre a cidade. A jovem não tem outra saída a não ser fugir. Morgan, o enigmático rapaz de olhos cor de violeta, o único que parecia compreendê-la, não está ao seu lado e seu paradeiro é desconhecido. Sem ele, a protagonista sente-se perdida. E questiona-se sobre quando foi a última vez que se sentiu feliz e como é possível que, aos 17 anos, nunca tenha se sentido atraída por alguém antes de Morgan. As respostas estão relacionadas à sua própria identidade e natureza.

Eu comecei a ler Sombra com um certo receio. Tinha me interessado pela história de Escuridão, mas achei o primeiro livro tão parado que cheguei no segundo sem vontade alguma de ler, cheguei a ficar enrolando. Ainda bem que isso mudou. Minha impressão agora é que vale a pena passar pelo primeiro livro, porque o segundo livro me surpreendeu e agradou profundamente. A escritora conseguiu criar um ambiente envolvente e a história realmente te prende. Eu tive que me forçar a parar de ler em alguns momentos!

Embora ainda encha de momentos bem maçantes, Elena Melodia conseguiu colocar um ritmo bem mais dinâmico e acelerado nesse segundo livro. Isso sem contar que nós descobrimos alguma coisa sobre a história que está acontecendo, o que me deixou bem mais animada. Em Escuridão eu fiquei com a sensação de que tinha muita coisa inútil, muitos acontecimentos irrelevantes mas de certa forma agora eles estão se juntando e começando a fazer mais sentido. O que não entendo é como o segundo livro pode ter sido tão bom com um primeiro livro tão desestimulante.

Em Sombra nós conhecemos um pouco do motivo pelo qual Alma é tão fria e isso me fez gostar mais da personagem, com quem eu tinha antipatizado bastante no primeiro livro. Embora ainda tenha muitos momentos em que eu a ache incrivelmente irritante e mimada, esses foram diminuindo e, eu tenho que admitir que em alguns outros eu até concordava com ela e provavelmente agiria de forma semelhante.

Não gostei da capa e agora descobri que mudaram a capa do primeiro livro para manter um padrão. Uma pena, já que a primeira capa era bem bonita e diferente. No geral não sou fã de capas com fotos e achei esses modelos bem sem expressão. E aparentemente, a modelo na capa de Sombra não está na capa de Escuridão, então entendi menos ainda. Pena mesmo que mudaram.

Depois dessa surpresa com Sombra, mal só esperar para ler o próximo livro da saga, que não tenho idéia ainda de quando sai. Mas eu tenho que dizer que o final abrupto de Sombra me deixou muito mais interessada e ansiosa do que o de Escuridão e que quando o próximo livro chegar aqui em casa, ele vai pro início da minha fila.

28
Dec

“The Vampire Diaries” chega à TV aberta

Postado por: Patoka @ Arquivado em: Notícias

A febre dos vampiros está longe de acabar no que depender de “The Vampire Diaries” (“Diários de um Vampiro”, em português).

A série, que está na terceira temporada nos Estados Unidos, estreiou essa semana na TV aberta pelas mãos do SBT.

Trata-se de uma aposta para conquistar o público teen que não gosta de novelas, já que vai ser exibida na faixa do principal programa da Globo, a novela das 21h. A Record já costuma exibir “CSI” quase no mesmo horário.

A trama segue a adolescente Elena (Nina Dobrev), que conhece um rapaz misterioso recém-chegado ao colégio da pequena Mystic Falls.

Stefan (Paul Wesley) se revela um vampiro bonzinho, mas seu irmão Damon (Ian Somerhalder) nem tanto.

Os três –se não quiser saber o que ocorre, não siga lendo o texto– acabam vivendo um triângulo amoroso atrapalhado aqui e ali por outras criaturas sobrenaturais, como lobisomens.

Se lembrou de “Crepúsculo”, não se sinta culpado. Até o produtor Kevin Williamson (“Dawson’s Creek”) confessou ter achado a trama semelhante a outras do gênero.

Diários de Um Vampiro – 1ª temporada
Quando: De segunda à sexta, às 21h30, no SBT
CLlassificação: 14 anos

28
Dec

Primeiro capítulo de “silêncio”, terceiro volume da série “Hush, Hush”

Postado por: Cine @ Arquivado em: Notícias

A editora Intrínseca liberou no site da série Hush, Hush, a capa e o primeiro capítulo do terceiro volume da série: Silêncio.
Para ler o capítulo, basta clicar na imagem abaixo.


O livro, escrito por Becca FItzpatrick, será lançado no próximo dia 9 de janeiro.

28
Dec

Novos trailers da segunda temporada de “Sherlock”.

Postado por: Patoka @ Arquivado em: Notícias

A segunda temporada de Sherlock, a série britânica que adapta o personagem do título para os dias atuais, chega às telinhas do Reino Unido em 1º de janeiro.

Assista aos trailers abaixo disponibilizados recentemente:

No primeiro episódio, “A Scandal in Belgravia“, vai acompanhar Sherlock (Benedict Cumberbatch) e Dr. John Watson (Martin Freeman) em um caso de extorsão no governo britânico com fotos comprometedoras. Eles terão que lutar contra forças internacionais terroristas, agentes desonestos da CIA e conspirações secretas.

Em “The Hounds of Baskerville“, episódio de número dois, Sherlock e John investigam uma criatura monstruosa que aparentemente matou o pai de um de seus clientes.

No terceiro e último episódio da segunda temporada, “The Reichenbach Fall“, Moriarty retorna às manchetes dos jornais britânicos com um dos crimes mais ousados dos últimos tempos. Sherlock e John chegam aos seus limites para impedir que esse antigo inimigo faça algo ainda mais destrutivo.

Além de Cumberbatch e Freeman, completam o elenco desta temporada Lara Pulver (True Blood) como Irene Adler e Andrew Scott (John Adams) no papel de Moriarty.

28
Dec

Definida capa de “Destinada” da série “House of Night”

Postado por: Patoka @ Arquivado em: Notícias

Depois de cogitar mudar o padrão das capas da série, a editora Novo Século voltou atrás e decidiu manter os desenhos que sempre acompanharam cada volume. Veja abaixo a declaração da editora e a capa definida:

Em respeito a opinião dos fãs da série e colecionadores, manteremos o padrão das capas anteriores para os próximos lançamentos da série HON. – Capa para 9º livro da série House Of Night – Destinada.

Depois que toda a série for lançada, eles relançarão os livros com a capa nova, como pode ser visto abaixo no primeiro volume.

28
Dec

Daniel Craig fala sobre ‘Millennium – Os Homens Que Não Amavam as Mulheres’

Postado por: Patoka @ Arquivado em: Notícias

Embora já tivesse um respeitável currículo como coadjuvante, Daniel Craig virou astro como 007, bancado pela produtora Barbara Broccoli, que contra tudo e todos – até o estúdio -, decidiu acertadamente que ele seria o novo James Bond. Craig encontrou-se com o repórter em Londres, não para falar da próxima aventura de 007 – que roda em 2012 -, mas de Millennium – Os Homens Que não Amavam as Mulheres. O longa que David Fincher adaptou dos livros de Stieg Larsson – presumivelmente, o primeiro de uma série – estreia em 27 de janeiro.

Você tem prática de criar personagens conhecidos do público. Como faz para não frustrar a expectativa das pessoas?
É impossível tentar satisfazer a todo mundo. Veja o caso de James Bond. Quantos atores o interpretaram no cinema? O público nem tem mais a referência do personagem de Ian Fleming. O jornalista da trilogia Millennium é conhecido de 65 milhões de leitores ao redor do mundo, mais os que viram os filmes suecos inspirados nos livros de Stieg Larsson. É preciso ignorar tudo isso e buscar outras formas de apoio. No meu caso, foi o extraordinário roteiro de Steve Zaillan. É um mago das palavras. Quando soube que David Fincher seria o diretor e estava interessado em mim, completou-se o quadro. David é um dos maiores diretores da atualidade. Seu domínio da imagem é absoluto. E, como ele veio do videoclipe, usa a música, o som para criar a cena, não só para ornamentá-la.

O que Mikael Bomkvist (o jornalista) e 007 têm em comum?
São homens, não? Mas até nisso diferem, pela maneira de se colocar diante da mulher. Mikael, embora seja um jornalista de prestígio e um cruzado na busca da verdade, é um homem comum. Enfrenta situações de perigo, mas digamos que o outro cara (007) reagiria de forma diferente. As reações de James (Bond) são na maioria das vezes físicas, instintivas, por mais racional que ele seja. Mikael é mais prudente, tem medo. E, a partir de certo momento, ele se envolve com Lisbeth e fica preocupado com a segurança dela.

O filme é uma raridade em termos de produção classe A de Hollywood. Tem uma protagonista feminina tatuada e cheia de piercings e que, ainda por cima, é bissexual. É uma revolução, não?
Imagino que o espectador, principalmente aquele conservador, toma um choque quando vê Rooney Mara (a atriz que faz Lisbeth) pela primeira vez, mas quero crer que esse estranhamento logo desaparece. Millennium – Os Homens Que não Amavam as Mulheres (The Girl with the Dragon Tattoo, no original) é um thriller e, como tal, tem cenas tensas e movimentadas. Mas, desde nosso primeiro encontro, David (Fincher) deixou claro que não queria fazer mais um filme de serial killer. Em sua obra, ele investigou bastante as mentes de criminosos. Isso faz parte do contexto, mas o filme é mais sobre o relacionamento entre Mikael e Lisbeth. E é uma ligação muito particular, não apenas por causa da natureza ambivalente da garota. Existem as diferenças de idade, porque Mikael é bem mais velho, de origem social, comportamental. Mikael e Lisbeth são personagens que, em princípio, talvez nem se cruzassem, mas se encontram e estabelecem essa relação.

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