quarta-feira, 17/07/2019
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Crítica de filme: “Guerra mundial Z”

 

A história gira em torno do funcionário da ONU Gerry Lane (Pitt) que atravessa o mundo numa corrida contra o tempo para impedir uma pandemia que está desafiando exércitos e governos e ameaçando dizimar a humanidade inteira.

Fui pro cinema sem saber o que esperar do filme. Geralmente quando vamos assistir a um filme no cinema, já vimos trailers (em mil versões, TV SPOTS, stills…) e temos uma ideia do que vem pela frente. Vejam bem, eu não sabia nada mesmo sobre o filme, só que ele é sobre zumbis e é uma adaptação de um livro que foi lançado esse mês no Brasil pela Editora Rocco.

Não era fã do tema zumbis até começar a ler a série Apocalipse Z, do espanhol Manel Loureiro. Então quando surgiu a oportunidade (muito obrigada à equipe da Editora Rocco, que cedeu os ingressos) de ir ver o filme na pré-estreia, não pensei duas vezes e corri pro cinema!

Antes de mais nada: se tiverem a oportunidade de ver o filme em 3D, VEJAM. Eu não sou muito fã do 3D (e nem entendo muito pra dizer se o efeito foi bem feito ou não), principalmente pelo fato de eu ter que usar dois óculos, mas algumas cenas ficaram muito boas e mais impressionantes com o filme nesse formato. Afinal, um zumbi vindo na sua direção é muito mais assustador do que um zumbi que não “sai da tela”, né?

Apesar dos cartazer levarem somente o nome do Brad Pitt, o filme tem um elenco incrível. Entre os destaques estão Mireille Enos, que interpreta a detetive Sarah Linden na série The Killing; James Badge Dale, que também está no elenco de Homem de Ferro 3 e Os Infiltrados; Matthew Fox faz uma ponta, o eterno Jack de Lost.

É um filme essencialmente de ação, mas tem seus momentos de terror e até de comédia, tudo muito bem balanceado. Uma coisa que me deixou extremamente satisfeita foi ver os atores com a cara “limpa”. Vejam bem, esse costuma ser uma grande gafe de vários filmes: o mundo está lá, acabando, e os protagonistas, principalmente as mulheres, com quilos de maquiagem na cara: lápis, rímel, blush, tudo que a gente tem direito. Foi uma das primeiras coisas que eu reparei e ver os artistar de cara limpa me deixou mais próxima deles e fez a diferença. Como diz o ditado, o diabo está nos detalhes. E está mesmo.

Uma coisa que eu achei bem legal foi que, apesar do foco ser nos zumbis, me pareceu que esse foi apenas um pano de fundo para falar de uma nova guerra mundial e de termos uma visão sobre como funcionaria o mundo se as grandes nações começassem a cair todas ao mesmo tempo. E não pensem que isso deixou o filme ou a história chata, não! Pelo contrário.

E claro, como o filme é adaptação de um livro (que não faz parte de uma série), em breve teremos a resenha do livro aqui também, fazendo todas as comparações entre eles para vocês!

Veja o trailer e depois corra para garantir o seu ingresso: Guerra Mundial Z estreia hoje em todo o Brasil em versões 2D e 3D!

Sobre Bru Fernández

Formada em Letras, trabalha como Revisora e Tradutora em uma agência publicitária e preenche suas horas vagas assistindo a seriados, filmes e partidas de futebol, vôlei, basquete e ice hockey, além de ouvir música, ir a shows e, claro, ler. Não curte chick-lits e prefere os thrillers, policiais, YA e fantasia. Nunca sai de casa sem guarda-chuva e um livro na bolsa, afinal nunca se sabe quando irá chover ou surgir uma fila/trânsito em São Paulo.

Um comentário

  1. só uma correção : o livro não foi lançado agora, só houve mudança na capa para aproveitar o lançamento do filme e, sobre o livro … bem, vou deixar vocês lerem ! quanto ao filme … confesso que, depois de ler o livro, esperava muuuuito mais.

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