segunda-feira, 24/07/2017
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Resenha: “Branca dos mortos e os sete zumbis”, de Fábio Yabu

Livro: Branca dos Mortos e os Sete Zumbis e outros contos macabros
Autor: Fábio Yabu
Páginas: 200
Editora: Globo
Resenha por: Bruna Fernández
Comprar: Saraiva Submarino Cultura Travessa Fnac

“Você acredita em contos de fadas?” Pergunta Eduardo Spohr no prefácio. E continua, “Alguma coisa me diz que até o final deste livro você passará a acreditar”. Para que o feitiço Yabu dê certo, é necessário que esqueça tudo o que você sabe sobre contos de fadas.

Tive a incrível oportunidade de conhecer esses contos do Yabu quando eles saíram pela primeira vez pela Nerd Books, editora da dupla Jovem Nerd e Azaghal, e fiquei simplesmente fascinada pela forma como o Fábio (ou melhor, seu alter ego perturbado, Abu Fobiya) abordou os contos de fadas clássicos de forma macabra, trazendo as histórias de volta às suas origens sombrias. Fiquei duplamente feliz quando souber que o livro seria relançado pela editora Globo e com um conto a mais, “O livro da dor”. Mas já aviso: qualquer pessoa que pegue esse livro pensando nas belas adaptações dos desenhos “suavizados” pela Disney, vai levar um choque.

Com Branca dos Mortos, Yabu mostra ao mundo a sua versatilidade como autor. Nunca tinha lido nada escrito por ele, mas sabia que ele era um autor infantil (pra quem é um eremita não sabe ele é o criador das Princesas do Mar) então realmente não sabia o que esperar desse livro de terror. Mas logo ao chegar ao final do primeiro conto do livro, o principal, Branca dos Mortos, tive a convicção de que Fábio é altamente talentoso e deveria investir mais em seu lado sombrio. Achei a escrita de Yabu muito visual, o que acabou tornando os contos mais terríveis ainda. A regra básica das histórias é: “miséria pouca é bobagem”, se algo tem a possibilidade de dar errado, dará errado em dobro.

Nos outros contos ouvimos a versão de Yabu para as histórias da Cinderela (que ganha o nome de CindeHELLa), João e Maria – pra mim a mais sombria de todas! -, Pequena Polegar, Vendedora de Fósforos, entre outras. As ilustrações que acompanham o livro dão vida aos personagens da história. Com os traços em preto e branco elas são, ao mesmo tempo, belíssimas e assustadoras. Apesar de ser um livro de terror confesso que em alguns momentos eu me diverti com os contos, afinal quem não tem uma história clássica da qual já está de saco cheio ou até mesmo uma princesa da Disney que você não suporta? Hora da vingança!

Porém não é só de referências aos contos antigos é feito essa antologia: a história de Samarapunzel faz referência à história da Rapunzel, entretanto, de forma mais demoníaca, misturando elementos do filme “O chamado” e sua personagem icônica, Samara. Outra coisa que me fez gostar mais ainda desse livro é a fina linha traçada pelo autor para conectar as histórias, de forma bem sutil. É revigorante saber que os contos não foram simplesmente jogados para formar um livro, mas sim escolhidos com cuidado e carinho, até mesmo a ordem em que eles aparecem.

Uma publicação impecável e indispensável na estante dos amantes do romantismo sombrio e fantástico que remete a alguns dos melhores autores do gênero como Mary Shelley, HP Lovecraft e Edgar Allan Poe.


Aviso Legal: Esse livro foi cedido pela editora responsável pela publicação no Brasil como cortesia para o Livros em Série.

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Boa sorte!

Parabéns Rubens! Você foi o vencedor escolhido pela equipe do Livros em Série, em breve entraremos em contato.

Sobre Bru Fernández

Formada em Letras, trabalha como Revisora e Tradutora em uma agência publicitária e preenche suas horas vagas assistindo a seriados, filmes e partidas de futebol, vôlei, basquete e ice hockey, além de ouvir música, ir a shows e, claro, ler. Não curte chick-lits e prefere os thrillers, policiais, YA e fantasia. Nunca sai de casa sem guarda-chuva e um livro na bolsa, afinal nunca se sabe quando irá chover ou surgir uma fila/trânsito em São Paulo.

16 comentários

  1. Acho que seria interessante uma versão sombria do conto de fadas “O Mágico de Oz”, onde a pequena Dorothy foi parar nesse mundo encantado de Oz somente com sua alma, seu corpo continua em coma sobre a cama na fazenda da Tia Em enquanto sua mente vaga nas terras frias e assombradas de Oz, onde nem tudo é o que parece. O Homem de Palha a usa para sugar sua inteligência enquanto dorme, tornando-a uma zumbi aos poucos, o Leão Covarde suga sua bravura para que não possa reagir e fazer nada contra seus malfeitores e o Homem de Lata come seu coração, noite após noite, um pedacinho por vez, para que ela se torne uma pessoa extremamente malévola. O Mágico de Oz e a Bruxa “Boa” Glinda estão em sociedade para tornar Dorothy uma zumbi e quando ela despertar na fazenda do Kansas, será uma zumbi completa e devorará sua família e amigos por lá.
    A única pessoa realmente boa nessa história, além da vítima Dorothy é a Bruxa Malvada do Oeste, Elphaba, que de má só tem o nome e não concorda com as tiranias do Mágico.
    Acho que seria uma história bem legal.
    :)

    E-mail de contanto:
    rubens-pereira-junior@hotmail.com

  2. “Marcados e Infelizes”

    João e Maria – não como caçadores, mas sim pobres crianças abusadas em suas infâncias. Os atos ocorriam onde viviam, em uma vila, muito pequena, cercada por um bosque macabro, onde diziam existir seres amaldiçoados. Moravam em uma pequena casa, dormiam em quartos imundos, com paredes mofadas e esburacadas .Viviam com uma velha cigana, que os encontrou na entrada do temeroso bosque. E era naquela pequena casa, naqueles pequenos quartos que tudo acontecia. Velhos cachaceiros e sujos pagavam pequenas mixarias para a Velha ordinária, podendo ter meia hora com a criança de sua escolha – neste caso ou João ou Maria – a preferência na maioria das vezes era pela a pequena Maria, seu corpo ainda em fase de crescimento, cabelos ruivos presos em um longa trança .
    Após observar por dias e durante horas, uma vizinha que mal era vista na vila, mal saia de casa, vivia em um casa escura com as janelas sempre fechadas, mas sua casa chamava atenção por um único detalhe, uma alongada torre em sua lateral . Então, depois de dias decidiu denunciar as supostas “coisas” que estariam acontecendo na casa ao lado, da Velha Cigana.
    Enfim, com a chegada da policial local e de um oficial da justiça, já que na casa haviam duas crianças que estavam passando por situações deploráveis e terríveis, a velha foi presa e as crianças foram para um orfanato próximo ao centro da cidade . Mas foram alimentando um ódio tanto por seus agressores, tanto pela Velha porca Cigana […]

    Ficou meio que uma creepy . mas enfim .

  3. Acho que eu escolheria o conto da chapeuzinho vermelho, pois ele mesmo tem elementos suficientes para uma história de terror. O título seria “Vermelho: a cor da vingança”.
    Segue então uma sinopse e como a seria o desenvolvimento.

    “Ao norte, longe de todos os reinos, um vilarejo próximo das montanhas enfrenta terríveis criaturas que assolam tais terras: Lobisomens por todos os lugares. Elise, a garota que está sempre usando sua capa vermelha esvoaçante decide enfrentar os perigos da floresta para encontrar sua velha avó doente. Ao chegar à pequena cabana, Elise vê os destroços de algo que um dia foi um lar e se junta como aprendiz a um velho lenhador para buscar vingança sobre uma alcateia de lobisomens.”

    O desenvolvimento se passaria todo na região ao norte, onde após aprender as técnicas de combate e armas, Elise iria a uma busca infernal atrás da principal e única alcateia de lobisomens existentes próximo ao vilarejo. Um verdadeiro banho de sangue com os próprios elementos de terror como armas brancas e florestas sombrias.

  4. ^^
    Esqueci o email de contato: (Por favor não me desclassifiquem hahaha)
    victor20122010@hotmail.com

  5. Tiago Santos

    Com ctz escolheria peter pan… Para falar a vdd já existem algumas versões eu acho, e a história original tbm já é meio aterrorizante, mas eu escolheria esse. Imagina um terra do nunca cheia de monstros, e meninos perdidos lutando contra esses monstros para sobreviver, seria incrivel… Um Peter Pan que é um adolescente eterno, mas q já lutou durante centenas de anos contra esses monstros, mas que agora se apaixona por uma wendy q corre um perigo imenso e aterrorizante haha *–*

  6. Maria Alice Bicalho

    A Traída e o Amaldiçoado – de A Bela e a Fera
    ” ‘De noite poderás ter essa beleza comprada com sangue, mas de dia, a fera que vive em seu interior se tornará a imagem do espelho. Só voltaras a ser sempre belo se amar verdadeiramente alguém e se esse amor for correspondido. No entanto, aquela que te ama verdadeiramente, será como eu banhada em sangue, e como a tola fada que um dia fui, pelas suas mãos morrerá. E condenado á Eternidade, a partir deste dia você será.’

    Era uma vez um príncipe. Um príncipe horrível, que prendeu uma fada, exigiu um desejo e cortou lhe as asas. Mas que foi amaldiçoado por isso. Séria uma fera horrível, até que amasse verdadeiramente e fosse correspondido. Mas quem quer que o amasse, seria morto por ele. E isso sempre acontecia, terminava em um banho de sangue do qual ele não se lembrava, mas que o deixava sempre muito… Sujo. De vermelho.

    Era uma vez uma garota. Uma garota tão bonita, que era chamada Bela. Mas que tinha um pai horrível. Um inventor louco e ganancioso, que quando soube que um rico príncipe precisava que uma garota morresse para quebrar sua maldição, vendeu a própria filha por algumas moedas de ouro.”
    Bom, na verdade todo conto de fadas na verdade é um conto de terror. Todos foram criados na Idade Media, onde violência era apelido. Deixavam criancinhas verem bruxas queimando, então as historias não eram muito felizes. Com o passar do tempo – e o surgimento da Disney – eles foram perdendo seu propósito original, que era assustar, e passaram a ser coisas que contamos para fazer as crianças dormirem.
    e-mail maria.bicalho26@hotmail.com

  7. Bianca Rodrigues

    “Os sonhos de Bela”

    A bruxa me arrastava pelo braço, eu sabia que deveria fugir, que ela me mataria mas não conseguia me afastar. Eu estava hipnotizada.
    Entramos naquele quarto e ali estava a roca. Um arrepio correu pela minha espinha.
    Ela puxou minha mão e me colocou ao lado da roca. Esticou meu dedo e me furou. E então o tempo parou.
    Tudo começou a perder o foco. Uma voz gritava na minha cabeça. O chão se abriu num buraco negro terrível e eu fui puxada para dentro dele. Estava tão frio. Caí no chão no meio daquelas trevas, e então os gritos pararam.
    Me sentei no chão e senti um cheiro podre terrível.
    -Bela?
    Era uma voz rouca, baixa e que fez todos os meus pelos se arrepiarem. Me levantei prendendo a respiração, o impulso de correr cada vez mais forte. Uma luz brilhou à minha direita de pé ali parado estava o meu pior pesadelo.

  8. Alice no País do Carnaval

    Alice, coitadinha, escorregou em um buraco enorme e acabou aparecendo em um País chamado Brasil, em pleno carnaval. Com um solavanco pisou no chão, bem no meio de um Bloco na Bahia.
    Todo mundo queria tirar uma casquinha dela. Primeiro, levou um beliscão na bunda. Deu um pulo de susto. Pisaram em seus pés até ela não senti-los mais.
    Só teve uma coisa que a Alice adorou: beijos na boca.
    Ela beijou muuiito. Beijou tantas bocas com gosto de vodka e cerveja que ficou meio bêbada também.
    Beijou um menino que era a cara de um coelhinho. Como parecia um coelhinho, aquele menino! Pensava.
    Mas o que ela gostou mesmo foi um outro, que parecia o Johnny Depp, com uma cartola enorme de doido, na cabeça.
    Ela acabou ficando com este. Depois da quarta-feira de cinzas, decidiram se casar e ter filhos.
    Nessa história, Alice já é maior para não ser uma história de pedofilia!!
    Não é tão macabra, mas estou apostando na minha história. Abraços.

  9. Daiane Daniele Bonini

    Alice na Penumbra da Noite

    Depois de um farto café da manhã, apreciado em um bosque exuberante, sob uma toalha de mesa com estampa de coelhos, cartas de baralho e utensílios de cozinha, estendida no chão, Alice, uma garotinha de olhos azuis e bochechas coradas, começa uma bela canção. As árvores espalhadas pelo lugar começam a sentir a melodia, ajudadas pela amena brisa local, balançam para cá e para lá… mal sabia a pobre garota que o que estava prestes a acontecer. A letra da música cantada estava gravada no tronco de uma das árvores do local, e o que era agradável aos olhos e ouvidos, virou a tragédia que poucas pessoas conseguem suportar, sem estas permanecerem sã depois dela, se é que algum dia ela acabaria…
    Não era noite, mas sim uma temível escuridão, não o bastante para ocultar o que os olhos enxergavam, mas para deixar o ambiente ainda mais terrível…sombras eram projetadas por todo e qualquer ser, vivo ou inanimada presente, um barulho terrível ocupava o lugar da encantadora melodia e não havia mais espaço para a felicidade.
    A canção era, na verdade um feitiço de bruxas de gerações passadas, feita para chamar o fim do mundo, caso fosse preciso devido a salvação do clã; pobre garota…nunca poderia ter imaginado tal situação…

    …continua…

  10. O conto de fadas que eu escolheria (escolhi) para fazer de terror era o Flautista de Hamelin, porque nele tem uma das coisas que eu mais tenho pavor no mundo Ratos!
    E dá pra enfiar umas paradas horrendas de estupro e pedofilia que são duas coisas assustadoras ao meu ver.

    O e-mail é kmonneska@yahoo.com.br

    O Perverso Flautista de Hamelin

    Conta-se que a muitos anos atrás a cidade de Hamelin foi invadida no meio da noite por ratos, os moradores acordaram ao som de gritos e puderam ver os ratos que comiam os alimentos do celeiro, as comidas de suas dispensas e até mesmo seus filhos menores nos berços.
    Na noite da infestação dezenas de crianças de colo foram devoradas, restando apenas nos berços cabelos, ossos e um emaranhado de pele e vísceras e a assolação dessa praga se arrastou por alguns dias. Os que tinham para onde ir, fugiram da cidade, os que não podiam fugir, permaneceram.
    Até que um dia apareceu um flautista encantado que prometeu dar fim aos ratos pelo pagamento de determinada quantia. O preço foi acertado e ele assim o fez, ao pôr do sol a cidade estava livre da infestação, mas após se verem livres do problema, os moradores não quiseram mais pagar e escorraçaram o flautista para fora da cidade.
    Mal sabiam eles que o flautista era um maligno mago, e o senhor dos ratos, era ele quem os enviava para invadir as cidades e assim receber delas o pagamento. E como vingança da humilhação que sofreu, ele enviou dessa vez o dobro de ratos e esses tinham o dobro do tamanho e fora lhes mandado devorar os adultos e poupar as crianças, pois o mago as desejava como pagamento.
    E no dia seguinte o mago tomou posse da cidade e das crianças para si e fez com que os próprios filhos limpassem suas as casas dos restos dos cadáveres de seus pais e a cada dia o flautista ia violentando as crianças ao som da sua flauta mágica, uma a uma ao seu bel prazer.
    Aos ratos ele deu o trabalho de vigiar a cidade e todo aquele que tentasse fugir era devorado.
    E todas as noites dava pra ouvir os gritos daqueles que preferiam ser devorados, à continuarem sofrerem os abusos do flautista.
    E a maldição se manteve até que ele deu o seu último suspiro, mas antes de morrer ele deu a ordem aos ratos que devorassem a todos, sendo muitos desses já seus filhos com as garotas violentadas. E assim os ratos o fizeram e esse foi o fim da cidade de Hamelin porque seus moradores não pagavam as suas Dívidas.

  11. Diego Pieroccini

    Peter nascera em uma família perfeita: filho de nobres, herdeiro de uma imensurável fortuna, e tendo um irmão mais novo que o amava mais que a si mesmo. Entretanto… isso não o satisfazia. Apesar da jovialidade, detestava pensar na morte – repudiava a ideia de perder sua riqueza, conforto e subordinados. Vasculhando uma ala proibida da biblioteca do palácio, encontrara um livro de evocação demoníaca, interessou-se por um infame capaz de realizar qualquer desejo à um “pequeno custo”. Contudo, para trazê-lo ao castelo, deveria oferecer a mão da pessoa que mais o ajudara na vida. Em uma noite chuvosa… Peter aproximou-se de seu irmão – que dormia placidamente – e… o esfaqueou impiedosamente tapando-lhe a boca – o olhar incrédulo de sua vítima dava-lhe um prazer indescritível. Decepou a mão daquele corpo agonizante, e a ofertou ao demônio. Abruptamente, uma figura feminina surgira atrás de si. Sem hesitar, o jovem assassino pediu para jamais envelhecer… O garoto adentrou no quarto dos pais pela penumbra… Sua faca respingando o sangue do irmão pelo carpete… Trovões tornando seus passos inaudíveis… O Sorriso sardônico… Um corte letal na garganta do pai… Infindáveis facadas na mãe… Gargalhadas de excitação… Pacto selado. O súcubo ficou extasiado com a avidez por carnificina daquele humano. Sendo assim, fizeram um novo acordo… Um pó cintilante – feito com a alma de inocentes -, e um lugar recôndito para Peter governar. Em troca, ele só precisaria induzir crianças – seus novos servos – a cometer parricídio. O irmão – que miraculosamente sobrevivera -, roubou o navio de um famigerado pirata, resgatou marinheiros para a sua tropa que outrora foram porcos em um ilha estranha, e navegou pelos sete mares atrás daquele que destruíra sua família – sempre mostrando a direção com o gancho que um dia fora sua mão. “As pessoas acreditariam se lhes contasse que uma fadinha reluzente, é um demônio disfarçado; seu amigo alado que nunca envelhece, só quer corromper crianças; e um velho capitão – cheio de ódio – é o herói aqui? Creio que não, por isso, preciso matar Peter Pan de qualquer maneira!” Ass.: C. Gancho Título: A Outra Face de Peter E-mail: diegoarathon@hotmail.com Que conto de fadas você transformaria em uma história macabra? Peter Pan Autor: J. M. Barrie (1860 – 1937)

  12. Esqueci de colocar o email . Sorry .

    Conto – “Marcados e Infelizes” (João e Maria ) .

  13. Gostei muito do Diego Pieroccini e Rubens Pereira.

  14. Gostei do da Kris, mistura fantasia e realismo, quase ao estilo de C.Perraut

  15. Rubens teve a melhor ideia. Diego a melhor escrita. Pena que não escrevi o meu porque não vi esse concurso, que triste ),: Só uma coisa, meio absurdo comparar qualquer um aqui com Charles Perrault, sem querer ofender ninguém que participou, mas nem no “QUASE” o estilo chegou perto do “Pai da Literatura Infantil”. Menos galera, hahahah.

  16. Gostei do Rubens, porém a do Diego esta mais interessante e muito bem escrita.

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