sexta-feira, 22/09/2017
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Resenha: “A joia”, de Amy Ewing

Livro: A Joia (#01)
Série: A Cidade Solitária
Autor(a): Amy Ewing
Páginas: 352
Editora: Fantasy
Tradução: Débora Isidora
Resenha por: Kinina
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Joias significam riqueza, são sinônimo de encanto. A Joia é a própria realeza. Para garotas como Violet, no entanto, a Joia quer dizer uma vida de servidão. Violet nasceu e cresceu no Pântano, um dos cinco círculos da Cidade Solitária. Por ser fértil, Violet é especial, tendo sido separada de sua família ainda criança para ser treinada durante anos a fim de servir aos membros da realeza. Agora, aos dezesseis anos, ela finalmente partirá para a Joia, onde iniciará sua vida como substituta. Mas, aos poucos, Violet descobrirá a crueldade por trás de toda a beleza reluzente – e terá que lutar por sua própria sobrevivência. Quando uma improvável amizade oferece a Violet uma saída que ela jamais achou ser possível, ela irá se agarrar à esperança de uma vida melhor. Mas uma linda e intensa paixão pode colocar tudo em risco! Em seu livro de estreia, Amy Ewing cria uma rede de intrigas e reviravoltas na qual os ricos e poderosos estão mais envolvidos do que se possa imaginar, e onde o desejo por saber o destino de Violet manterá o leitor envolvido até a última página.

A Cidade Solitária é divida em cinco círculos, cada um deles separado por uma muralha. O círculo externo, o Pântano, é onde os operários e as pessoas mais humildes moram. O quarto círculo é a Fazenda, onde a comida é cultivada. Na Fumaça ficam as fábricas. O segundo círculo é o Banco, onde os comerciantes têm suas lojas. O círculo interno, a Joia, é o coração da cidade, onde vive a realeza, e é onde a história toda acontece.

As mulheres da realeza têm dinheiro, joias, as melhores casas, educação e tudo mais, mas elas não têm a capacidade de ter filhos. Já algumas meninas do Pântano que vivem quase que na miséria têm algumas características que as tornam extremamente especiais: devido aos Presságios elas podem gerar filhos para a realeza.

Todo ano acontece um Leilão onde as nobres escolhem uma garota que possa gerar um bebê. Quanto mais alta a classificação de uma garota, mais especial ela é. A Joia conta a história da #197, Violet Lasting.

Violet foi escolhida por uma das mais ricas e influentes mulheres, a Duquesa do Lago. Por “escolhida” devemos entender como comprada. Violet se torna um bem da Duquesa, que promete cuidar bem da jovem desde que ela sem comporte bem e cumpra com a sua função.

Violet, apesar de toda a humilhação e violência, tenta fazer de tudo para para cumprir com seu dever, mas nada é tão fácil quanto ela poderia imaginar. Além de ter que lidar com a loucura da Duquesa, temos seu filho Garnet que aparenta ser descontrolado, sua sobrinha que não consegue casar, alguns funcionários pela casa que se tornarão peças chaves para que Violet sobreviva.

A história é contada em primeira pessoa por Violet. Através do ponto de vista dela, conseguimos conhecer outros personagens que são extremamente interessantes. Uma personagem da qual eu gostei da história, mas ainda tenho dúvidas se gosto dela ou não, é a Eleitora, a mulher mais poderosa da sociedade. Ela veio de uma classe mais baixa e se casou com o Eleitor, um casamento que aconteceu por afeto e não por interesse ou negociação como eram todos os outros. Isso faz com que ela seja respeitada por algumas mulheres e desprezada por outras, principalmente pela Duquesa do Lago.

Tem também Ash Lockwood, o belo acompanhante da sobrinha da Duquesa, mas que acaba se envolvendo com Violet e fazendo aparecer nesta INCRÍVEL distopia a parte romântica da história.

É muito diícil falar desse livro, fazia muito tempo que eu não lia um que gostasse tanto, tanto, tanto. A vontade que tenho é de contar tudo e discutir todos os detalhes, mas essa resenha viraria um mega spoiler. Quando li a sinopse, achei que teria uma boa história pela frente; a leitura começou um pouco lenta, mas assim que tudo começou a se desenvolver devorei o livro em poucos dias e quase enlouqueci quando cheguei ao final.

Dica para aquelas pessoas que tem mania de ler a última página ou frase do livro antes de começar: NÃO LEIA OS ÚLTIMOS DOIS PARÁGRAFOS.

O problema não são as frases, porque a mais importante já havia sido falada algumas vezes durante a história, mas sim quem faz a promessa:

Vamos tirar você dai.


Aviso Legal: Esse livro foi cedido pela editora responsável pela publicação no Brasil como cortesia para o Livros em Série.

Sobre Kinina

Formada em Hotelaria e Análise de sistema, mas trabalha com Atendimento em uma agência publicitária. Passo o tempo lendo, assistindo seriados, ouvindo música e tendo ideias malucas. Vai que um dia alguma dá certo e ela fica rica e famosa...

4 comentários

  1. Nossa se parece tanto com A Seleção, to louca pra ler!

  2. Amei a resenha. Parece ser um ótimo livro. A capa lembra um pouca A Seleção. Tô ansiosa pra ler.
    Parabens pela resenha.*-*

  3. Já estou lendo a joia e, maravilhoso cada pagina esta cheia de um conteúdo envolvente e uma escrita delicada.

  4. Só pq vc disse pra não ler os dois ultimos parágrafos deu vontade de ler kk

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