terça-feira, 10/12/2019
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Entrevista: Alexandra Bracken para a EW

EW: Good Reads
Tradução: Bruna
Revisão: Kinina

Alexandra Bracken fala sobre seus últimos projetos para a EW.

EW: O que você pode contar para os fãs sobre Through the Dark?
Estou muito animada que estas histórias finalmente vão estar disponíveis em capa dura para que os leitores sem e-readers tenham acesso a eles em outro calhamaço – esse livro tem uma média de 500 páginas – com uma bela capa dura para adicionar à sua coleção. Cada uma destas histórias é contada a partir de perspectivas fora da linha principal da narrativa de Ruby, e elas foram feitas para expandir sobre diferentes aspectos do mundo da história. Enquanto você não precisa ler essas histórias para seguir a linha principal da narrativa dos romances, elas se amarram à ela.

Mais especificamente, o que você pode adiantar sobre seu mais recente romance, Beyond the Night?
Beyond the Night é como uma continuação de Sparks Rise, que é contada em parte sob a perspectiva de Sam. Amei revisitá-la em Sparks Rise e mostrar o que aconteceu com a amiga de Ruby que foi deixada para trás quando ela escapou de Thurmond na série The Darkest Minds. Talvez “amar” não seja a palavra certa, considerando as coisas horríveis que acontecem com ela, mas eu tenho um ponto fraco em relação à personagem e quão forte ela é. Lucas, o outro narrador de Sparks Rise é fora da comissão neste livro, então Sam divide capítulos alternados com alguém novo. A história se passa várias semanas após o fim do terceiro livro, In The Afterlight, e toca a incerteza e desorganização que vêm após o fim de uma mudança monumental de poder e antes de um novo regime estável tomar o seu lugar. Há um novo perigo terrível que as crianças estão enfrentando, e você vai começar a ver algumas personagens da história principal… mas não vou dizer quem!

O que você pode adiantar sobre Passenger?
Falo para as pessoas que é algo como National Treasure encontrar com Outlander. Há um romance muito excitante, me atrevo a dizer, entre Etta e Nicholas. Como ela é do século 21, e ele é do século 18, ambos são extremamente surpreendidos por quão bem eles trabalham juntos e compreendem o corações e a mente do outro, considerando o quão diferentes são as suas origens. Eles se juntam para encontrar um objeto de poder inacreditável que foi roubado por um outro viajante do tempo com apenas algumas pistas como guia. Essas pistas os levam através de todos os séculos e continentes, sempre tentando descobrir se pode haver um futuro para eles. É também uma história sobre ambição, o preço dela, até onde as pessoas estão dispostas a ir para conseguir o que desejam, e viver com as consequências e os sacrifícios dessas escolhas.

Qual foi a inspiração por trás de Passenger?
Este é definitivamente um caso de eu escrever exatamente o livro que eu realmente queria ler que eu não poderia encontrar por aí: uma narrativa que combina história, romance, fantasia e aventura. Eu realmente tive a primeira semente de ideia antes de começar a escrever a série The Darkest Minds, mas levou um longo tempo para cozinhar a história, por assim dizer. Poucas semanas depois de entregar In The Afterlight, eu tive uma ideia relâmpago sobre como corrigir o problema de construção do mundo que me impediu de escrevê-lo inicialmente, e o resto, como dizem, é história.

Você está trabalhando em mais alguma coisa?
Acabei de trabalhar em uma reescrita de Star Wars: Uma Nova Esperança para os leitores mais jovens, com a qual eu estou incrivelmente animada. Como alguém que cresceu com um pai colecionador de Star Wars e passou de 8 a 13 anos quase exclusivamente lendo romances Star Wars, esta tem sido uma enorme e incrível experiência para mim… Eu brinco de chamar o meu livro de The Star Wars Breakfast Club porque está dividido em três ponto de vista diferentes – Leia, Han e Luke – e brinco com os rótulos que os outros foram rápidos em colocar neles e sua luta para provar a si mesmos e para a galáxia que eles são mais do que os querem que eles sejam. The Princess, the Scoundrel and the Farmboy sai nos Estados Unidos ainda esse ano.

Sobre Bru Fernández

Formada em Letras, trabalha como Revisora e Tradutora em uma agência publicitária e preenche suas horas vagas assistindo a seriados, filmes e partidas de futebol, vôlei, basquete e ice hockey, além de ouvir música, ir a shows e, claro, ler. Não curte chick-lits e prefere os thrillers, policiais, YA e fantasia. Nunca sai de casa sem guarda-chuva e um livro na bolsa, afinal nunca se sabe quando irá chover ou surgir uma fila/trânsito em São Paulo.

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