segunda-feira, 18/12/2017
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Resenha: “O lírio dourado”, de Richelle Mead

Livro: O lírio dourado (#02)
Série: Bloodlines
Autor: Richelle Mead (Curtir)
Páginas: 424
Editora: Seguinte
Tradução: Guilherme Miranda
Resenha por: Nina
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Em sua última missão, a alquimista Sydney Sage foi enviada a um colégio interno na Califórnia para proteger a princesa Moroi Jill Dragomir, e assim evitar uma guerra civil entre os vampiros que certamente afetaria a humanidade. Porém, a convivência com Jill, Eddie e principalmente Adrian leva Sydney a perceber que talvez os Moroi não sejam criaturas tão terríveis assim – e ela passa a questionar os dogmas que lhe foram ensinados desde a infância.
Tudo se torna ainda mais complicado quando Sydney descobre que talvez tenha a chave para evitar a transformação em Strigoi, vampiros malignos e imortais, mas esse poder mágico a assusta. Igualmente difícil é seu novo romance com Brayden, um cara bonito e inteligente que parece combinar com Sydney em todos os sentidos. Porém, por mais perfeito que ele seja, Sydney se sente atraída por outra pessoa – alguém proibido para ela. E quando um segredo chocante ameaça deixar o mundo dos vampiros em pedaços, a lealdade de Sydney será colocada mais uma vez à prova. Ela confiará nos alquimistas ou em seu coração?

ATENÇÃO! Esse livro não é o primeiro da série e a resenha pode conter spoilers! Confira nossas resenhas anteriores dessa série, clicando na capa desejada:

No primeiro livro da série, foi bem difícil para a protagonista da história, Sydney Sage, se adaptar à vida de adolescente normal na Escola Preparatória Amberwood. Já na continuação da série, a coisa começa a mudar um pouco de figura, já que a ameaça Strigoi não é tão presente mais. Agora há mais tempos para os estudos, os amigos e, por que não, uma paixão?

Trey, amigo de Sydney que trabalha na cafeteria Spencer’s, apresenta para ela Brayden, sua versão masculina. Como Sydney, Brayden cultiva vasto conhecimento acadêmico e acaba sendo mal interpretado pelas suas predileções. A identificação é imediata, mas isso causa estranhamento e desconforto entre os amigos da heroína, e põe em evidência o quão desajustada socialmente a garota é. Mas Sydney decide deixar isso de lado e curtir um pouco de normalidade.

É, mas nada é tão simples quanto parece. Dimitri e Sonya estão na cidade e, juntamente com Adrian e Eddie, realizam estudos para descobrir se há alguma característica diferente nos que já foram Strigoi e se curaram. Eles querem descobrir o que os impede de se tornar Strigoi novamente, e fazem dezenas de testes, que podem até chegar a comprometer Sydney e ameaçar sua boa reputação com os Alquimistas.

Uma coisinha que me deixa levemente irritada com os livros da Richelle Mead é que as 200 primeiras páginas são uma grande enrolação. Não que isso seja de todo ruim, porque é nessa parte que fica a descontração, o lado mais cômico e descontraído da história. Mas a certa altura, quando você vê que as páginas estão acabando, o enredo ganha um ritmo tão frenético, que mesmo que você queira, seus olhos continuam a voar pelas linhas e parágrafos de maneira incontrolável, buscando os próximos acontecimentos, com medo de perder os detalhes e aí… FIM. É uma característica boa, admito, pra que você fique empolgado o bastante pro próximo livro. Mas bate aquele desespero de que o livro chegou ao fim, e a parte emocionante passou rápido demais.

Particularmente, eu sou mais fã de Bloodlines do que de Academia de Vampiros. Acho uma série mais divertida. Ainda mais agora, com todo o clima de romance no ar… É, não vai dar pra perder a continuação!

“Um curto momento de paz em meio à escuridão do desespero. Era aquilo que eu queria e era aquilo que tinha conseguido. Tinha valido a pena? Esfreguei as pontas dos dedos umas nas outras, ainda sentindo aquele calor. Sim, concluí. Tinha valido a pena.” – p. 164


Aviso Legal: Esse livro foi cedido pela editora responsável pela publicação no Brasil como cortesia para o Livros em Série.

Sobre Nina Lima

Poderia ser qualquer outra coisa, mas resolveu ser turismóloga e apaixonada pela Inglaterra e pelo McFLY. Leu a trilogia Jogos Vorazes em três dias e amou; considera Harry Potter a melhor série do mundo, adora a escrita da Meg Cabot e topa qualquer YA Book.

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