30
Jan

Teaser da 5ª temporada de True Blood

Postado por: Bru 'Duda' @ Arquivado em: Notícias

Ainda sem data de estreia, a quinta temporada, com 12 episódios, será exibida nos EUA entre os meses de junho e agosto.

26
Dec

Resenha: “A vingança”, de Christopher Reich

Postado por: Bru 'Duda' @ Arquivado em: Notícias, Reviews

Livro: A vingança
Série: Jonathan Ramson
Autor (a): Christopher Reich
Páginas: 352
Editora: Arqueiro
Resenha por: Bruna
Compre aqui: Saraiva

Atenção! Essa resenha pode conter spoilers se você ainda não leu o primeiro livro da série, A farsa!

Há menos de seis meses, o respeitado cirurgião da ONG Médico sem Fronteiras Jonathan Ransom teve sua vida drasticamente transformada.

Durante uma escalada na Suíça, ele e a sua esposa, Emma, foram surpreendidos por uma tempestade. Jonathan acreditou que a mulher tivesse morrido, mas logo descobriu que ela escondia um passado obscuro. Emma é uma agente secreta. E não está morta.

Agora, atuando num lugar remoto da África, o Dr. Ransom tira uma folga de suas atividades humanitárias para ir a Londres, convidado a dar uma palestra num congresso de medicina. Assim que chega ao hotel de luxo onde ficará hospedado, é abordado por um desconhecido que lhe dá instruções para se encontrar com Emma.

Apaixonado e cheio de saudades, ele vê a esposa por duas vezes. Mas então Emma se despede de novo, dizendo que ainda corre grande perigo e precisa desaparecer. Incapaz de aceitar essa segunda separação, Jonathan a segue até uma movimentada rua de Westminster. Ao perceber o que a mulher está tramando, ele tenta detê-la, mas não consegue.

Emma detona um potente carro-bomba na frente de um edifício ministerial, deixando quatro mortos e mais de 30 feridos. Ao tentar ajudar uma das vítimas, Igor Ivanov, ministro do Interior russo, Jonathan é preso, acusado de cumplicidade no atentado. Para provar sua inocência, a polícia exige que ele ajude a encontrar Emma.

Nada é o que parece. Se me pedissem pra resumir essa obra em apenas uma frase, eu usaria essa. Depois de uma aventura de tirar o fôlego dos leitores, o médico com talento pra agente secreto, Jonathan Ransom, está de volta em uma nova história tão boa quanto a primeira. Se não for melhor. Só me arrependo de não ter lido os livros em sequência, pois ficou difícil recordar dos acontecimentos finais do livro anterior pois os livros de Reich são muito ricos em detalhes e diferentes histórias acontecendo ao mesmo tempo que acabam se entrelaçando em algum momento.

Descobrir que sua amada e dedicada esposa de tantos anos é na verdade uma agente secreta que fraudou sua própria morte por ter várias pessoas em seu encalço por ter se rebelado contra seus antigos empregadores. Por esse motivo, ela deve continuar fugindo. Algum tempo depois de estar atuando na África, Jonathan é convidado a dar uma palestra durante um congresso em Londres. Sem entender como ele foi chamado, ele acredita que esse seja um sinal de Emma. E realmente é. O casal se reencontra, mais apaixonado do que nunca, porém, um atentado a bomba contra um ministro russo, Igor Ivanov, transforma o tão aguardado reencontro em um banho de sangue. O médico tem certeza de que a esposa está, de alguma forma, envolvida nesse crime. Só que ele está mais uma vez na mira da polícia, que acredita que ele seja o responsável e Jonathan tem uma escolha a fazer: pegar prisão perpétua ou ajudar na captura de sua esposa.

Muito mais bem estruturado e menos confuso que o livro anterior, A vingança nos traz um Jonathan mais perspicaz, um pouco mais frio mas ainda com um enorme coração e uma inocência de uma criança de 5 anos. Houve momentos que tinha vontade de entrar no livro só pra poder estapear a cara dele e pedir pra ele acordar pra vida. Pra um médico que trabalhou em zonas de guerra e tem um certo conhecimento do mundo da espionagem, ele pode ser bem inocente em alguns momentos. E é incrível como ele, uma pessoa simples, consegue se safar de situações extremas, sem saída, praticamente um James Bond. A esposa de Ransom, Emma, é uma personagem completamente diferente nesse volume, mostrando seu lado frio e calculista, não a amada esposinha do doutor, como vemos Emma atráves dos olhos dele.

Dessa vez, Reich usou como pano de fundo um países mais usados quando se trata de espionagem: a Rússia, o que acaba tornando a história muito mais intrigante, misteriosa e curiosa. O autor usa muito do recurso de nos mostrar cenas e não nos relevar o nome do autor das ações feitas nela, para só depois, lá na frente nos mostrar quem estava por trás dos acontecimentos, deixando nosso queixo lá no chão. Com muito suspense, se prepare para ser surpreendido até a última frase do livro. Afinal, no mundo da espionagem não se pode confiar em ninguém e realmente, nada é o que parece.

22
Dec

Planeta lança trilogia sobre o Japão

Postado por: Bru 'Duda' @ Arquivado em: Lançamentos

Essa é para quem curte o Japão: a Planeta está lançando o primeiro volume da trilogia “Tóquio Ano Zero”.

Ao mesmo tempo em que é assustador, “Tóquio Ano Zero” é um livro brilhante. Pelo impacto do enfoque histórico e pelo clima de um filme policial, a obra de David Peace é o primeiro volume da trilogia sobre a capital japonesa, no qual o autor já revela seu estilo bem peculiar e funde fatos com ficção para explorar as mentes estilhaçadas das pessoas. A história se passa em 1946, um ano após o fim da guerra, com o país sendo dominado pelos americanos. A cidade está destruída e ninguém confia nos seus próximos. Vale a pena conferir!

15
Dec

Resenha: “Herdeiros de Atlântida”, de Eduardo Spohr

Postado por: Bru 'Duda' @ Arquivado em: Notícias, Reviews

Livro: Herdeiros de Atlântida
Série: Filhos do Éden
Autor (a): Eduardo Spohr
Páginas: 473
Editora: Verus
Resenha por: Bruna
Comprar: Saraiva

Há uma guerra no céu. O confronto civil entre o arcanjo Miguel e as tropas revolucionárias de seu irmão, Gabriel, devasta as sete camadas do paraíso. Com as legiões divididas, as fortalezas sitiadas, os generais estabeleceram um armistício na terra, uma trégua frágil e delicada, que pode desmoronar a qualquer instante.

Enquanto os querubins se enfrentam num embate de sangue e espadas, dois anjos são enviados ao mundo físico com a tarefa de resgatar Kaira, uma capitã dos exércitos rebeldes, desaparecida enquanto investigava uma suposta violação do tratado. A missão revelará as tramas de uma conspiração milenar, um plano que, se concluído, reverterá o equilíbrio das forças no céu e ameaçará toda vida humana na terra.

Ao lado de Denyel, um ex-espião em busca de anistia, os celestiais partirão em uma jornada através de cidades, selvas e mares, enfrentarão demônios e deuses, numa trilha que os levará às ruínas da maior nação terrena anterior ao dilúvio – o reino perdido de Atlântida.

- (…) Alguns mistérios são e sempre serão indecifráveis. Especialmente para nós.
- Por que “especialmente”?
- Cada porta aberta leva a muitas outras, portanto, mais afastados estamos da verdade. Por isso, minha filosofia é simples: dirija rápido, mantenha-se bêbado e nunca dispense uma boa briga.
- pg. 283

Muitos de vocês já devem ter ouvido falar do Eduardo Spohr e best seller A Batalha do Apocalipse, que foi o maior sucesso em vendas de 2010 e uma das revelações na literatura nacional. Eis que agora ele está de volta, com uma série de livros sobre o mesmo universo de ABdA, porém, explorando outros personagens. Dica: você não precisa ler ABdA antes de começar a ler essa série, aliás, é melhor e menos confuso se você começar por Herdeiros de Atlântida. Mas vamos ao que interessa!

Herdeiros de Atlântida trata da grande guerra dos céus entre os arcanjos Miguel – que, por pura inveja e ódio, deseja aniquilar os seres humanos da face da Terra – e Gabriel, o arcanjo que, por estar constantemente na Terra e viver entre nós, se rebelou para proteger a nossa raça. Porém, nesse livro Eduardo nos mostra a visão dos soldados no meio dessa guerra, os meros peões em um plano muito maior do que qualquer um pode imaginar. Temos algumas histórias paralelas ocorrendo ao mesmo tempo: a história Kaira, uma celestial que estava em uma missão na Terra junto com seu guarda costas, porém acabou perdendo sua memória; os secundários Urakin e Levih, dois anjos, que são enviados à Terra com a missão de resgatar Kaira; a história do misterioso, trapaceiro e atrante Denyel, um querubim exilado, que procura ser incorporado nas legiões rebeldes de Gabriel; e por fim, a história paralela do Primeiro Anjo, um personagem sombrio e do qual pouco aprendemos, porém fica claro que esse pouco será fundamental para os outros livros da série.

É impossível falar de todos os personagens aqui (pois eles são muitos, e cada um com uma particularidade interessante) mas não posso deixar de ressaltar alguns. É complicado falar sobre Kaira, uma das personagens centrais da história, sem dar espaço para spoilers, mas é interessante como a perda de memória da personagem serve de apoio para o autor explicar aos leitores algumas das ‘regras’ do mundo celestial, histórias, hierarquias e etc. Denyel, o querubim exilado, funciona como um escape cômico para a história: quase sempre que ele abre a boca é garantia de risos. Por estar vivendo tanto tempo na Terra é muito fácil perceber os lapsos de sentimentos e atitudes humanas que o anjo tem. Acho que essa faceta cômica e mais humana, apesar de se tratar de um anjo guerreiro, deu um grande carisma ao personagem. Outros dois grandes personagens do livro, na minha opinião, são o doce ofanim Levih, também chamado de Amigo dos Homens e seu companheiro de missão, outro querubim, o brucutu Urakin, também conhecido como Punho de Deus; ambos enviados à Terra com a missão de encontrar Kaira.

Uma boa analogia seria comparar o livro com um quebra-cabeças: vamos recebendo pequenas peças no começo da narrativa e, com elas, formamos a estrutura de fora do quebra-cabeças. A cada capítulo lido, vamos compreendendo mais e mais sobre a guerra e as intenções pessoais de cada um, até formamos a imagem completa (ou quase completa :P) ao final desse primeiro volume.

A descrição dos personagens e ambientes é um fator positivo na narrativa, pois ao mesmo tempo que elas são simples nos fazem imaginar as cenas com uma riqueza de detalhes, nos fazendo sentir dentro da história, como coadjuvantes, ali no cantinho assistindo as ações dos personagens. Gostei muito do fato do livro ficar em cenários nacionais como o Rio e a Amazônia. Eduardo prova, mais uma vez, que as histórias fantásticas não precisam se passar em outros países para serem mais verossímeis. Herdeiros de Atlântida é, acima de tudo, um livro de aventura e ação, mas podemos perceber ao longo da história traços de mitologia (o próprio título dá a dica, quem aí nunca ouviu falar da história da cidade perdida de atlântida!), história e filosofia. Eu, particularmente, achei muitas passagens permeadas de questões altamente filosóficas, que nos fazem pensar e refletir, ir além do que está ali no papel.

O livro pode parecer um tanto confuso para os leitores mais desatentos e que não estão acostumados com literatura fantástica, que geralmente possue inúmeros personagens. Vejam bem, temos histórias paralelas acontecendo ao mesmo tempo, a narrativa não é linear e somos levados ao passado e ao futuro constantemente. Além de a maioria dos personagens ser chamada de mais de um nome. Kaira por vezes é chamada de Centelha Divina, Gabriel de O Mestre do Fogo ou ainda Força de Deus, etc. Portanto esse é um livro que merece uma boa dose de concentração durante a leitura, caso contrário você pode facilmente se perder. Não achei que é um fator que chega a realmente atrapalhar a leitura, a minha fluiu normalmente e me acostumei com os outros nomes facilmente. Mas se você é do time dos que se perdem com facilidade, tem uma lista dos personagens como apêndice no final do livro pra ajudar.

Aliás, o apêndice é um incrível adicional para entender/complementar a história. Lá temos uma linha do tempo com os principais acontecimentos da história, um guia explicativo das camadas dos Céus e um Guia das Castas Angélicas, que, apesar de ressaltar ao tempo todo ao longo da história, que tal e tal personagens tomam certas atitudes – que a princípio parece absurda para nós, humanos – pois é da natureza da casta. Por exemplo, os querubins são anjos guerreiros e, por mais que uma luta pareça perdida, eles não conseguem “fugir da briga. Com os ofanins (o caso do inocente Levih) é o oposto, eles são anjos defensores e odeiam confrontos.

Mas uma das coisas que eu mais gostei sobre o livro foi que, ao mesmo tempo que ele levanta inúmeros mistérios, a maioria deles é relevado para o leitor ao longo (ou no final) da leitura. Não ficam quinhentas dúvidas acumuladas para serem respondidas no próximo livro da série, que, inclusive, já tem título: Anjos da Morte.

Caso a proposta do livro tenha despertado a curiosidade de vocês (ou não!) “percam” uma hora do dia de vocês e ouçam o podcast sobre o livro: Filhos do Éden e o Spohrverso no qual o autor discute sobre a série (sem spoilers!). Mas atenção o podcast tem spoilers sobre o livro A Batalha do Apocalipse.

09
Dec

Resenha: “A bruxa de ferro”, de Karen Mahoney

Postado por: Bru 'Duda' @ Arquivado em: Notícias, Reviews

Livro: A bruxa de ferro
Série: A bruxa de ferro
Autor (a): Karen Mahoney
Páginas: 208
Editora: Underworld
Resenha por: Bruna
Compre: Saraiva

Esquisita. Era assim que chamavam Donna Underwood, 17 anos, no colégio depois de um horrível ataque de encantados matar seu pai quando ela era criança. Seus ferimentos e a reabilitação resultaram em força aumentada pela magia, graças às tatuagens de ferro em seus braços e nas mãos. Como filha de alquimistas, ela é abençoada e amaldiçoada, ao mesmo tempo, por uma herança de magia que não deixa muito espaço para garotos, festas e lições de casa. Agora, depois de dez anos desejando uma vida normal, ela finalmente é forçada a aceitar seu papel na guerra de séculos contra os mais sombrios proscritos do povo encantado: Os Elfos das Trevas. Agora Donna vai ter que correr para salvar a vida do melhor amigo – mesmo que para isso tenha que trair um dos maiores segredos do mundo e enfrentar justamente aquilo que destruiu sua família.

Antes de começar a resenha eu gostaria de falar sobre a minhas primeiras impressões sobre o visual do livro quando eu peguei ele em mãos. Qualidade nota 10! O acabamento é super bem feito e cheio de detalhes impressionantes. Como seria bom se todas as editoras tivessem esse cuidado com o visual de seus livros, e, nesse quesito, na minha humilde opinião, a Underworld é um exemplo a ser seguido. Mas vamos falar da história do livro né?

Me interessei por esse título pois gosto muito do tema ‘bruxa’. Sempre li muito sobre o Wicca e estava esperando uma abordagem do tipo no livro, mas me enganei. A autora criou todo um novo conceito para o universo da sua história e voltou-se mais para o mundo da alquimia. Isso deu um tom sombrio e misterioso para a história, afinal, a alquimia e sua busca pelo elixir da vida é uma das maiores lendas/mistérios da humanidade.

Acompanhamos a personagem principal, Donna Underwood, uma adolescente com segredos, que é bruxa e possue tatuagens de ferro nas mãos – e sim, é explicado no livro como e porque ela “ganhou” essas estranhas tatuagens – e dona de uma força enorme. Ela é como a maioria dos personagens de livros juvenis: não tem muitos amigos, é a esquisitona da escola e todos adoram pegar no seu pé; e assim como todos os personagens de livros juvenis, ela queria simplesmente ser uma pessoa normal e poder não ter segredos com seu melhor amigo, Navin Sharma. O tempo todo ao longo do livro eu confundia o nome do personagem com Navid, pois a descrição física do personagem me fez pensar de cara no ator que interpreta o Navid na série 90210. Navin é aquele amigo, que na verdade que algo a mais da personagem principal, e ela, toda tontona, não percebe isso e acha que é só amizade mesmo pois acaba se apaixonando por outro cara.

Em A bruxa de ferro, esse ‘outro cara’ é Xan, um cara mais velho e misterioso que Donna conhece em uma festa, e ao tentar se isolar, acaba o encontrando e passando um tempo conversando com ele. Com um ar de bad boy, Xan me conquistou logo de cara. Assim como Donna, ele também tem seus segredos – que descobrimos ao longo da história. Com muito mais coisas em comum do que pensavam, Xan e Donna ficam cada vez mais próximos um do outro, e apesar do ciúmes que sente do melhor amigo de Donna, Xan a ajuda na tentativa de salvar a vida de Navin; mas também fica claro que ele tem seus próprios interesses também. Mas os problemas de Donna aumentam cada vez mais pois ela não pode revelar segredos da Ordem da qual faz parte e sobre suas tatuagens, mas seu mundo está cada colidindo com o mundo de Navin e Xan e ela precisa dar explicações a eles.

Os ‘vilões’ da história são os Elfos das Trevas. Criaturas que moram nas florestas e tem uma grande fragilidade no contato com o ferro. Infelizmente não dá pra falar muito deles sem dar spoilers. Os personagens são todos muito bem delineados e a mitologia da série foi muito bem montada. Um detalhe que eu achei bem interessante é o recurso que a autora usou para contar a história de Donna. Ao invés de colocar a personagem pensando sobre os acontecimentos de sua vida, ou contando isso para alguém, a autora incluiu ao longo do livro trechos do diário pessoal de Donna. Deu um toque diferente para a história.

No geral, o livro só pecou em um ponto: muitos erros ao longo do texto. Faltou uma revisão mais atenta. Fora isso a Underworld está de parabéns por ter pego uma série tão interessante para publicar no Brasil! Ansiosa para ler a continuação: The Wood Witch, A bruxa de madeira em tradução livre, que sai em fevereiro lá fora mas ainda não tem previsão de lançamento aqui.

09
Dec

Anunciada capa e data de lançamento de “Silêncio”, de Becca Fitzpatrick

Postado por: Bru 'Duda' @ Arquivado em: Notícias

A editora Intrínseca anunciou a poucos minutos a capa e data de lançamento de Silêncio, o aguardado terceiro livro da série Hush, Hush.

Nora Grey não consegue se lembrar dos últimos cinco meses. Depois do choque inicial de acordar em um cemitério e descobrir que ficou desaparecida por semanas, ela precisa retomar sua rotina, voltar à escola, reencontrar a melhor amiga, Vee, e ainda aprender a conviver com o novo namorado da mãe.

Em meio a tudo isso, Nora é assombrada por constantes pensamentos com a cor preta, que surge em sua mente nos momentos mais improváveis e parece conversar com ela. Alucinações, visões de anjos, criaturas sobrenaturais. Aparentemente, nada disso tem a ver com sua antiga vida.

A sensação é de que parte dela se perdeu. É então que o caminho de Nora cruza o de um sexy desconhecido, a quem ela se sente estranhamente ligada. Ele parece saber todas as respostas… e também o caminho até o coração de Nora. Cada minuto a seu lado confirma isso, até que Nora se dá conta de que pode estar apaixonada. De novo.

Para a alegria dos fãs, Silêncio chega às livrarias dia 9 de janeiro!

09
Dec

Divulgada capa de “O livro negro da família Cahill”.

Postado por: Bru 'Duda' @ Arquivado em: Notícias

Foi divulgado hoje no blog oficial brasileiro da série The 39 Clues, a capa de O livro negro da família Cahill. O livro é um extra que apresenta a família mais famosa da saga e possui introdução escrita por Rick Riordan.

Veja acapa completa, com orelhas e contra-capa no blog. A data de lançamento no Brasil será anunciada em breve.