17
Jan

Resenha e promoção: “Cidade de vidro”, de Cassandra Clare

Postado por: Nina Lima @ Arquivado em: Notícias, Promoção, Reviews

Livro: Cidade de Vidro
Série: Instrumentos Mortais
Autor(a): Cassandra Clare
Páginas: 476
Editora: Galera Record
Resenha por: Nina
Compre: Saraiva

Para salvar a vida de sua mãe, Clary precisa viajar à Cidade de Vidro, lar ancestral dos Shadowhunters (Caçadores de Sombras) – não importa que entrar a cidade sem permissão seja contra a lei e que desobedecer às leis possa significar a morte. Para piorar as coisas, ela descobre que Jace não a quer lá, e que Simon foi jogado na prisão pelos Shadowhunters, os quais estão profundamente desconfiados de um vampiro que suporta a luz do dia.
Enquanto descobre mais coisas a respeito do passado de sua família, Clary encontra um aliado no misterioso Shadowhunter Sebastian. Com Valentine juntando a força total de seu poder para destruir todos os Shadowhunters, a única chance destes sobreviverem é lutando ao lado de seus inimigos eternos. Mas conseguirão os Downworlders (Moradores do Submundo) e os Shadowhunters colocar seu ódio de lado a fim de trabalharem juntos? Enquanto Jace percebe exatamente quanto está disposto a arriscar por Clary, conseguirá ela dominar seus recém-descobertos poderes para ajudar a salvar a Cidade de Vidro – custe o que custar?
O amor é um pecado mortal e Clary e Jace descobrem que os segredos do passados podem ser fatais ao enfrentarem Valentine no último volume da trilogia The Mortal Instruments (Os Instrumentos Mortais), integrante da lista de mais vendidos do New York Times.

Leia as resenhas de Cidade dos Ossos e Cidade das Cinzas.

Antes de ler Cidade das Cinzas, eu li várias resenhas a respeito, para conseguir decidir se essa era ou não a melhor história que eu li atualmente.

Nesse volume, todas as perguntas sofrem uma convergência para um final incrível em todos os sentidos: no fechamento da história dos personagens (ainda me pergunto como ela conseguiu encaixar tudo tão bem!), em como os fatos ocorridos nos livros anteriores influeciaram diretamente no fim, e como os personagens foram trabalhados.

Em todos os aspectos (narrativa, coerência, desenvolvimento dos personagens e enredo), Cassandra Clare melhorou muito do primeiro para o último livro. Ela conseguiu desenvolver o nível da história, a profundidade dos temas que ela aborda de forma que ela ficasse inteira, início, meio e fim coesos.

O universo criado por Cassandra Clare é complexo e cheio de detalhes, que vão entrando em cena à medida em que o enredo vai desenrolando. Ela consegue deixar a leitura uniforme, sem aqueles trechos que você quer simplesmente mudar de página e passar para a parte interessante. Os diálogos não são longos e cansativos, ou mesmo desnecessários. A descrição dos detalhes, das expressões fervilham a imaginação o tempo inteiro e é impossível não se prender pela história que acontece em cima disso tudo.

Jace continua sendo o meu personagem favorito, por sempre demonstrar força e inteligência – especialmente pelo seu sarcasmo incontrolável. Ele está mais revolto com as coisas que dizem respeito a ele mesmo, e chega a duvidar de sua índole e conduta, mas mantém-se firme nos seus propósitos a fim de salvar a Cidade de Vidro e as pessoas com quem se importa.

Até Clary, que antes era uma bobona e desajeitada, toma prumo e fica mais forte e esperta e consegue ajudar em horas decisivas, apesar de quem ela também atrapalha as coisas algumas vezes.

Cidade de Vidro pra mim é ao mesmo tempo uma coisa boa e uma decepção. Quando eu li o livro pelo primeira vez, esse era o último volume da série, e eu achei brilhante a forma como terminou e não mudaria uma vírgula sequer – os melhores são trilogias. Mas não sei se por pressão da editora por conta do sucesso da história, ou porque achou que ainda tinha água pra rolar por debaixo da ponte, Cassadra Clare alongou a série. Sinceramente não faço idéia do que ela vai escrever em City of Fallen Angels e tenho medo de descobrir e me decepcionar, porque até aqui, Clare é ídola e uma autora excelente e muito criativa.

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27
Nov

Resenha: “Paixão”, de Lauren Kate

Postado por: Nina Lima @ Arquivado em: Notícias, Reviews

Livro: Paixão
Série: Fallen
Autor (a): Lauren Kate
Páginas: 320
Editora: Galera Record
Resenha por: Nina
Comprar: Saraiva

Luce morreria por Daniel. E morreu. De novo e de novo. Ao longo do tempo, Luce e Daniel se encontraram somente para serem dolorosamente separados: Luce morta, Daniel deixado machucado e sozinho. Mas talvez não precise ser dessa maneira… Luce está certa que algo – ou alguém – em uma vida passada pode ajudá-la em sua vida presente. Então ela começa a jornada mais importante desta vida… voltando eternidades para presenciar em primeira mão seus romances com Daniel… e finalmente descobrir o segredo para fazer seu amor durar. Cam e a legião de anjos e Exilados estão desesperados para pegar Luce, mas nenhum deles está tão agitado quanto Daniel. Ele vai atrás de Luce através de seus passados em comum, com medo do que pode acontecer se ela reescrever a história. Porque então seu romance corre o risco de acabar… para sempre.

Leia as resenhas de Fallen e Tormenta.

Para quem tem acompanhado a resenha da série aqui no Livros em Série, essa resenha é uma grande reviravolta: se antes eu era uma das pessoas que achava que Lauren kate era uma das melhores apostas para séries, algo em Paixão fez a história ser um tanto diferente. As 40 primeiras páginas do terceiro livro da série foram um grande sofrimento.

Tentando dar uma luz às milhares de perguntas que os volumes anteriores, Lauren Kate faz com que Luce volte várias vezes ao passado, viajando através dos Anunciadores. De fato, faz ficar claro algumas coisas do enredo, porém é muito cansativo, fica chato e isso foi o que mais desanimou na leitura do livro, apesar de que a narrativa da Lauren continue ótima, e é um dos fatores pelos quais não dá para parar de ler a história.

Para quem espera por respostas, esse é o grande momento. Em Paixão, a razão pela qual Daniel e Luce não podem ficar juntos é finalmente revelada, e ao mesmo tempo que dá um alívio tremendo saber, dá uma agonia – porque eles não PODEM ficar juntos.

Um diferencial importante nesse livro é que alguns capítulos são narrados sob o ponto de vista de Daniel, e causa uma aproximação maior com o personagem, que perdeu um pouco de carisma no volume anterior da série.

Cam é outro personagem que chama atenção nesse livro, pois tem sua hisatória contada, revelando assim porque ele escolheu o caminho no qual está e porque ele e Daniel tem essa rivalidade.

Lauren Kate viajou na história, descreveu lugares e acontecimentos com uma riqueza enorme de detalhes, fez a imaginação rolar em termos de cenário, e na minha opinião enrolou no enredo. A história de amor virou aventura, suspense, drama e não chegou a um ponto em que se enxergue uma linha contínua pro fim. Antes de escrever minha resenha, li várias outras que acharam o livro um barato, que colocaram esse como o melhor da série. Eu sinceramente espero que Rupture supere expectativas e chegue no nível do início da série, que continua sendo o melhor e mais bem escrito livro de Fallen.

29
Sep

Resenha: “Insaciável”, de Meg Cabot

Postado por: Nina Lima @ Arquivado em: Notícias, Reviews

Livro: Insaciável
Série: Insaciável
Autor(a): Meg Cabot
Páginas: 504
Editora: Galera Record
Resenha por: Nina
Compre: Saraiva

Cansado de ouvir falar de vampiros? Meena Harper também. Mas seus patrões estão fazendo ela escrever sobre eles de qualquer maneira, mesmo que Meena não acredite neles. Não que Meena não esteja familiarizada com o sobrenatural. Veja, Meena Harper sabe como vamos morrer. (Não que você vá acreditar nela. Ninguém nunca acredita). Mas nem mesmo o dom da premonição de Meena pode prepará-la para o que vai acontecer quando ela conhece – e comete o erro de se apaixonar – Lucien-Antonescu, um príncipe moderno com um lado sombrio. É um lado negro que muitas pessoas, como uma antiga sociedade de caçadores de vampiros, preferiria vê-lo morto. O problema é que Lucien já está morto. Talvez por isso ele é o primeiro cara que Meena já conheceu com quem ela poderia ter um futuro. Entenda, enquanto Meena sempre foi capaz de ver o futuro de todo mundo, ela nunca foi capaz olhar para o dela própria. E quando Lucien é o que Meena jamais sonhou como namorado, de repente ele pode vir a ser tornar o seu pesadelo. Agora pode ser uma boa hora para Meena começar a aprender a prever seu próprio futuro… Se ela ainda tiver um.

Escrever para uma novela que é sucesso na tv não deve ser fácil. Ainda mais quando essa novela já está no ar há 30 anos! O sonho de Meena Harper sempre foi ser a redatora-chefe do grande sucesso da TV, Insaciável. Mas depois de tantos anos no ar, fica difícil colocar coisas novas no enredo da novela. Mas o que Meena não podia esperar é que seus chefes, além de não promovê-la ao cargo que ela tanto fez por merecer, ainda querem que ela coloque VAMPIROS no enredo da novela – tudo isso para fazer frente à concorrente, a novela Luxúria.

Meg Cabot é sempre uma caixinha de surpresas. Se antes era difícil imaginar a autora escrevendo sobre vampiros, hoje é possível imaginar milhares de desdobramentos para a série. De um jeito bem sutil, ela consegue “tirar uma” com a cara de quem adora os vampiros da ficção de uma forma cega e ainda deixar a criatura vampiro muito adorável. Como sempre, há aquele embate entre BEM e MAL. Nesse livro especificamente, a linha que separa o bem e o mal é muito tênue, e muitas vezes o mesmo personagem pode estar de ambos os lados.

Meena Harper é uma personagem nada além do comum: nada de beleza estonteante, inteligência ou esperteza, tanto pelo contrário, ela é uma mulher comum (que apesar de ser um tanto mais velha, tem aquele toque de adolescente muito típico da autora) com uma imaginação fértil, e um grande poder: o de prever como as pessoas vão morrer.

Lucien Antonesco, o “herói” em questão, é do tipo misterioso, intenso. E é um clichê dos grandes. Não é um personagem cativante e não me agradou nem um pouco – e até acredito que a intenção da autora foi um pouco essa.

Algumas pessoas que leram o livro acharam que esse foi o investimento mais fracassado em termos de Meg Cabot, e muito pelo contrário, eu achei que esse foi o livro menos CLICHEZÃO da Meg, porque ela sempre usa das mesmas fórmulas e em Insaciável, ela sai um pouco da mesmice e faz algo diferente e inusitado. É certo que falar de vampiros não é nenhuma novidade assim, e não há nada de novo (eles bebem sangue, queimam no sol, viram morcegos, etc), mas o modo de inserí-los na história é o que faz desse livro um barato.

Para os fãs do estilo Meg de escrever, o livro é, em partes, uma grande decepção. Meg Cabot embarca em outro universo, mas o jeito dela está impresso até na forma de agir dos personagens. Se o livro viesse sem nome do autor, acho que muito conseguiriam identificar os traços da Meg na história.

Sem querer ser repetitiva, mas já sendo, é um livro diferente, mas vale a pena conhecer um outro lado da Meg, menos clichê e mais comédia.

17
Aug

Resenha: “Caçadora de estrelas”, de Claudia Gray

Postado por: Nina Lima @ Arquivado em: Notícias, Reviews

Livro: Caçadora de estrelas
Série: Noite eterna
Autor: Claudia Gray
Editora: Planeta do Brasil
Páginas: 304
Resenha por: Nina
Comprar: Saraiva

Um livro contado entre revelações surpreendentes, grandes reviravoltas e mistérios sobrenaturais, uma obra de tirar o fôlego.
Este é o segundo volume da série ‘Noite Eterna’. Claudia Gray, autora da saga, vem sendo aclamada por fãs em todo o mundo e já é considerada uma das mais importantes referências na literatura de criaturas sobrenaturais.

Em Caçadora de estrelas, Bianca precisa voltar às aulas sabendo que não terá a companhia de Lucas. No primeiro livro, ela revelara seu surpreendente lado sobrenatural, o que não impediu que os dois continuassem se amando.

Até que foram forçados a enfrentar a separação pelo bem de suas próprias vidas. Agora, os desafios serão ainda maiores e as surpresas mais assustadoras.

Quando você começa a ler uma série e gosta muito do primeiro livro, a expectativa para o segundo livro fica extremamente alta e a tendência é que ele não seja assim tão bom quanto se imagina. Se você concordou com a frase anterior, é porque não conheceu Claudia Gray.

Noite Eterna foi um livro surpreendente para mim, pois estava esperando aquele basicão, arroz com feijão que vários autores fazem (deixando claro que não é por fazerem o básico que o livro fica ruim, vejam bem), mas me surpreendeu tanto o fato de Bianca ser uma vampira, que passei a olhar com outros olhos todos os efeitos que essa revelação desencadeou. O livro deixou muitas coisas no ar, o típico desfecho de série. Mas ninguém disse que era possível acrescentar ainda mais perguntas.

Sobre os personagens, Bianca continua a mesma pateta de sempre. Ok, vou explicar: a velha história da heroína que depende DEMAIS do namorado. Sem muita capacidade de auto-defesa, auto-crítica, auto-tudo. Ela depende dos outros para tudo. O que diferencia Bianca de alguns outros personagens baseados na mesma fraqueza (dependência extrema do namorado forte e habilidoso. Ex: Bella Swan, de Crepúsculo; Janie Hannagan, de Wake;) é que ela não sabe o que é, não conhece outros em sua condição, a de vampira de nascença. Isso dá a ela a desculpa perfeita para ser fraca e precisar de proteção. E Lucas, por dar essa ideia de que há um vazio em sua criação, a ausência de amor e vínculos fortes, aponta toda sua falta para Bianca, sendo assim, seu amor é completamente ligado na fragilidade de sua amada e na necessidade de protegê-la e conservá-la. E a separação forçada dos dois faz com que isso seja ainda mais forte.

Nesse livro, um outro elemento sobrenatural é introduzido, os fantasmas. E por um acaso, essas assombrações estão atrás da fraca e indefesa Bianca, por alguma razão. E como se não bastasse isso, a genialidade da Claudia Gray faz com que esse elemento surpresa tenha um link muito conveniente e pertinente com o primeiro livro da série, trazendo outra reviravolta empolgante para a série.

É impossível deixar de tecer elogios à editora Planeta, cujo trabalho de tradução e diagramação chegam bem próximos do impecável. A tradução é muito fluida e natural, não tem nenhuma expressão que seja estranha ao olhar (pelo menos na minha concepção), fato que eu considero inédito nos títulos que venho recebendo atualmente. Só faço ressalvas à propaganda da série, que tenta comparar Claudia Gray e Stephenie Meyer, duas autoras que, na minha opinião, tem estilos e propostas bastantes diferentes.

Para Névoa do Tempo, só há um temor: de que o ritmo não seja o mesmo e que as expectativas se tornem frustradas depois da leitura de dois livros tão bem escritos e planejados.

13
Jul

Resenha e promoção: “Cidade das cinzas”, de Cassandra Clare

Postado por: Nina Lima @ Arquivado em: Notícias, Promoção, Reviews

Livro: Cidade das Cinzas
Série: Os Instrumentos Mortais
Autor (a): Cassandra Clare
Páginas: 406
Editora: Galera Record
Resenha por: Nina
Compre: Saraiva

Clary Fray só queria que sua vida voltasse ao normal. Mas o que é “normal” quando você é uma Caçadora de Sombras assassina de demônios, sua mãe está em um coma magicamente induzido e você de repente descobre que criaturas como lobisomens, vampiros e fadas realmente existem? Se Clary deixasse o mundo dos Caçadores de Sombras para trás, isso significaria mais tempo com o melhor amigo, Simon, que está se tornando mais do que só isso. Mas o mundo dos Caçadores não está disposto a abrir mão de Clary — especialmente o belo e irritante Jace, que por acaso ela descobriu ser seu irmão. E a única chance de salvar a mãe dos dois parece ser encontrar o perverso ex-Caçador de Sombras Valentim, que com certeza é louco, mau… e também o pai de Clary e Jace.

Para complicar ainda mais, alguém na cidade de Nova York está matando jovens do Submundo. Será que Valentim está por trás dessas mortes? E se sim, qual é o seu objetivo? Quando o segundo dos Instrumentos Mortais, a Espada da Alma, é roubada, a aterrorizante Inquisidora chega ao Instituto para investigar — e suas suspeitas caem diretamente sobre Jace. Como Clary pode impedir os planos malignos de Valentim se Jace está disposto a trair tudo aquilo em que acredita para ajudar o pai?

Nessa sequência de tirar o fôlego da série Os Instrumentos Mortais, Cassandra Clare atrai os leitores de volta para o lado mais obscuro do submundo de Nova York, onde amar nunca é seguro e o poder se torna a mais mortal das tentações..

PODE CONTER SPOILERS

Para quem leu a minha resenha de Cidade dos Ossos, eu posso dizer que tentei ao máximo não falar da história e soltar spoilers, e procurei falar mais da escrita da autora e da minha visão dos personagens. Cassandra Clare estreou no mundo da literatura fantástica de uma forma magistral, com um livro que deixou leitores apaixonados pelo universo dos Caçadores de Sombras.

E eu posso garantir que em Cidade das Cinzas, ela consegue melhorar e muito.

Muito do que foi deixado em aberto em Cidade dos Ossos ainda não é respondido, mas vários detalhes começam a ser elucidados desde as primeiras páginas do segundo volume. A autora começa a dar uma atenção especial a alguns dos personagens secundário – que aliás vão ter um papel crucial no enredo que ela elabora.

A pergunta deixada no fim do volume anterior é o principal fato que nos motiva a continuar lendo e buscando uma solução pro problema dos protagonistas: afinal de contas, que autora é essa que deixa seus personagens (e leitores) em tal estado de sofrimento? O caso é que, com temas polêmicos, Cassandra Clare fala daquilo que para nós ainda é tabu ou moral e socialmente condenável, de uma forma tranquila e leve.

Li muitas resenhas que criticavam a construção do personagem Jace, com seu jeito truculento, mas infelizmente para essas pessoas, ele continua sendo o meu personagem favorito, pois diferentemente de alguns outros heróis, ele tem raiva, sofre, tem muitos conflitos internos – e isso para mim, faz dele um personagem muito real. Continuo tendo ressalvas quanto à Clary, e inclusive sofri algumas críticas quando disse que a personagem figura o meu hall particular de personagens patetas, juntamente com a Bella de Crepúsculo, Janie de Wake, etc, – no que se diz da dependência do mocinho do livro. Uma questão de opinião apenas.

A narrativa construída pela Clare é muito linear, e te dá uma compreensão muito boa do que ela quer passar, da intenção que ela coloca nas palavras, e eu acho que esse é um fator fundamental na escrita de um livro, que faz com que o leitor se aproxime da história e se sinta até mesmo um pouco parte dela.

O que mais eu posso dizer de Cidade das Cinzas? Que com toda certeza, me fez ficar ainda mais ansiosa pelo lançamento de Cidade de Vidro.

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Quer ganhar um super kit de Cidade das cinzas com exemplar do livro + bloco de notas + botton + poster?

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Boa sorte!

08
Jun

Resenha: “Tormenta”, de Lauren Kate

Postado por: Nina Lima @ Arquivado em: Notícias, Reviews

Livro: Tormenta
Série: Fallen
Autor (a): Lauren Kate
Páginas: 392
Editora: Galera Record
Resenha por: Nina
Compre: Saraiva

Quantas vidas você precisa viver antes de encontrar alguém que valha a pena morrer?

Como consequência do que aconteceu na Sword & Cross, Luce foi escondida por seu namorado que é um anjo amaldiçoado, Daniel, em uma nova escola repleta de Nefilim, descendentes de anjos caídos e seres humanos. Daniel prometeu que ela estará segura aqui, protegida daqueles que querem matá-la. Na escola a Luce descobre o que as Sombras que a seguiram durante toda a sua vida significam – e como manipulá-las para ver dentro de suas outras vidas. Ainda assim, quanto mais a Luce aprende sobre si mesma, mais ela percebe que o passado é sua única chave para desbloquear seu futuro… e que Daniel não lhe disse tudo. E se a versão dele do passado não é bem como as coisas realmente aconteceram… e se a Luce era para estar realmente com outra pessoa?

Quem leu a resenha de Fallen vai achar tudo o que eu vou escrever adiante um pouco repetitivo, mas quer saber? Lauren Kate subiu mais ainda no meu conceito.

Antes de mais nada, preciso comentar que essa capa é fantástica e eu amei no segundo em que a vi. Só que, ao ler o livro, fiquei decepcionada com os vários erros de edição. Não que eles comprometessem a leitura, mas é triste ver que ele não foi tão bem cuidado quanto aparenta ser.

Quando terminei de ler o primeiro volume da série, fiquei me perguntando o que Lauren Kate faria para que o “amor meloso” de Daniel Grigori e Lucinda Price não caísse na mesmice. Nada melhor que inserir o elemento “dúvida” no relacionamento dos dois – e foi exatamente o que ela fez. Em Fallen, Luce era meio pateta, pois ainda estava se adaptando à realidade fantástica de ter um namorado anjo, e que ele fosse uma peça fundamental na luta entre o bem e o mal. Ao encarar um novo contexto, longe de Daniel, de seus pais, seus amigos, Luce mais uma vez é obrigada a se adaptar não só à sua nova escola, mas às descobertas de suas outras vidas com Daniel.

Em meio a tantos acontecimentos, Luce acaba descobrindo que as sombras que sempre a perseguiram podem ser um caminho para saber mais sobre o que aconteceu a ela e Daniel em outras vidas, e para isso, ela vai contar com a ajuda de dois novos personagens, Shelby e Miles. Esses dois novos personagens tem uma importância quase que fundamental no desfecho da história, então é bom prestar atenção neles.

Voltando ao elemento dúvida, Luce se vê na situação de que Daniel sabe muito sobre ela, e ela quase não sabe nada dele, só o conhece com os olhos do coração. E com todas essas dúvidas, ela se pergunta o que seria diferente em sua vida, caso não conhecesse Daniel, como seria essa vida… É a principal problemática do livro. Como saber se um amor é eterno se não houve chance para outro amor acontecer?

Eu acho que não consigo colocar em palavras o quanto consegui absorver de significados nas entrelinhas de Tormenta, pois as mensagens, apesar de sutis, pra mim tiveram um significado enorme e só fizeram a ansiedade pelo volume seguinte da série. Eu sinceramente espero que a Lauren Kate siga o raciocínio desse livro, e dê mais ênfase na divisão entre o BEM e o MAL (que, nesse caso, é MUITO tênue), que foram tão importantes para que Tormenta fosse um dos melhores livros do ano, até agora.

30
May

Capa do 6º livro da Irmandade da Adaga Negra

Postado por: Nina Lima @ Arquivado em: Notícias

A Editora Universo dos Livros divulgou a capa do sexto livro da série Irmandade da Adaga Negra, Amante Consagrado, que conta a história de Phury.

Amante Consagrado

A editora não divulgou uma data para o lançamento, só adiantou que será ainda nesse semestre.

Estamos ansiosos? Demais!