02
Sep

Alyson Noël dá entrevista ao G1

Postado por: Bru 'Duda' @ Arquivado em: Entrevistas, Notícias

Até os 30 e poucos anos, Alyson Noël era uma aeromoça dedicada, que vivia de aeroporto em aeroporto, uniformizada e com os cabelos presos em um coque. Hoje, a americana viaja o mundo por outro motivo: é uma escritora de best-sellers teen e faz sucesso com a série “Os imortais”, que já vendeu mais de 6 milhões de exemplares nos EUA e 300 mil no Brasil.

“Eu trabalhava como comissária de bordo em Nova York quando aconteceu o 11 de Setembro. Com os cortes das companhias, eu sabia que meu trabalho nunca mais seria o mesmo, então decidi seguir meu sonho de criança e virar escritora”, conta a autora em entrevista exclusiva ao G1.

Clique no link para ver o restante da entrevista.
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04
Oct

Entreviste Anne Rice e Elena Melodia

Postado por: Patoka @ Arquivado em: Entrevistas, Notícias

Lembra a entrevista que fizemos com a Richelle Mead? Adoramos a participação de todos! Recebemos muitas perguntas criativas e a vontade que tínhamos era de usar todas.

Pois bem, o Livros em Série, em parceria com a revista SMK! entrevistará as autoras Anne Rice e Elena Melodia. Olha quanta honra! E como gostamos demais do formato vocês-perguntam-nós-repassamos, resolvemos fazer sempre assim daqui para frente!

A entrevista será da seguinte forma: O Livros em Série ficou com a parte mais didática, digamos assim, da entrevista. Nada de perguntas pessoais. Escolheremos as 6 melhores perguntas que vocês mandarem para o email promocao@livrosemserie.com.br, com seu nome completo. As perguntas deverão ser focadas nos livros e na carreira da autora!

O mesmo vale para a Elena Melodia. Não deixem de colocar no título do email para quem a pergunta é destinada, ok? Serão válidas as perguntas mandadas até às 12h do dia 8 de outubro (sexta-feira).

Boa entrevista para todos nós!

15
Sep

Entrevista com “Richelle Mead” está no ar!

Postado por: Patoka @ Arquivado em: Entrevistas, Notícias

Richelle Mead é uma das autoras mais visitadas e queridas do nosso site! A ruiva nasceu em Michigan e atualmente mora em Seattle com seu marido. Ela passou por várias faculdades diferentes antes de decidir se tornar uma escritora e acredita que todos os diplomas que possui a tornaram uma profissional melhor no que trabalha hoje.

Richelle possui duas séries de literatura adulta, menos conhecidas: Georgina Kincaid Blues e Dark Swan. Ambas mostram a história de duas personagens lutando contra demônios interiores e, por que não, exteriores também! Georgina já tem quatro livros lançados (Succubus Blues, Succubus on Top, Succubus Dreams e Succubus Heat) e Dark Swan, dois (Storm Born e Thorn Queen). A série mais famosa de Richelle e a mais querida dos nossos leitores é a única dela para jovens adultos, Vampire Academy, ou no Brasil, Academia de Vampiros. Essa série mostra a relação entre Rose, uma meio-vampira, com sua melhor amiga vampira, última descendente de uma família real no seu mundo, Lissa Dragomir. VA já possui cinco livros lançados: Vampire Academy (no Brasil, o Beijo das Sombras), Frostbite (no Brasil, Aura Negra), Shadow Kiss, Blood Promise e Spirit Bound, os três ainda sem tradução para o português. Os direitos para a produção de um filme baseado nessa série já foram comprados.

Na entrevista abaixo, com nove perguntas enviadas a nós por fãs e três perguntas feitas pelo próprio site, você verá Richelle falando sobre seus livros, o filme e sobre sua vida como escritora:

1)Olá, Richelle. Primeiro gostaria de dizer que sou sua fã e adoro seus livros. Eu gostaria de saber qual a sua opinião sobre fanfictions e vídeos fanmade? Você considera uma homenagem as suas histórias ou uma forma de plágio?(Jaqueline de Marco)
Eu fico muito lisonjeada que os fãs fiquem tão inspirados com meus livros que eles queiram fazer suas próprias criações. Eu não leio fan-fiction ou assisto aos vídeos, mas fico maravilhada com todo o entusiasmo.

2) O que aconteceria se a pessoa com quem você tem um laço virasse um strigoi? O laço se romperia? (Susane Adriano)
Você está correta. O laço se romperia. Strigoi não possuem magia e não seriam capazes de ter um laço feito de espírito. Além disso, o laço de espírito mantém a pessoa de volta do mundo dos mortos e os Strigoi tecnicamente estão mortos.

3)Gostaria de perguntar para Richelle em que ela se inspirou para escrever as séries Dark Swan e Gerogina Kincaid Blues(Rebeca Vascurado)
Eu escrevi Georgina porque achei que uma personagem demoníaca daria uma personagem maravilhosa e romanticamente trágica. Sério, sua vida amorosa não pode ficar muito pior que a dela! Uma personagem desse tipo apresenta tantos problemas em relação ao amor, e eu gosto de contar uma história que é, ao mesmo tempo, triste e engraçada. Já que ela é mais uma “personagem pensativa”, eu decidi que queria fazer algo diferente para minha próxima série e ter um personagem que estivesse bem lá no meio da ação. Eu queria uma lutadora. Foi daí que veio Eugenie. É muito divertido escrever sobre duas mulheres com dois estilos tão diferentes – embora as duas tenham um senso de humor parecido.
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30
Jun

Folha Online entrevista André Vianco

Postado por: Cine @ Arquivado em: Entrevistas

Arrastar uma sequência frenética de acontecimentos para deixar o leitor apaixonado pela história. É desta forma que o escritor André Vianco prende o leitor não só pelo pescoço, com suas tramas vampirescas, mas pela curiosidade.
Vianco já vendeu mais de 500 mil livros no Brasil. É um dos autores mais conhecidos pelo público, que tem apreço pelos seres da noite.

Especialista em narrativas de suspense, o autor agora também publicará seus livros pela editora Rocco, além da Novo Século. O escritor faz questão de honrar os fãs e agradecê-los pela repercussão de seus exemplares.

Seu primeiro livro, “Os Sete“, caiu nas leituras do público graças à sua persistência. Desempregado, chegou a vendê-lo de porta em porta até que conseguiu uma editora. Hoje, tem 14 títulos publicados, dois a caminho e uma trilogia prevista para 2011, além de um piloto para adaptar os volumes de “O Turno da Noite” para a televisão.

Em entrevista à Livraria da Folha, Vianco fala sobre a literatura de horror no Brasil, os vampiros adolescentes que ocupam as prateleiras e a atração que essas criaturas exercem sobre as mulheres.

Livraria da Folha: Por que você decidiu escrever sobre vampiros?
André Vianco: Eu desde pequeno assistia e lia muitas histórias de terror. O vampiro dividia um espaço ali no panteão das criaturas noturnas, lado a lado com lobisomens, almas penadas e congêneres. Quando cheguei à adolescência, comecei a escrever minhas histórias e aos 23 anos de idade eu escrevi meu primeiro romance pra valer, carregado por anjos e demônios em guerra ["O Senhor da Chuva" ] e, quando terminei esse primeiro livro, pensei, agora quero escrever uma história de vampiros, foi aí que surgiu “Os Sete” em minha cabeça.
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23
Feb

Alma & Sangue na revista Marie Claire

Postado por: Cine @ Arquivado em: Entrevistas, Notícias

Na última edição da Marie Claire saiu uma pequena entrevista com a autora da série brasileira Alma & Sangue, Nazarethe Fonseca.
Confira abaixo:

“Alma e Sangue”: conheça a brasileira autora de livros sobre vampiros que faz sucesso nas prateleiras

 
Pode-se dizer que ela luta, quase de igual para igual, com fortes concorrentes da ficção vampiresca, com o Stephen Meyer, autora de “Crepusculo”. Apesar da predileção do mercado editorial brasileiro (e até mesmo dos leitores) por obras estrangeiras do gênero, a maranhense Nazarethe Fonseca vem se destacando e está se saindo bem com sua própria saga sobre seres de caninos afiados. Dois de seus livros – “Alma e Sangue: O Despertar do Vampiro” e “O Império dos Vampiros” – figuram atualmente na lista dos mais vendidos. Com mais uma obra da saga programada para ser lançada em agosto deste ano, a autora conversou com o site de Marie Claire sobre seu trabalho e falou um pouco do fenômeno, que parece não ter data para terminar.
 
MC – O que há nos vampiros que fascina tanto o leitor?
Nazarethe Fonseca – Acredito que seja o poder de sedução e o risco que envolve essas criaturas. Um beijo pode levar ao êxtase e também à morte.
 
MC – Como você explica esse fenômeno junto aos jovens, já que esse sucesso não aconteceu da mesma maneira com os livros de Anne Rice?
NF – Os personagens de Anne Rice tinham um apelo maior junto ao público adulto, acredito que pelas questões levantadas pela autora. Já os personagens de Stephenie Meyer são jovens e causam uma identificação direta com esse público.
 
MC – O sucesso de “Crepúsculo” ajudou a reforçar o seu sucesso?
NF – Sim, a série jogou luz sobre os livros que já haviam sido editados por aqui, como a série Alma e Sangue, e fez o público procurar por esses títulos.
 
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12
Feb

Chris Columbus compara Harry Potter e Percy Jackson

Postado por: Kinina @ Arquivado em: Entrevistas, Notícias

Como muitos fãs sabem, o diretor dos dois primeiros filmes de Harry Potter, Chris Columbus, está à frente de uma nova franquia também baseada em uma série literária chamada Percy Jackson. Devido às semelhanças entre ambas, tem sido inevitável encontrar comparações.
 
Em entrevista ao Screen Star, Columbus explica o motivo de dirigir outra franquia fantasia, diz que se pega evitando repetir algo que já fez em Potter, cita a diferença dos efeitos visuais, diz que pode continuar na franquia Percy Jackson, conta uma cena deletada do filme, e explica a sensação de ver Harry Potter à distância.

Você provavelmente teve que pensar longa e duramente sobre fazer Percy Jackson, uma vez que ele imita seu trabalho anterior nos filmes Potter. Então, por que isso? Por que dirigir outro filme épico de aventura-fantasia? 
Eu tinha que ficar realmente intrigado com a história, e fiquei. Quando o li (“o” sendo o primeiro dos livros de Percy Jackson, do autor Rick Riordan), eu nunca tinha visto nada parecido. Você tem as criaturas e as histórias da mitologia grega todas interligadas com a sociedade americana moderna. Pensei “Uau, essa é uma boa ideia para um filme”. Então senti que eu estaria disposto a jogar dois anos da minha vida no projeto. Foi também uma oportunidade de introduzir o mundo da mitologia grega às crianças de uma forma que não soasse como uma aula de história. É um conceito muito, muito divertido.
 
Quantas vezes você se pega no set de Percy Jackson dizendo “Não, eu fiz isso em Potter. Não posso fazer de novo.”? 
Ah, sim, sim, sim. Em certa medida, se sinto que há algumas semelhanças – porque as pessoas sempre fazem a pergunta -, eu realmente tento arduamente retirá-las do filme. Eu realmente não quero as comparações, mas as comparações, quando você está fazendo alguma coisa no gênero fantasia, são inevitáveis. Toda vez que vi alguma armadilha, nós a tiramos de perto.
 
Como você diria que a tecnologia de efeitos visuais evoluiu dos seus filmes Potter para Percy Jackson? 
Quando fiz o primeiro filme Potter, eu saí dele realmente nada contente com os efeitos visuais, e sabia que eles poderiam ser melhores. Então, na época que fizemos o segundo e terceiro filmes [Columbus produziu Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban], eles foram ficando melhores. Agora, eu sabia que nós estávamos em uma situação onde poderíamos entregá-lo com o estado da arte de efeitos visuais para essas criaturas sem cortes. Novamente, para as crianças, elas nunca tiveram uma chance de vê-los feitos com o nível de tecnologia que temos hoje.
 
O que você tem em mente se esse primeiro filme de Percy Jackson for um sucesso? Você vai dirigir o próximo? Vai continuar próximo na posição de produtor e virar a cadeira de diretor para outra pessoa? 
Honestamente, eu não quero amaldiçoar essa franquia. Mas, se tivermos sorte, se o filme for bem sucedido o suficiente, eu adoraria fazer um segundo.
 
Qual foi a última cena que você cortou de Percy Jackson e quais são as chances de que essa cena vá aparecer no DVD quando chegar a hora? 
Há uma cena, e eu posso não colocá-la no DVD porque talvez a use para outro filme (do Percy Jackson). Então, estou muito cauteloso. Há uma cena onde Grover (Brandon T. Jackson) está falando sobre o porque dele ter falhado como um protetor. É uma cena muito triste, mas apenas em termos de ritmo ela não era apropriada para esse filme.
O quão estranho é agora, para você, dar início a uma nova franquia com Percy Jackson assim como a franquia Potter, que você começou a trabalhar há mais de uma década e está chegando ao fim? 
Toda vez que eu vejo um filme Potter é sempre agridoce para mim. Eu estou assistindo-os aqui na América, sabendo que eles foram feitos na Inglaterra, e estou vendo essas crianças que conheço (Daniel Radcliffe, Emma Watson e Rupert Grint, os quais ele ajudou a escalar) crescerem e se tornarem atores realmente maravilhosos. Então é uma coisa estranha. Eu era tão próximo a eles, ao elenco e à equipe técnica. Vi o último filme Potter aqui, nesse cinema, e me senti como um pai distante que não vê seus filhos há um tempo.

Tradução: Daniel Mahlmann 
Créditos: Arquivo Potterish
 
O filme “Percy Jackson e o Ladrão de Raios” estréia hoje no cinema.

24
Jan

Entrevista com os atores de Percy Jackson

Postado por: Patoka @ Arquivado em: Entrevistas, Notícias

O site Gordon and the Whale entrevistou o elenco do filme Percy Jackson & o Ladrão de Raios. Leia abaixo a entrevista completa: (cuidado! Contém Spoilers)
 

Por: John Mulhern
Tradução: Lais Baptista

 

Na última segunda-feira eu entrevistei o elenco principal de Percy Jakcson e Os Olimpianos: O Ladrão de Raios sobre o seu filme próximo. Eu tive bastante sorte de sentar junto com Logan Lerman (Percy Jackson), Brandon T. Jackson (Grover Underwood), Alexandra Daddario (Annabeth Chase), e Jake Abel (Luke Castallan). Eu tenho que dizer, esse elenco tem uma química maravilhosa um com o outro. Você pode vê-la no filme, mas você pode realmente sentí-la na vida real. Eles são todos maravilhosos e atores muito talentosos.
 
A entrevista foi conduzida por mim e John P. Meyer, do Pegasus News. Você pode ver os nossos destaques da entrevista e alguns pensamentos sobre algumas cenas que eles nos mostraram logo depois.
 

Nós pudemos ver por volta de vinte minutos do filme – ele parece muito bom. A única coisa que não me deixou louco foi a performance de Uma Thurman como Medusa. Ela estava incrível na aparência, mas pareceu um pouco com Poison Ivy (um filme). Entretanto, essa é uma parte tão pequena em todo o cenário do filme, e o resto está incrível.
 

GATW: O que realmente separa esse filme de filmes que as pessoas possam considerar similares, como As Crônicas de Nárnia ou Harry Potter?
 
Lerman: Bom, ele acontece nos dias atuais. Eu acho que essa é a principal diferença. Além disso, ele toca a base de muitos problemas que adolescentes estão tendo hoje em dia e meio que ensina você como lidar com eles.
 

GATW: Como você diria que o seu filme é melhor?
 
Jackson: Ele está fazendo as boas perguntas! (ele ri) Se você gosta de Harry Potter e todos esses outros filmes, você com certeza pode gostar do nosso filme.
 
Abel: Eu acho que a coisa é, quando as pessoas veem Chris Columbus… é que, ele dirigiu os dois primeiros Harry Potter, ele não vai fazer a mesma coisa duas vezes. Ele nunca se repetiu, e nunca vai. Então eu acho que isso vai ser completamente diferente porque ele é um diretor talentoso, e ele está sempre tentando fazer algo novo. Eu acho que ele alcançou esse objetivo dessa vez e acho que essa é uma grande diferença.
 
Jackson: O fato que ele consegue fazer um filme no mesmo gênero e fazer o filme ser diferente, não são muitos que conseguem fazer isso.
 

GATW: É mesmo. Eu achei que foi muito criativo essa coisa de vocês realmente sairem trazendo os iPods, porque muitos filmes tentam isso e não funciona.
 
Lerman: É, você tem que fazer de uma maneira sutil, não fazer uma propaganda.
 
Abel: Não ficou como (ele diz isso presunçosamente), “isso é o que está pagando por essa cena!”
 
Daddario: Eu acho que isso também foi parte de trazer para o mundo moderno.
 
Abel: Eu acho que tem que ser tratado com delicadeza para que não acabe brega ou exagerado.
 
Lerman: Jake estava dizendo isso mais cedo, está fazendo as crianças aprenderem os mitos. O iPod é realmente o escudo.
 
Abel: No mito original, você poderia olhar o reflexo da Medusa sem ser transformado em pedra e ele usa o escudo.
 
Lerman: E sim, esse foi o iPod
 

GATW: Eu só estou feliz que não apareceu o obrigatório enquadramento do logo da Apple.
 
Lerman: (ele ri) Você sabe, é um filme. Nós estamos mais focados em fazer uma viagem. Fazer uma história que você possa se perder nela e ter um bom momento assistindo.
 
Jackson: E você sabe, o filme é maior que um, personagem. É sobre todos, ninguém se destaca mais. Nós todos fizemos um ótimo trabalho no filme. Todo mundo teve uma grande parte de grandes momentos, e é aí que a viagem entra.
 
Abel: Eu acho que a razão que Rick Riordan (o autor do livro)… no livro ele teve a Coca-Cola azul e ele estava muito orgulhoso das suas comidas. No livro ele fez isso porque o objetivo era fazer as crianças pensarem, talvez eu seja um semideus. Você sabe, eu levo coisas para almoçar para a escola todos os dias. Eu vivo só com um dos meus pais, talvez meu pai seja um Deus. Eu acho que essa é a mágica que estamos tentando levar as crianças, é a imaginação delas.
 
Jackson: Você não consegue muito disso nesses filmes.
 
Abel: E possibilidade, porque eles podem ser qualquer coisa.
 
Daddario: Quer dizer, é meio como esse sentido de alguma coisa – você sabe, quando você é criança, você usa sua sua imaginação, tem um sentido de que tem alguma coisa a mais acontecendo com o mundo do que o que você vê. Eu acho que é por isso que eu amo filmes de fantasia e esse joga nesse -
 
Jackson: É por isso que eu amo Susan Boyle! (todos riem, Jackson canta). “I dreamed a dream!”
 
Daddario: Exatamente! Mas é por isso que as pessoas amam Susan Boyle, porque é meio que, não importa quem você é ou o que você é ou aonde você está, você pode ser qualquer coisa e fazer coisas maravilhosas. Eu acho que esse é um dos motivos que as crianças se relacionam com a história.
 

Pegasus News: Então, tem mais quatro livros, vocês estariam interessados em fazer mais algum?
 
Jackson: Sim, se os fãs gostarem, seria muito legal!
 
Abel: Esses filmes são divertidos de se fazer, não é nem um trabalho. Tem trabalho envolvido-
 
Lerman: É como a hora da brincadeira.
 
Daddario: Não é como se você fosse pro trabalho todos os dias e resmungasse, eu tenho que passar tempo com Jake, Logan e Brandon. É realmente maravilhoso.
 
Jackson: Eles fizeram um ambiente muito bom para nós, eles nos traziam smoothies e outras coisas… tem certos filmes que você vai e eles te tratam mal e todos nos trataram muito bem. É isso que estou dizendo.
 

GATW: O que vocês gostariam de ver sair de uma sequência, que direção vocês gostariam de ver as sequências tomarem?
 
Lerman: Nós vamos ampliar tudo todas as vezes.
 
Jackson: Talvez fazer o filme mais nervoso, mas sombrio.
 

GATW: É sobre isso que eu estava curioso. Pela sinopse dos livros, parece que vai ficando progressivamente mais sombrio.
 
Lerman: É, você sabe, à medida que o personagem vai ficando mais velho – a audiência vai amadurecendo com os personagens.
 
Abel: É, [SPOILER] Luke tem o seu corpo tomado por Kronos e meio que se torna absolutamente mal. Eu estou muito curioso sobre como isso vai acontecer. [/SPOILER]
 

GATW: Então nós provavelmente vamos ter um Percy por volta da idade de faculdade no último?
 
Lerman: Mmm-hmm
 
Abel: Um Percy Jackson acadêmico.
 
Jackson: Isso seria muito legal!