Imagine-se um adolecente da turma dos loosers da escola, que mora em plena Nova York moderna com a mãe e um padastro bruto e rústico, e que um dia acorda e descobre ser filho de um deus do Olimpo! Bizarro? Com certeza. Mas é um bom plot para um filme de aventura (cheio de efeuitos) para acertar em cheio qualquer ser humano com menos de 16 anos (e alguns adultos com alma teen). Essa é a sinopse básica de Percy Jackson e o Ladrão de Raios.
Dirigido por Chris Columbus, pai do primeiro e do segundo filme da cinessérie de sucesso sobre o bruxo inglês Harry Potter – que também um adolescente que se descobre poderoso -, Percy Jackson é baseado em série de bestsellers infanto-juvenis escrita pelo americano Rick Riordan (na versão escrita, em inglês, Percy já protagonizou cinco aventuras. Em português, as quatro primeiras histórias foram editadas pela Intrínseca, a mesma da série Crepúsculo).
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O site Inquirer postou uma crítica sobre o filme Percy Jackson e o Ladrão de Raios, que estréia semana que vem, e abaixo vocês podem conferir a tradução completa, feita pelo site Percy Jackson Brasil.
A Adaptação cinematográfica de Percy Jackson é acessível e repleta de ação, apenas não espere que seja algo como o livro
Se existe algo que os gregos são bons, é contar histórias, e tem um monte de história abarrotada em ‘Percy Jackson e o Ladrão de Raios’ de Chris Columbus, adaptação revisionista do best seller de Mitologia Grega de Rick Riordan.
É uma história de herói pós-moderna. O adolescente problemático Percy Jackson (Logan Lerman) descobre que ele é filho de Poseidon e é acusado de roubar o raio mestre de Zeus. Acompanhado pela semideusa Annabeth Chase (Alexandra Daddario) e pelo sátiro Grover (Brandon T Jackson), ele embarca em uma busca para achar e retornar com o raio antes que os deuses entrem em guerra e destruam o mundo, encontrando criaturas lendárias (Minotauro, Hidra, Cão infernal, etc..) através das paisagens reais e míticas.
Fans fanáticos do livro vão ficar imediatamente desapontados: Columbus e o roteirista Craig Titley deram uma facada na história de Riordan. O filme é tão diferente que as vezes parece que é baseado completamente em outro livro. Percy é cinco anos mais velho. Os papeis principais foram fortemente modificados. Não só o enrredo original alterado significativamente, personagens e subtramas desapareceram (Onde foi parar Ares?). Tudo o que foi deixado foi fortemente resumido.
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Cada geração tem sua referência de heróis. Eu, que nasci em 1977, quando penso em Super-Homem, penso em Christopher Reeve; a lembrança de Homem-Aranha vem atrelada àquela série tosca que passava na Manchete; e Hulk, por mais que eu goste do filme de Ang Lee, me remete à dupla Bill Bixby/Lou Ferrigno.
Não que os antigos sejam sempre melhores: Tobey Maguire encarnou à perfeição Peter Parker na trilogia de Sam Raimi, e quem quiser superá-lo terá que suar a camisa no “reboot” da série.
Esse é um dos fatores que garante os intermináveis remakes, novas versões etc. em Hollywood. Se um personagem deu certo no passado, por que não apresentá-lo às novas gerações, aproveitar os fãs antigos, saudosos do personagem, e faturar mais alguns milhões? Na atual toada, é provável que personagens como Batman, Homem-Aranha etc. continuem nas telas do cinema por anos a fio, como é típico com James Bond.
O mesmo acontece agora com Sherlock Holmes. Em termos de produção hollywoodiana, ele estava longe das telas desde “O Enigma da Pirâmide” (1985).
Mais do que comparar quais dos Sherlocks é mais eficaz (Nicholas Rowe ou Robert Downey Jr.), penso no retrato de época que os dois filmes trazem.
“Um bom filme é também um documentário”, disse Eric Rohmer. A frase, usada por Jean-Claude Carrière, roteirista de filmes como “A Bela da Tarde”, no livro “A Linguagem Secreta do Cinema”, é evocada num momento em que ele fala sobre o retrato histórico que, no futuro, ficará evidente. Escreve Carrière: “O filme entra na História por todas as portas. Refaz a História, ajuda a recontar o passado, torna-se a própria História. ‘Satyricon’, de Fellini, pode ser visto como uma visão de um planeta distante, mas, se olharmos com cuidado, também veremos um filme que é inequivocadamente sobre o ano de 1968”.
“O Enigma da Pirâmide” tem Steven Spielberg como produtor-executivo. Insere-se numa tradição iniciada com “Tubarão” (1975) e cristalizada com “Star Wars” (1977), ou seja, o blockbuster, filme para grandes audiências que mira principalmente o público jovem. Nos anos 80, essa fatia lucrativa de consumidores definiu a cara da produção norte-americano. “Indiana Jones”, “De Volta para o Futuro”, “Curtindo a Vida Adoidado” etc., a lista vai longe.
“O Enigma da Pirâmide” é menos um filme sobre Sherlock Holmes e mais sobre a juventude e os conflitos que a chegada da vida adulta e suas responsabilidades trazem. Algo que Spielberg fez muito a partir de “ET”. “O Enigma…” tem um quê de “Os Goonies”, já que mostra as peripécias de um grupo de adolescentes espertos. As sequências na pirâmide são quase uma cópia de “Indiana Jones e o Templo da Perdição”. E os vilões, os seguidores da seita, parecem ter saído de “Mad Max 3”. Não é a Londres vitoriana que vemos ali, mas sim a estética oitentista.

Já o novo Sherlock é muito mais um filme de Guy Ritchie e Robert Downey Jr. Da época presente está a montagem videoclípica, rápida, que o próprio Ritchie ajudou a consolidar em longas como “Snatch”.
Há um tom marcante atual que é a busca pela realidade, seja no 3D de “Avatar”, seja no tom realista do recente “Batman”. O novo Sherlock, na sua rigorosa reconstituição de época, é fruto desse momento.É um Sherlock físico, assim como o James Bond atual. Não basta ser inteligente, tem que ter corpão, ser eficiente, ter aproveitamentó máximo é a ideia.
Por isso não chega a ser um absurdo a escalação de Downey Jr. para o papel. Sua marca registrada, o cinismo, parece ser um elemento essencial para a sobrevivência nos dias de hoje. Há uma necessidade de se duvidar de tudo, de derrubar mitos. Quando Sherlock deduz coisas inacreditáveis baseado na observação, na lógica e na pesquisa, é como se ele consultasse um mestre Google embutido na sua cabeça.
Fonte: Folha Online
Por Frini Georgakopoulos
De algum tempo para cá, a literatura infanto-juvenil – agora rebatizada como Jovem Adulta – tem ganhado mais destaque não só na mídia, mas no gosto dos leitores. Mais filmes e seriados têm sido produzidos tendo esses livros como base. Mas o que será que faz com que esse tipo de escrita conquiste tantos leitores? Para tentar explicar, preciso exemplificar o assunto com acontecimentos datados de setembro último.
De um lado, meninas trajadas de rosa com tiaras de plástico na cabeça, risinhos ecoados a cada momento. Do outro, jovens de preto com livros no colo e olhos grudados nas páginas, em quase silêncio. Mas quando eles chegaram – Meg Cabot e Bernard Cornwell – o alvoroço foi o mesmo em ambas as tribos: “Eu toquei nele!”, gritou um enquanto outra se derreteu: “Ela parece uma princesa”.
Esse foi o clima do estande da editora Record durante a Bienal do Livro no Rio de Janeiro. A poucos metros dali, uma multidão adolescente gritava em uníssono. Mãos no ar e até lágrimas no rosto faziam qualquer um que passasse pelo estande da Intrínseca achar que era um astro do Rock. “Tudo que eu quero é uma camiseta”, soluçou uma das fãs da saga “Crepúsculo”, participante do evento realizado no local para celebrar o aniversário de Bella Swan, protagonista da saga. Sim, a personagem.
A Bienal passou, mas esse amor por autores e suas criações permanece forte. O que a literatura jovem adulto* tem para movimentar tanta emoção? Perguntei a algumas autoras. Embora todas as três tenham escrito sobre vampiros, aparentemente nenhuma delas credita aos caninos afiados o sucesso de seus livros na literatura Jovem Adulta.
“Eu acho que todas as coisas realmente divertidas no amor, como a primeira vez que a mão dele encosta de leve em você, a primeira vez que os dois se tocam, tudo isso tende a ser muito doce e maravilhoso e muitas pessoas pulam essa parte. Não sei se é isso que atrai tantos leitores. Na verdade nem faço idéia, mas acho que pode ter a ver. Acho que as pessoas se apaixonam pelo Edward porque ele é um cavalheiro antiquado e sentimos falta disso na literatura de hoje em dia”, opina Stephenie Meyer, autora da saga “Crepúsculo”, cujo segundo livro – “Lua Nova” – acaba de ser adaptado para o cinema, com estréia marcada para o próximo dia 20.
A saga “Crepúsculo” conta a história de como a humana Bella Swan se apaixona pelo vampiro Edward Cullen. Ele não se alimenta de sangue humano, mas acha a essência de Bella quase irresistível. Quase. E é nesse “quase” que a tensão romântica se desenvolve e cativa leitores. Que mulher não se apaixonaria por um ser que viveu um século sem notar qualquer mulher e a escolheu para ser seu par eterno? Difícil resistir.
Já Lisa Jane Smith – ou L J Smith – assina a coleção “Os Diários de Vampiro”, publicada no Brasil pela Galera Record. Escrita dez anos antes de “Crepúsculo”, “Diários” acaba de ganhar um seriado de TV bastante adaptado das páginas, mas que tem trazido mais sucesso para os livros, que são separados em uma quadrilogia finalizada e uma trilogia que foi iniciada este ano. Segundo Lisa, ela não busca somente o romance para seus livros, mas sim a amizade.
“Tenho o conceito chamado ‘Veloceraptor Sisterhood’, que é mencionado nos livros. A idéia que tento passar aos meus leitores é que mulheres devem se apoiar ao passarem por situações difíceis e que qualquer uma, ao ver outra sendo maltratada, deve ajudá-la. Se puder faze-los (leitores) se divertirem e a tratarem o próximo com mais respeito, fiz meu trabalho”, finaliza a autora, que escreveu seu primeiro romance quando ainda estava no colegial.
Então até agora temos romance e amizade. Será que falta algo no tempero? Perguntei à Richelle Mead, autora da saga “Vampire Academy”, tendo apenas o primeiro livro publicado no Brasil pela Nova Fronteira, intitulado “O Beijo das Sombras”. Até agora, são quatro publicados com o próximo marcado para sair nos EUA no início do ano que vem.
“Acho que os leitores têm se encantado com esse gênero porque ele está mais sombrio e abrange temas e dispões de estilo narrativo mais sofisticado do que antes. Na minha adolescência, tive poucas opções antes de ler livros ‘adultos’. Agora o mercado está massivo e está produzindo livros incríveis. Eles são classificados como Jovem Adultos porque os protagonistas são adolescentes, mas o conteúdo pode ser apreciado tanto por adolescentes quanto por adultos”, explica.
Agora, para quem acha que o que faz sucesso mesmo são vampiros e que um é plágio do outro, Mead responde:
“Muita gente acha que porque todas nós escrevemos sobre vampiros, que nós nos odiamos ou que competimos. Isso não é verdade. Acho que uma ajuda a outra. Quem gostou de ler ‘Crepúsculo’ vai querer ler algo do gênero e vai achar ‘Diários’ ou os meus livros ou tantos outros. Por isso o estilo ficou tão popular”, finaliza a autora, que foi pedida em casamento no dia seguinte à essa entrevista. E lá estamos de volta ao elemento romance!
Depois de ouvir diversas opiniões de quem escreve literatura Jovem Adulta, somei à minha de leitora e cheguei a uma conclusão da razão que leva esses autores a serem ovacionados por seus fãs: cumplicidade. Romance, amizade ou até seres sobrenaturais são elementos desse tipo de escrita, mas o que realmente conquista é a cumplicidade entre autor e leitor, como se cada um de nós – do lado de cá da página – encontrássemos nas palavras escritas o alento de quem as escreve. Para os jovens leitores, é identificação, é saber que ele não está só. Para os mais maduros, é nostalgia. E para ambos, é diversão com o coração.
* Bernard Cornwell não é autor de literatura jovem adulta, mas a repórter não pode se conter em mencioná-lo. Afinal, é fã.
Livro é coisa séria e tem uma inflência enorme no cotidiano, ninguém aqui discute, certo?
É exatamente sobre isso que fala esse post da psicanalista Diana Corso, do blog Terra do Nunca, ligado ao jornal Zero Hora, de Porto Alegre. Vale a pena refletir com ela sobre aspectos comportamentais do fenômeno Twilight.
Cada fenômeno editorial fala de seu tempo. Se um livro vende mais de 55 milhões de exemplares, provoca furor entre adolescentes e, outros mais crescidos, convém investigar-lhe os segredos, certamente revelam algo nosso.
A série de romances da americana Stephenie Meyer, iniciada com Crepúsculo, estendida ao longo dos quatro gordos volumes já publicados, reencontra um ávido público leitor da mesma faixa etária que aclamou Harry Potter uma década atrás. Enquanto Rowling resgatou o valor da magia, o sucesso desta série nos revela overdoses de romantismo.
Trata-se da história de Bella, uma menina comum, pais separados, desajeitada e sonhadora, que chega a uma cidade do interior dos EUA para morar com seu pai. Novata, ela tem seu coração disputado por vários meninos e finalmente o entrega a Edward, um vampiro de 17 eternos anos, lindo e com super-poderes, que a salva constantemente de perigos. Além disso, ele considera que seu sangue é o cheiro mais irresistível que ele sentiu nos últimos séculos, mas se detém, num erotismo contido. Afinal, ele pertence a uma família que não bebe sangue humano. Mas há os vampiros tradicionais e eles também consideram o cheiro de Bella apetitoso. São centenas de páginas de paixão e exaltação das qualidades de Edward, que é tão poderoso como amante dedicado. Misture isso com desentendimentos, desencontros, lutas entre vampiros bons e maus e acrescente lobisomens. No centro dessas as contendas, está sempre a irresistível Bella, como se Tróia não fosse mais do que uma disputa por Helena.
Mais do que um romance para meninas, o que temos aqui é o protagonismo feminino, cada vez mais comum na literatura infanto-juvenil, e a força de ideais de sensibilidade que outrora eram restritos às mulheres. Muitos meninos também lêem essas histórias e sentem-se representados pelos poderosos vampiros e lobisomens, príncipes sobrenaturais. Por mais que falem na leviandade das novas gerações, expostas a muita sexualidade explícita, observamos surpresos que o romantismo voltou. Meyer aponta para algo novo: a liberdade das mulheres, sua crescente influência nas idéias dominantes, estende seu poder para o discurso amoroso das novas gerações. Sonhadores, meninos e meninas valorizam a necessidade de dar tempo e espaço à sedução, aos jogos de esconde-esconde, à tortuosa e conflitiva iniciação sexual. Com a carnalidade de açougue da “ficação” dos jovens, convivem sonhos que bem conviriam a Romeu e Julieta. Nem tudo é tão simples como parece.
Obrigada Gio Marx pela indicação do texto
Os romances policiais experimentam um novo renascimento, semelhante ao que aconteceu nas décadas de 30 e 40. Aquilo que até há pouco era considerado “literatura B” começou a assumir status artístico inédito. A razão parece evidente: à medida que os valores como família, sexo e religião se tornam fluidos e as instituições são questionadas, a única tragédia que resta em um mundo ambíguo é a morte violenta e cercada de mistério. Mas talvez haja algo além, um elemento perturbador que atinge o inconsciente do leitor, cuja ocorrência teria sido impossível no passado: um pavor inédito, ou tipos de comportamento nunca antes verificados, que só os autores atuais poderiam abordar.
A nova onda do gênero se deve em grande parte aos calafrios inauditos provocados pela trilogia Millennium, do jornalista sueco Stieg Larsson. A obra, lançada na Suécia entre 2005 e 2007, foi traduzida para mais de 40 idiomas e virou sucesso planetário. Millennium é formado pelos seguintes volumes: Os homens que não amavam as mulheres, A menina que brincava com fogo e A rainha do castelo de ar (Companhia das Letras, 688 páginas, R$ 42,50), que chega às livrarias do Brasil nesta semana, numa tiragem de 30 mil cópias. Para os críticos da Europa continental, onde foram lançados antes, os volumes formam “o romance da década” porque, além de ser campeões mundiais de vendagem (15 milhões de exemplares até a semana passada), penetram no imaginário dos novos tempos, empolgando e fazendo tremer o público de agora. Um longa-metragem dinamarquês adaptado do primeiro romance entrou em cartaz nos países escandinavos em março. No Brasil, os dois primeiros volumes atingiram a marca de 100 mil exemplares vendidos, que só obras de Paulo Coelho e Dan Brown são capazes de alcançar.
Review feita pelo site ‘Séries no PC’. A Review não traduz a opinião do Livros em Série.
É inevitável assistir The Vampire Diaries, nova aposta da CW, sem fazer comparações com Crepúsculo e True Blood. A cena incial lembra True Blood, porém mais “aterrorizante”. Um casal num carro, marido debochando do James Blunt, que de repente visualiza uma neblina e acaba batendo o carro em um homem. O maridão vai ver se está tudo bem e é atacado pelo acidentado que é um vampiro e posteriormente, ataca a mulher.
Daí se desenrola a história da série. A garota que escreve num diário(Elena) que se aproxima do vampiro bonzinho(Stefan) que quer estar entre os humanos, como se estivesse vivo. Um ataque vampírico acontece na festa de fim de férias e Stefan percebe que não está sozinho, descobrindo que seu irmão Damon está de volta e não deixará a população em paz, muito menos Elena.
O motivo de Stefan e Damon terem chegado a cidade é justamente Elena, a quem eles acreditam que ela seja uma decendente da antiga paixão deles, a Katherine.
E ao longo da série, notamos um pouco de Crepúsculo disfarçado. O cenário, o jeito sombrio dos personagens, os ataques e até aquela floresta lembram o filme. Os clichês de séries teen são inevitáveis – como por exemplo, ter uma loira bitch tentando arrumar um namorado e morrendo de inveja da garota que tá saindo com o carinha novato na escola. Mas deixando isso de lado, elogios sobram para Vampire Diaries.
O piloto trouxe uma ótima trilha sonora, bem atual, indo de Kate Perry a Placebo. Uma mitologia foi formada sobre os vampiros, um anel que eles usam que possibilita a vida sob a luz do dia e o mistério por trás do passado da família Salvatore. A filmagem, a direção e a fotografia também estão bem caprichadas. Enfim, a CW mostrou com se faz uma série que mereça ser vista por longas temporadas e com uma história realmente empolgante e fascinante.
Aliás, The Vampire Diaries me pegou de jeito, já que sempre fui apaixonado pelo gênero vampiresco. Mas como um bom fã de True Blood, gostei muito mais desta nova série, do que o primeiro filme da saga Twilight. Agora, é esperar pelos próximos capítulos…
Creditos: Series no PC






