02 de May de 2015
Postado por: Bruna Fernández @ Arquivado em: Resenha Fora de Série

Livro: A Cidade Murada
Autora: Ryan Graudin
Páginas: 400
Editora: Seguinte
Tradução: Guilherme Miranda
Resenha por: Bru Fernández
Comprar: Saraiva Cultura Folha Travessa Amazon

A Cidade Murada é um terreno com ruas estreitas e sujas, onde vivem traficantes, assassinos e prostitutas. É também onde mora Dai, um garoto com um passado que o assombra. Para alcançar sua liberdade, ele terá de se envolver com a principal gangue e formar uma dupla com alguém que consiga fazer entregas de drogas muito rápido. Alguém como Jin, uma garota ágil e esperta que finge ser um menino para permanecer em segurança e procurar sua irmã. Mei Yee está mais perto do que ela imagina: presa num bordel, sonhando em fugir… até que Dai cruza seu caminho. Inspirado num lugar que existiu, este romance cheio de adrenalina acompanha três jovens unidos pelo destino numa tentativa desesperada de escapar desse labirinto.

“Aquela menina. Seus olhos impetuosos. Poderia ser eu. Minha irmã. Qualquer uma de nós.” – p. 14

Me interessei por A Cidade Murada assim que soube do seu lançamento pela Seguinte e li a sinopse do livro. Apesar de ter toda uma pegada de distopia, na verdade o enredo se passa um cenário que já foi realidade e realmente existiu no nosso mundo, a Cidade murada de Kowloon, em Hong Kong, e foi exatamente isso que chamou a minha atenção, despertando a minha memória lembranças de já ter lido matérias e ter até estudado sobre Kowloon, que foi demolida entre 1993 e 1994.

Entretanto, a cidade no livro chama-se Hak Nam, porém essa é a única diferença entre as duas. Assim como a cidade que a inspirou, Hak Nam é uma favela vertical repleta de bordéis, jogos de azar, ladrões e traficantes. Acompanhamos então a história de três personagens principais: Jin Ling, uma pequena garota que se passa por menino para poder sobreviver nessaa cidade e continuar a busca por sua irmã mais velha, Mei Yee, que se encontra presa em um bordel pois foi vendida por seu próprio pai. O destino das duas cruza com o de um garoto, cujo passado é complicado e o assombra a cada passo dado em busca de sua liberdade: Dai.

O livro tem um ritmo bem acelerado e é muito bem escrito. A autora utiliza o recurso, que vem cada vez mais sendo usado pelos autores, de dividir os capítulos entre os pontos de vista dos três personagens principais. É um enredo forte que em muitos momentos me deixou profundamente triste, como por exemplo passagem em que a autora narra o que o traficante dono do bordel fez com uma das garotas que tentou fugir para a liberdade, fazendo-a de exemplo para as outras. Crueldade na sua forma mais pura. O mais difícil é pensar que esse tipo de coisa devia realmente existir em Kowloon; pior, que ainda deve acontecer em muitos lugares do mundo. Incrível a forma como a autora conseguiu abordar temas tão pesados em uma aventura repleta de ação com uma narrativa super envolvente.

Para os leitores em busca de uma boa aventura com muita ação em um mundo perturbadoramente realista, A Cidade Murada é o livro que você está procurando. Pode correr pra livraria mais próxima agora mesmo.

“A diferença está nos olhos e na maneira como está mais perto. Como alguém perdido que reencontrou o seu caminho. Ele não é o único.” – p. 237


Aviso Legal: A prova desse livro foi cedida pela editora responsável pela publicação no Brasil como cortesia para o Livros em Série.



01 de May de 2015
Postado por: Bruna Fernández @ Arquivado em: Resenhas

Livro: O Chamado (#01)
Série: Endgame
Autores: James Frey (@JamesFrey) e Nils Johnson-Shelton (@nbluer)
Páginas: 504
Editora: Intrínseca
Tradução: Dênia Sad
Resenha por: Bru Fernández
Comprar:
Saraiva Submarino Cultura Folha Travessa Americanas Amazon

Terra. Agora. Hoje. Amanhã. O Endgame é real e vai começar. O futuro ainda não está escrito. O que tiver que ser será. Doze jogadores. Jovens, mas pertencentes a linhagens ancestrais. Das quais descende toda a humanidade. Linhagens escolhidas milênios atrás. E que vêm se preparando desde então. Eles não têm poderes sobrenaturais. Não podem voar, não transforma chumbo em ouro nem curam a si mesmos. Quando a morte chega, eles morrem. Eles e todos nós. São os herdeiros da Terra, e cabe a eles resolver o Grande Mistério da Salvação. Um deles precisará conseguir fazer isso, ou todos estaremos perdidos. Leia o livro. Encontre as pistas. Decifre o enigma. Só um pode ganhar. O Endgame é real e vai começar.

“Por que acreditamos nessas figuras, o Cristo, Maomé, Buda, se já vimos as verdadeiras forças que moldam a vida e o conhecimento?” – p. 405

Não sabia exatamente o que esperar da leitura do primeiro livro da trilogia Endgame, mas o simples fato de o livro conter um enigma chamou a minha atenção. Além de nos apresentar a história dos doze jogadores do Endgame, o enigma convida o leitor a jogar seu próprio Endgame: quem encontrar a solução primeiro ganhará uma mala cheia de ouro.

Dessa forma, iniciei minha leitura muito interessada em ler e jogar ao mesmo tempo. Mas então veio uma pequena decepção: existem muitas pistas ao longo do livro e cada a referência você “ganha” um link da internet para acessar. Só que essas pistas e links são tão constantes que eu simplesmente desisti do jogo e apenas segui a minha leitura, caso contrário teria demorado tempo demais para finalizar a minha leitura. Para quem quer jogar, minha sugestão é: primeiro leia o livro e depois releia para poder jogar. Na minha experiência, ler sem seguir as pistas não afetou em nada a minha leitura. Só deixou ela mais fluída. ;)

Endgame conta a história de doze jovens descendentes de linhagens escolhidas há milênios. Os jovens dessas linhagens têm sido treinados para o Endgame: eles não têm super poderes estilo X-Men, são apenas pessoas treinadas para salvar o mundo, e só uma delas pode vencer. Assim que o Endgame se inicia, o jogador que encontrar as três chaves seráo grande vencedor. A única regra é: não há regras.

O enredo é narrado em terceira pessoa, por um narrador desconhecido, e os capítulos são divididos por personagens e suas localidades. No começo pode ser um pouco confuso e o leitor pode ter aquele sentimento de quebra da narrativa, afinal são muitos personagens para poucas páginas de história. Porém logo o enredo engrena e a leitura flui melhor. Gostei muito do fato dos jogadores serem cada um de uma nacionalidade diferente, como, por exemplo, existem personagens da Turquia, Mongólia, Polônia e Peru. É tão difícil encontrar nos livros que fazem sucesso uma história que se passe num país que não os EUA que é sempre muito revigorante encontrar um livro que exalta outras culturas e O Chamado é um ótimo exemplo disso.

Os autores deixam bem escancarado para os leitores quem são os personagens “bonzinhos” e os “vilões”, aparentemente tentando direcionar a nossa torcida para jogadores específicos. Apesar disso, acabei simpatizando com alguns dos “bad guys” também e gostei da forma como alianças foram feitas (e desfeitas). Impossível falar de todos os personagens aqui mas particularmente gostei da frieza de Maccabee, da sede de luta de Baitsakhan, o mais novinho dos jogadores com apenas treze anos e da sensibilidade da australiana Alice Ulapala. Parando para pensar, acredito que tenha gostado de pelo menos uma característica de cada um dos personagens envolvidos no jogo, gosto da diversidade que existe entre eles, que vai além da nacionalidade, crenças e envolve até traços pessoais com a cegueira ou tiques nervosos.

Como afirmei anteriormente o livro demora um pouco para engrenar, mas uma vez que isso finalmente acontece, as cenas de ação não deixam a desejar e é impossível largar o livro. Estou bem animada para a continuação do livro que, infelizmente, ainda não tem previsão de lançamento nem lá fora e nem no Brasil.

“Porque acreditamos que uma pessoa pode fazer a diferença.” – p. 405


Aviso Legal: Esse livro foi adquirido pela própria resenhista.



01 de May de 2015
Postado por: Monique Marie @ Arquivado em: Notícias

A Galera Record divulgou em sua rede social que Alberto Rosende Italia será Simon Lewis e que Emeraude Toubia viverá Isabelle Lightwood na série Shadowhunters, adaptação da série Instrumentos Mortais de Cassandra Clare para a televisão, já que o primeiro filme foi um fiasco de bilheteria.



01 de May de 2015
Postado por: Monique Marie @ Arquivado em: Lançamentos

A Editora Novo Século por meio de suas redes sociais publicou que Carry On de Rainbow Rowell será lançado em outubro deste ano nos Estados Unidos mas ainda se encontra sem uma data para o Brasil.

De acordo com a editora “desta vez a autora irá contar a história de Simon e Baz, personagens da série fictícia Simon Snow que servia como base para a fanfic da Cath em Fangirl“. Ou seja, para entender o livro você precisará ter lido Fangirl antes, não que ele seja uma continuação, mas um livro está ligado com o outro.

Veja a capa americana e a sinopse traduzida de Carry On abaixo:

Carry On – Simon Snow apenas quer relaxar e curtir seu último ano na Escola de Magia de Watford, mas ninguém o deixará. Sua namorada terminou o relacionamento, seu melhor amigo é uma praga, e seu mentor vive tentando escondê-lo nas montanhas onde talvez ele fique a salvo. Simon não pode nem desfrutar a falta de seu colega de quarto, porque ele não consegue parar de temer o perigoso dom. Adicione a existência de fantasmas. E vampiros. E alguns fatos malignos tentando derrubar Simon. Quando você é o mago mais poderoso que o mundo já viu, você nunca conseguirá relaxar e curtir qualquer coisa.

Carry On é uma história de fantasmas, uma história de amor, mistério e um melodrama.



30 de April de 2015
Postado por: Kinina @ Arquivado em: Notícias

Pedro Bandeira Original: Veja

Quinze anos após o lançamento do quinto volume da série Os Karas e trinta depois do livro de estreia da saga, A Droga da Obediência, que sozinho vendeu 2 milhões de exemplares, Pedro Bandeira anunciou o retorno da turma formada por Miguel, Chumbinho, Calu, Crânio e Magrí, quem sabe pela última vez. Com 68 anos, 42 deles de carreira, e mais de 30 milhões de exemplares vendidos, Bandeira voltou à série após resolver um impasse que se impôs nos últimos anos. “Seria estranho a turma de Os Karas, que é de classe média, não ter acesso a computador e celular como antes. Ao mesmo tempo, se os meninos agora tivessem esses aparatos não seriam mais aqueles personagens que os meus leitores os conheciam”, diz o escritor.

Em A Droga da Amizade, publicada pela Editora Moderna que foi lançada na Bienal do Livro de São Paulo em 2014, vê-se que a solução foi até bastante simples. A história é contada pelo líder do grupo, Miguel, que já adulto relembra os tempos de infância, vivida em uma época pré-internet. Se agradou ao autor, antes amarrado pelo impasse tecnológico, o livro não terá dificuldade de atrair o público da série, cada vez maior. De acordo com Bandeira, seus livros vendem mais hoje, após o advento de sagas juvenis fantasiosas como Harry Potter e Crepúsculo. O que se deve, na sua opinião, menos às sagas estrangeiras que aos efeitos da alfabetização tardia do país. “A Europa viveu uma revolução alfabetizadora e editorial já no século XVI, coisa que aconteceu aqui no século XX. O boom da literatura infantojuvenil é resultado disso.”

Apesar do bom desempenho comercial, a editora anunciou que A Droga da Amizade deve ser o último título da série de Bandeira. Já o próprio escritor titubeia. “É difícil dizer que coloquei o ponto final. Tenho uma história em mente, para escrever, e só consigo vê-la com a turma de Os Karas”, diz o autor, que afirma estar longe da aposentadoria e ter vários trabalhos iniciados, sem saber qual deles será transformado em livro.

Por que a decisão de retomar a série Os Karas quinze anos após o último lançamento? E por que colocar o ponto final na história?
Escrevi o primeiro livro, A Droga da Obediência, em 1982, quando não havia computador, internet, celular. Escrevi algumas continuações a pedidos de fãs e depois empaquei, porque o mundo estava mudando rápido demais. Como a série é mais ou menos realista e se passa no mundo que a gente conhece, seria estranho a turma de Os Karas, que é de classe média, não ter acesso a essas novidades tecnológicas. Como eu poderia retratar um adolescente que usa uma fichinha no telefone público quando quer falar com alguém? Ao mesmo tempo, mostrar os meninos da série com esses aparatos ia trazer uma visão nova, eles não seriam mais como meus leitores os conheciam. Por isso, demorei cerca de dez anos para voltar a escrever sobre Os Karas. Encontrei um jeito de fazer um novo livro, com o protagonista, Miguel, já adulto e lembrando como havia conhecido a turma. Mas é difícil dizer que A Droga da Amizade é o último livro da série. Tenho uma ideia de tratar a explosão demográfica do mundo e só consigo ver essa história sendo protagonizada por esse grupo.

Qual era a sua intenção ao criar a série Os Karas?
Eles são bons porta-vozes para a minha intenção inicial, que era retratar o ser humano no momento em que você deixa de ser criança e começa a se entender como adulto. O jovem percebe que há um mundo lá fora cheio de dificuldades e injustiças e, muitas vezes, adota causas e adere a passeatas sem saber por quê. É quando ele começa a pensar que seu pai, antes seu herói, é na verdade um acomodado, um chato, e vai encontrar refúgio na formação de sua primeira turma. Quis mostrar que se tornar adulto é bom, mas traz muitas responsabilidades.

A série Os Karas foi um sucesso na década de 1980 e 1990 e se tornou clássica na literatura juvenil brasileira. O senhor ainda recebe resposta positiva dos adolescentes de agora?
Os meus livros vendem mais hoje do que quando eu os lancei. Recebo e-mails de meninos que nem sonhavam em nascer quando saiu A Droga da Obediência. O Brasil tem mudado muito. Até o fim da ditadura militar, o país nunca tinha olhado para a educação. Só depois da redemocratização houve um esforço para a literatura ser adotada nas escolas. Hoje as crianças leem mais do que seus pais e seus avós. Tenho certeza de que o Ziraldo, a Ruth Rocha e eu criamos leitores por anos, que hoje são adultos responsáveis pelo estabelecimento de um mercado de livros no Brasil. O fenômeno da chick lit brasileira, por exemplo, é resultado disso. Quem está lendo esse tipo de obra se formou leitor com os nossos livros.

Estamos observando um boom da literatura infantojuvenil. Na sua opinião, a que podemos atribuir esse sucesso?
O Brasil é um pouco diferente do mundo. A Europa viveu uma revolução alfabetizadora e editorial já no século XVI, coisa que demoramos a ver por aqui. Acho que o boom acontece principalmente no Brasil, porque o mercado está se abrindo para a literatura infantojuvenil.

O que acha de autores juvenis que estão em alta, como Thalita Rebouças e Paula Pimenta? O senhor acompanha os lançamentos do filão?
Li alguma coisa, sim. A Thalita é minha amiga, é muito séria, trabalhadora, corajosa. Ela abraçou a ideia de que a literatura não tem pernas e de que você tem que andar por ela pelo país afora. Ela não faz propaganda só dos livros dela, mas sim divulga o ato de ler. Tenho muito orgulho dessas pessoas, que já vêm com uma proposta de literatura diferente da nossa, os veteranos. Não é a que precisa ser dada pela mão da professora, mas aquela independente, escolhida pelos leitores. Nós produzimos mercado, elas estão fazendo a literatura.

Muitos dos seus livros são vendidos para programas do governo. Essa venda ainda é o melhor negócio para autores infantojuvenis brasileiros?
Quando eu comecei, meus livros eram vendidos somente para as escolas, você tinha que conquistar a simpatia da professora para que ela adotasse a obra. Se ela gostasse, você vendia quarenta livros de uma só vez, coisa que jamais aconteceria em uma livraria. A venda dos infantojuvenis ainda está atrelada às escolas, sim, mas isso vem mudando nos últimos anos. O exemplo da Thalita Rebouças é bom, pois mostra que os leitores estão comprando o que querem.



30 de April de 2015
Postado por: Kinina @ Arquivado em: Lançamentos

Livro: Escuridão Total Sem Estrelas
Autor(a): Stephen King
Tradutor(a): Viviane Diniz
Comprar:
Saraiva Submarino Cultura Americanas Travessa Folha Amazon

Na ausência da luz, o mundo assume formas sombrias, distorcidas, tenebrosas. Em Escuridão total sem estrelas os crimes parecem inevitáveis; as punições, insuportáveis; as cumplicidades, misteriosas.

Em 1922, o agricultor Wilfred e o filho, Hank, precisam decidir do que é mais fácil abrir mão: das terras da família ou da esposa e mãe. No conto Gigante do volante, após ser estuprada por um estranho e deixada à beira da morte, Tess, uma autora de livros de mistério, elabora uma vingança que vai deixá-la cara a cara com um lado desconhecido de si mesma. Já em Extensão justa, Dave Streeter tem um câncer terminal e faz um pacto com um estranho vendedor. Mas será que para salvar a própria vida vale a pena destruir a de outra pessoa? E, em Um bom casamento, uma caixa na garagem pode dizer mais a Darcy Anderson sobre seu marido do que os vinte anos que eles passaram juntos.

Os personagens dos quatro contos de Stephen King passam por momentos de escuridão total, quando não existe nada — bom senso, piedade, justiça ou estrelas — para guiá-los. Suas histórias representam o modo como lidamos com o mundo e como o mundo lida conosco. São narrativas fortes e, cada uma a seu modo, profundamente chocantes.

Livro: Sobre a escrita
Autor(a): Stephen King
Tradutor(a): Michel Teixeira
Comprar:
Saraiva Submarino Cultura Americanas Travessa Folha Amazon

Com uma visão prática e interessante da profissão de escritor, incluindo as ferramentas básicas que todo aspirante a autor deve possuir, Stephen King baseia seus conselhos em memórias vívidas da infância e nas experiências do início da carreira: os livros e filmes que o influenciaram na juventude; seu processo criativo de transformar uma nova ideia em um novo livro; os acontecimentos que inspiraram seu primeiro sucesso: Carrie, a estranha. Pela primeira vez, eis uma autobiografia íntima, um retrato da vida familiar de King.

E, junto a tudo isso, o autor oferece uma aula incrível sobre o ato de escrever, citando exemplos de suas próprias obras e de best-sellers da literatura para guiar seus aprendizes. Usando exemplos que vão de H. P. Lovecraft a Ernest Hemingway, de John Grisham a J. R. R. Tolkien, um dos maiores autores de todos os tempos ensina como aplicar suas ferramentas criativas para construir personagens e desenvolver tramas, bem como as melhores maneiras de entrar em contato com profissionais do mercado editorial.

Ao mesmo tempo um álbum de memórias e uma aula apaixonante, o livro irradia energia e emoção no assunto predileto de King: literatura. A leitura perfeita para fãs, escritores e qualquer um que goste de uma história bem-contada.

Livro: 8 segundos
Autor(a): Camila Moreira
Comprar:
Saraiva Submarino Cultura Americanas Travessa Folha Amazon

Nunca provoque um peão: ele só precisa de oito segundos para te enlouquecer.

Pietra, filha única de um rico fazendeiro, sempre teve tudo o que quis. Para realizar mais um de seus caprichos – viver em Paris em seu próprio apartamento –, ela é obrigada pelo pai a passar uma temporada na propriedade da família.

Lá, ela conhece o veterinário Lucas, um homem simples e determinado, que sonha em competir nos grandes rodeios do país. Quando o peão conhece a patricinha, faz de tudo para não se deixar levar pelos lindos olhos verdes da filha do patrão.

Em 8 segundos, Pietra e Lucas não conseguirão resistir à paixão. Mas antes que possam viver este amor, a revelação de um terrível segredo do passado mudará suas vidas para sempre.



30 de April de 2015
Postado por: Kinina @ Arquivado em: Lançamentos

Livro: Sombra do paraíso (#01)
Série: Saga de Keanu
Autor(a): David S. Goyer e Michel Cassutt
Tradutor(a): Patrícia Arnaud
Comprar: Saraiva Cultura Travessa Folha Amazon

No ano de 2016, cientistas descobrem um astro de natureza desconhecida se aproximando da Terra. Batizado de Keanu, ele logo se torna o destino de uma corrida espacial em pleno século 21. A NASA e a coalizão Rússia-Índia-Brasil passam a concorrer entre si, em uma missão de descobrimento científico temperada com intrigas políticas. Em meio a conflitos pessoais e familiares, o comandante norte-americano Zack Stewart e sua tripulação enfrentam uma perturbação na já complicada rotina no espaço. Keanu é muito mais do que aparenta, e logo os cosmonautas da Destiny-7 e da Brahma veem sua importante missão se transformar em uma aventura perigosa, sem precedentes na história da humanidade. Com um enredo misterioso, envolvente e inquietante, Sombra do paraíso é o primeiro volume da saga de Keanu, escrita a quatro mãos por dois grandes nomes do cinema e da televisão. Uma obra surpreendente, rica em detalhes sobre viagens espaciais e indispensável para todos os amantes das ciências e de aventuras no espaço.

A editora ainda conta com lançamentos que não fazem parte de séries, para vê-los, clique no link abaixo.

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29 de April de 2015
Postado por: Bruna Fernández @ Arquivado em: Lançamentos

Livro: Sal (#01)
Série: Trilogia do Sal Profundo
Autor: Maurice Gee
Tradutora: Cláudia Mello Belhassof
Comprar: Saraiva Submarino Cultura Folha Travessa Americanas Amazon

Quando Tarl é capturado e escravizado para trabalhar no Sal Profundo, seu filho Hari promete resgatá-lo. Corajoso e inteligente, este cruza o caminho da bela Pérola e de sua talentosa criada, Folha de Chá. Hari e Pérola logo percebem que, juntos, devem descobrir os segredos do Sal Profundo. E esta longa jornada por terras ermas se torna muito mais do que uma missão para salvar Tarl — afinal, o mundo está à beira de um terror sem precedentes.

Livro: Pequenos Deuses (#13)
Série: Discworld
Autor: Terry Pratchett
Tradutor: Alexandre Mandarino
Comprar: Saraiva Submarino Cultura Folha Travessa Americanas Amazon

“Só porque você consegue explicar não significa que não seja um milagre.”

Religião é um assunto controverso em Discworld. Todo mundo tem sua própria opinião e até seus próprios deuses, que podem ser de todas as formas e tamanhos. Nesse ambiente tão competitivo, as divindades precisam marcar presença. E a melhor maneira de fazer isso certamente não é assumindo a forma de uma tartaruga. Nessas situações, você precisa, e rápido, de um assistente. De preferência alguém que não faça muitas perguntas…

A editora ainda conta com lançamentos que não fazem parte de séries, para vê-los, clique no link abaixo.

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