20 de novembro de 2017
Postado por: Monique Marie @ Arquivado em: Resenhas de Série

Livro: O pistoleiro (#01)
Série: A Torre Negra
Autor: Stephen King
Editora: Suma de Letras
Páginas: 221
Tradução: Mário Molina
Resenha por: Monique Marie
Comprar: Saraiva Submarino Cultura Amazon + ofertas

Este livro é o primeiro dos sete volumes de série A Torre Negra, obra mais ambiciosa do escritor Stephen King. “O Pistoleiro” apresenta ao leitor o fascinante personagem de Roland Deschain, último descendente do clã de Gilead, e derradeiro representante de uma linhagem de implacáveis pistoleiros desaparecida desde que o Mundo Médio onde viviam “seguiu adiante”. Para evitar a completa destruição desse mundo já vazio e moribundo, Roland precisa alcançar a Torre Negra, eixo do qual depende todo o tempo e todo o espaço, e verdadeira obsessão para Roland, seu Cálice Sagrado, sua única razão de viver. O pistoleiro acredita que um misterioso personagem, a quem se refere como o homem de preto, conhece e pode revelar segredos capazes de ajudá- lo em sua busca pela Torre Negra, e por isso o persegue sem descanso. Pelo caminho, encontra pessoas que pertencem a seu ka-tet – ou seja, cujo destino está irremediavelmente ligado ao seu. Entre eles estão Alice, uma mulher que Roland encontra na desolada cidade de Tull, e Jake Chambers, um menino que foi transportado para o mundo de Roland depois de morrer em circunstâncias trágicas na Nova York de 1977. Mas o pistoleiro não conseguirá chegar sozinho ao fim da jornada que lhe foi predestinada. Na verdade, sua aventura se estenderá para outros mundos muito além do Mundo Médio, levando-o a realidades que ele jamais sonhara existir. Inteiramente revista pelo autor, esta primeira edição brasileira de “O Pistoleiro” traz também prefácio e introdução inéditos de King.

Eu ainda não tinha lido essa série do King, eis que vi que a editora liberou para o Livros em Série a leitura e quase me joguei no e-mail pedindo pelo amor de Deus para ler. Até então okay, eu e metade do mundo amamos King. Mas quando você para e percebe que tem que fazer a resenha é que se dá conta do tamanho da besteira: quem sou eu para resenhar o mestre Stephen King?

Dei a sorte de pegar uma edição com extras no começo, não sobre o livro/série em si, mas sobre como entender um pouco a mente de King ao criar A Torre Negra, só isso para mim já valeu metade do livro (ele fala dos Hobbits de O Senhor dos Anéis). Mas falando do que vocês realmente querem saber é bem complicado de resenhar. A Suma foi incrível nessa sinopse e basicamente resumiu o que pode ser contado sem spoilear tudo. Vou então falar que é um livro de fácil leitura, sem descrição exacerbada do local onde se passa, você sente a passagem do tempo em um ritmo perfeito e King não lança em nenhum momento fatos que tenho certeza que serão importantes para o total entendimento da obra, ou seja, prepare-se para ficar um pouquinho confuso.

Contamos com mistério, um pouco de fantasia, ficamos em duvida se estamos de fato entendendo quem é o Pistoleiro e seu companheiro em várias partes do texto mas mestre que é mestre sabe como terminar um livro sem te deixar com a sensação de “ei, só vou entender quando ler o oitavo”? Apesar de ter falado que é de fácil leitura, você pode em alguns momentos precisar parar um pouco, não para entender ou reler algum capítulo, mas sim para respirar e deixar que aquilo entre no seu ser e aí sim você estará pronto para continuar a leitura. É forte, é bom e é viciante.

Se em algum momento você pensar em desistir, não desista, pense que é uma série longa e que no primeiro livro não dá para contar tudo e tirar todas as duvidas. A única coisa que eu sei é que queria todos os livros para ler em sequência, demorei para começar uma das mais famosas séries e agora quero terminar para ontem.

A capa está linda, a edição está perfeita e só sei dar nota 10 para essa obra prima. Já disse que acho King um gênio?


Aviso Legal: Esse livro foi cedido pela editora responsável pela publicação no Brasil como cortesia para o Livros em Série.



13 de novembro de 2017
Postado por: Bru Fernández @ Arquivado em: Notícias

A editora Leya está de parabéns! Foi anunciado no primeiro semestre do ano que, devido aos pedidos dos fãs, eles lançariam na CCXP os três primeiros livros da segunda era de Mistborn. Promessa é dívida!

Hoje a editora revelou as capas e títulos nacionais dessas belezuras, vem conferir!

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Brandon Sanderson, um dos mais aclamados autores de fantasia da atualidade, está de volta com a aguardada Segunda Era de Mistborn. Muito pedida pelos fãs, esta série mostra o progresso de Scarial, 300 anos após os acontecimentos da primeira saga, que apresentou ao público as aventuras protagonizadas por Vin, Elend, Kelsier e cia. Mas, a evolução do planeta está em risco, e caberá a Wax Ladrian lutar para garantir a harmonia conquistada a duras penas.

Em A liga da lei, quarto livro da série, Wax Ladrian deixa as Terras Brutas em direção à metrópole, onde descobrirá que nem os dias mais perigosos que passou nas empoeiradas planícies se comparam ao que terá de enfrentar.

Em As sombras de si mesmo, Wax com a ajuda seu excêntrico comparsa Wayne, e da linda e brilhante Marasi, para desvendar a conspiração terrorista e assassina que ameaça tirar Scadrial da trilha do progresso.

Em Os braceletes da perdição, Wax é recrutado para viajar ao sul para investigar a existência de metais que teriam pertencido ao Senhor Soberano, e conservariam seu poder. Mas, ele descobrirá pistas que apontam para o verdadeiro objetivo de seu tio Edwarn e da obscura organização da qual ele faz parte.

Os três livros serão lançados em um box especial que, além dos três volumes, contará com um caderno de anotações exclusivo e personalizado com a identidade da série.

Porém, a grande sacada aqui é que esse caderno, além de ser um brinde para quem adquirir o box no lançamento, serve para marcar o espaço no box para o quarto livro, de forma que ele possa ser incluso no box quando for lançado!

O lançamento do box com os três volumes será na edição desse ano da CCXP, que acontece entre os dias 7 e 10 de dezembro.

Neste lançamento, os livros serão vendidos no formato box com o caderno de anotação exclusivo. Após o evento, os livros passarão a ser vendidos individualmente nas principais lojas do ramo.

E aí, todos ansiosos para voltar a Scadrial e entender como a Alômancia influenciou a evolução do mundo?



10 de novembro de 2017
Postado por: Bru Fernández @ Arquivado em: Resenhas de Série

Química perfeitaLivro: Química perfeita (#01)
Série: Química perfeita
Autor: Simone Elkeles (@simoneelkeles)
Editora: GloboAlt
Páginas: 428
Tradução: Fal Azevedo
Resenha por: Bru Fernández
Comprar: Saraiva Submarino Cultura Amazon + ofertas

Brittany e Alex são de mundos opostos: ela é a menina perfeita com um futuro brilhante pela frente, ele o membro de uma gangue perigosa que não tem nada a perder. Os dois não teriam nenhum contato um com o outro, se não tivessem sido forçados a ser parceiros nas aulas de química do último ano. Alex sabe que qualquer relação que Brittany tenha com ele pode colocar em risco sua reputação impecável de boa aluna e namorada dedicada e, por orgulho e diversão, aposta com os amigos que consegue fazer com que ela saia com ele. No entanto, quanto mais se aproximam, mais fica evidente que eles têm algo em comum que ninguém parece perceber: nenhum dos dois é o que se esforça tanto para ser.

“Porque o caso é que às vezes, quem brinca com fogo se queima de verdade.”

Finalmente a trilogia Química Perfeita será publicada no Brasil – agora de forma decente -, a espera acabou! Pra quem não é das antigas e não se lembra, o primeiro volume da série já foi publicado por aqui pela finada Editora Underworld – mas com uma tradução bem ruim e uma capa pior ainda (confiram nossa resenha dessa edição aqui). Então, obrigada à Globo Alt por nos trazer mais essa incrível série da Simone Elkeles!

O enredo pode não chamar tanto a atenção por parecer um completo clichê de garota boazinha e certinha se apaixonando por um bad boy da pesada e os problemas que eles enfrentam ao se apaixonarem. Mas a escrita da autora é tão genial que ela consegue levar suas personagens e sua história a um outro patamar. Ao descrever a vida de seus protagonistas Brittany e Alejandro (Alex), percebemos o grande erro que cometemos ao julgar uma pessoa apenas por suas aparências. Ela nos mostra o porquê de Brittany querer representar o tempo todo, para todo mundo, que ela é o símbolo da perfeição. Na verdade ela tenta compensar a imagem de vida perfeita por causa de sua irmã mais velha que é deficiente mental e tem sua condição nem um pouco aceita pela família. Quase ninguém sabe que Brittany tem uma irmã, só porque ela não é considerada “normal” pela sociedade, olhem o absurdo! Pode parecer exagero, mas infelizmente ainda existem pessoas assim no mundo. Já no caso de Alex, o que esperamos é um rebelde sem causa, que é revoltado sem motivos, mas na verdade é justamente o contrário. Alex viu seu pai morrer na sua frente quando tinha apenas 6 anos de idade. Acabou ingressando na gangue da qual ele fazia parte, a Latino Blood, para poder continuar protegendo a sua mãe e os dois irmãos mais novos: Carlos e Luis.

A autora mostra em seu enredo uma cidade dividida e separada pelo preconceito socioeconômico e cultural. O único lugar em que os ricos e pobres interagem é na escola, onde Brittany e Alex acabam se tornando parceiros de laboratório na aula de química, graças à professora, sra. P. Aliás, a professora de química aparece bem pouco, mas é uma das personagens favoritas. Ela sempre tem ótimos conselhos para dar e tem uma visão de mundo muito interessante e objetiva. Gostei dela logo de cara quando ela diz na sua aula:

“— O que eu estou dizendo é… Dinheiro e status não são tudo. Use seu cérebro e faça algo pela humanidade ou pelo planeta no qual vive. Aí será uma pessoa bem-sucedida. E terá meu respeito, algo de que bem poucas pessoas neste mundo podem se gabar.”

E por falar em personagens secundárias incríveis, esse livro está recheado delas! Fora a professora me apaixonei pela irmã de Brittany, Shelley, e por Isabel e Paco, amigos de Alex. Shelley, apesar de quase não aparecer é a pessoa mais importante na vida da irmã mais nova. Cada passo, cada meta que Brittany traça pra si, envolve estar perto de sua irmã. Um amor incondicional que Shelley não recebe dos pais. Já Isabel e Paco são mais recorrentes no enredo e são cativantes ao extremo. Isabel é forte e transgressora: mesmo sendo da parte pobre e latina da cidade, ela entra para a equipe de pompons (achei esse nome péssimo e não entendo porque a autora não usou o termo cheerleaders, mas ok) e acaba se tornando uma grande (e improvável) amiga de Brittany. Já Paco, é o fiel amigo de Alex. Com uma vida nada fácil e bem sofrida, ele faz de tudo pelo melhor amigo. Literalmente.

Uma história imperdível pra quem não resiste a um bom romance sem mimimi com personagens apaixonantes, inteligentes e divertidas. Te desafio a não se apaixonar pelo bad boy Alex Fuentes. Duvido que você consiga.

“— Não faça perguntas para as quais não está pronta para ouvir resposta. Está bem?”


Aviso Legal: Esse livro foi cedido pela editora responsável pela publicação no Brasil como cortesia para o Livros em Série.



09 de novembro de 2017
Postado por: Lais @ Arquivado em: Resenhas Fora de Série

Química perfeitaLivro: Ninguém nasce herói
Autor: Eric Novello (@eric_novello)
Editora: Seguinte
Páginas: 384
Tradução:
Resenha por: Lais Baptista
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Num futuro em que o Brasil é liderado por um fundamentalista religioso, o Escolhido, o simples ato de distribuir livros na rua é visto como rebeldia. Esse foi o jeito que Chuvisco encontrou para resistir e tentar mudar a sua realidade, um pouquinho que seja: ele e os amigos entregam exemplares proibidos pelo governo a quem passa pela praça Roosevelt, no centro de São Paulo, sempre atentos para o caso de algum policial aparecer. Outro perigo que precisam enfrentar enquanto tentam viver sua juventude são as milícias urbanas, como a Guarda Branca: seus integrantes perseguem diversas minorias, incentivados pelo governo. É esse grupo que Chuvisco encontra espancando um garoto nos arredores da rua Augusta. A situação obriga o jovem a agir como um verdadeiro super-herói para tentar ajudá-lo — e esse é só o começo. Aos poucos, Chuvisco percebe que terá de fazer mais do que apenas distribuir livros se quiser mudar seu futuro e o do país.

“Contrariando as expectativas, vamos sobreviver.”

Ninguém nasce herói é uma faca no estômago. Sempre que me perguntam sobre o livro essa é a primeira coisa que me vem à cabeça. É forte assim. E parte do motivo para ser tão forte é o fato de que é muito bem ancorado na nossa realidade. É uma situação não tão hipotética assim que é bem fácil de imaginar acontecendo, o que torna muito assustador. Por isso tudo que essa descrição é a primeira que penso e a melhor forma que encontrei de sintetizar o livro.

Mas o livro é mais do que isso, claro. Se fosse apenas uma situação bem pensada ele não teria me impactado tanto quanto impactou. Ele é muito bem trabalhado. Eric Novello trabalhou as personagens de forma muito boa e os conflitos internos de Chuvisco são bem realistas (o fato de eu ter achado eles bem cansativos em alguns momentos pra mim só contam pontos para a realidade). Esse foi o primeiro livro do escritor que li e agora quero buscar os outros.

Falando um pouco mais das personagens, Chuvisco é um ótimo protagonista. Ele, como indica o título, não é um herói. Pelo menos não no sentido esperado da palavra. Ele não é um líder revolucionário, não é o Escolhido (inclusive amei esse título ser usado pelo grande vilão). Ele é um cara simples que não consegue engolir o que está acontecendo e que passa grande parte do livro sem saber o que fazer quanto a isso. E é impossível não traçar paralelos com a nossa situação política atual. Muitos de nós também não estamos felizes com os rumos que o país está tomando, mas estamos tão perdidos quanto Chuvisco.

E é nos seus amigos que ele encontra seu porto-seguro. No seu grupo de amigos que tem algumas coisas em comum, muitas coisas diferentes mas com a cola sendo o amor. Mesmo nenhum deles sendo parecidos com meus amigos, foi muito fácil se sentir dentro do grupo, porque o tipo de amor é o mesmo. A total aceitação de quem eles são, o amor e o carinho um pelos outros, é o que dá a força e a coragem que Chuvisco precisa pra encontrar sua forma de lutar. Eric desenvolveu esse grupo de amigos muito bem. Eu adoro quando os escritores dedicam sua atenção às personagens secundárias e não me decepcionei em Ninguém nasce herói com isso. É fácil se importar com os amigos de Chuvisco, o que deixa alguns momentos do livro bem dolorosos.

Pra mim (e pelo que li, pro escritor), a principal mensagem do livro é sobre esses laços que você forma com as pessoas que você ama e que te dão força para lutar pelo que acredita. Ninguém é invencível sozinho. Normalmente ninguém é invencível ponto. Mas saber que você tem pessoas te apoiando te dá forças. Às vezes para lutar contra um regime opressor, às vezes para sair da casa e enfrentar a vida. Mas em momentos em que o futuro parece assustador, é bom lembrar que, por mais clichê que seja a frase, a união faz a força.


Aviso Legal: Esse livro foi cedido pela editora responsável pela publicação no Brasil como cortesia para o Livros em Série.



08 de novembro de 2017
Postado por: Monique Marie @ Arquivado em: Resenhas de Série

Livro: Crueldade (#01)
Série: The Cruelty
Autora: Scott Bergstrom
Editora: Seguinte
Páginas: 376
Tradução: Álvaro Hattnher
Resenha por: Monique Marie
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O mundo de Gwendolyn Bloom vira de cabeça para baixo quando seu pai desaparece durante uma viagem de trabalho. Ela logo descobre que ele não é o homem que, por dezessete anos, achou que fosse — e essa é só a primeira de muitas revelações que Gwendolyn terá pela frente. Sem poder contar com a ajuda de mais ninguém para encontrá-lo, a garota parte em uma jornada tão perigosa quanto alucinante, seguindo os rastros do pai pela Europa. Porém, para se infiltrar — e sobreviver — em um novo mundo cheio de maldade e perversão, ela precisará deixar toda a sua vida para trás, assumir uma nova identidade e se tornar alguém tão cruel quanto seus piores inimigos.

Me apaixonei pela sinopse e quase que repeti um mantra para não esperar demais do livro já que todos os que coloquei expectativa nas alturas acabei me dando mal. Já começo avisando que é um 3,8 de 5. Nada mal né? Não sei explicar o que ficou faltando, mas sabe aquele “que” a mais que você espera? Pois bem, eu não o encontrei no livro, mas também não fez com que a história fosse ruim, eu realmente aguardo a continuação.

A ambientação da história é ótima, você consegue facilmente imaginar cada passo que Gwen dá para desvendar um dos maiores mistérios de sua vida. Aliás, imaginar é algo que acontece muito em relação a nossa personagem central, principalmente em relação a construção de como ela é. Sabe aquela pessoa boa demais que pode apertar um botão e explodir o mundo? Para mim é essa a nossa personagem. Existem outras tão importantes quanto ela que serão introduzidas no decorrer da narrativa, mas não sei dizer ao certo até que ponto estaria a estragar a surpresa em revelar, melhor deixar desse tamanho.

Temos uma narrativa bem construída, que consegue envolver o leitor e querer sempre saber mais, ou até tentar adivinhar o que vai acontecer com as mudanças drásticas a cada nova decisão. Para mim esse é um ponto muito positivo do autor, já que transformar uma menina que perdeu a mãe de forma bizarra, que sofre bullying por não se encaixar ao padrão das escolas onde vive em uma quase psicopata à procura de seu pai não é uma tarefa fácil e Scott a fez com maestria na minha humilde opinião.

Imaginem um livro que detalha um treinamento exaustivo de uma jovem para se tornar uma quase espiã misturado com muito drama pessoal e sede de vingança. Seria um resumo do resumo sem spoilear vocês.

É um livro bem interessante sobre vários aspectos, incluindo como lidar com o sentimento de ódio e vingança que pode nascer dentro de nós e em mostrar que sempre podemos ir um ponto além do que achávamos. Se vocês se afastarem um pouco da história central que não é algo comum a vida de qualquer pessoa, eu acredito que dá para refletir com muitos tópicos abordados, se mais alguém leu seria interessante comentarem se também se sentiram assim.

Crueldade termina claramente de uma forma que você não espera, da mesma forma que você não espera que metade do livro aconteça, o que é legal para um livro que esperava tanto. Fica aqui o meu carimbo de “leia”! Tenho certeza que não será tempo perdido.

Ah, antes que esqueça: a capa do livro é maravilhosa, a tradução percebe-se que foi bem feita e a revisão também, acho legal falar disso porque alguns livros vieram com erros que não estamos acostumados. ;D


Aviso Legal: Esse livro foi cedido pela editora responsável pela publicação no Brasil como cortesia para o Livros em Série.