13 de setembro de 2017
Postado por: Bru Fernández @ Arquivado em: Entrevistas

Original: Good Reads
Tradução: Bru Fernández

Por favor não copie, reproduza, distribua a tradução dessa entrevista de nenhuma maneira sem consentimento prévio.

Um pouco competição faz bem. O exagero pode ser perigoso para sua saúde. Este mês, Marie Lu, autora de Legend e Jovens de Elite, apresenta os leitores a um novo tipo de torneio, um país encantado da realidade virtual cheio de maravilhas sensacionais, aventuras ousadas… e perigos de arrepiar os ossos.

Um toque de alta tecnologia em Jogos Vorazes com tons de Jogador Nº 1 e Snow Crash, Warcross é um thriller de ficção científica exuberante, fundamentado por sua heroína forte e inteligente, Emika Chen. Emika não é competidora qualquer. Hacker e caçadora de recompensas, ela entra no mundialmente famoso torneio Warcross como espiã. A fama e a fortuna aguardam o vencedor, mas a traição devastadora e a ruína espreitam em cada turno.

Warcross

Lu, que trabalhou na indústria de videogames antes de se tornar uma autora de best-seller, responde perguntas dos leitores do Good Reads sobre abraçar sua Emika interna, passar tempo com seus colegas da Sonserina (em seus sonhos mais loucos de Hogwarts) e encontrar inspiração em sua caverna de escrita ocasionalmente “escura e deprimente”.

Kim – Sei que a música é uma grande parte do seu processo de escrita. Qual música você ouviu enquanto escrevia Warcross?
Marie Lu – A trilha sonora de TRON, a trilha sonora de Stranger Things e uma série de trilhas sonoras de video game. Tudo, de Sonic the Hedgehog a Final Fantasy, a jogos indie como Sword & Sworcery. Limito minhas playlists principalmente para música sem letras, quando eu estou desenhando, para que as palavras não me distraiam.

Vicky – Qual é uma das suas citações favoritas de Warcross que você acha que realmente incorpora a novela?
Marie Lu – “Tudo é ficção científica até que alguém torne esse algo em ciência.”

Mia – Estou obcecada com seus poderes de construção de universo, e gostaria de poder visitar todas as terras que você descreve (algumas delas por mais tempo do que outras). Se você pudesse se transportar para qualquer universo de um livro por um dia, qual você escolheria?
Marie Lu – Obrigada por palavras tão gentis! OK, eu adoraria estar em Hogwarts por um dia, mas não gostaríamos todos nós! Vai Sonserina! Eu também adoraria explorar o universo da série Redwall, de Brian Jacques. Esses livros foram os primeiros romances de fantasia que li, e eu ficava obcecada com eles.

Sidney – O que você considera ser a parte mais gratificante de ser uma escritora?
Marie Lu – Ouvir e conectar-se com os leitores depois de um livro sair para o mundo. Quando estou sozinha na caverna de escrita (escura, deprimente, frustrante, raaargh), é fácil esquecer que estou criando algo que vou compartilhar com um público. Então, quando percebo que alguém leu o livro e talvez até tenha gostado… não há melhor sensação.

Mateus – Nos agradecimentos de Estrela da Meia-Noite, você mencionou que a Adelina foi um pouco baseada em você, as partes de você quando você luta, fica chateada, sente-se traída, etc. A Emika Chen de Warcross tem base em seu passado como designer de videogames ou ela é baseada em outras partes da sua vida?
Marie Lu – Emika Chen é meu personagem de auto-inscrição e realização de desejos. Sua história realmente contém algumas anedotas do meu passado na indústria de jogos. Eu dei a ela muitas das minhas paixões (por exemplo, arte, tecnologia, jogos) e minhas falhas (como a minha tendência de dizer exatamente o que é errado na hora errada e meu medo de me abrir para os outros). Porém, não sou uma prodígio quando se trata de computadores; nem de perto tenho seu nível de coragem ou tenacidade. Esses traços foram tirados da minha mãe!

Nima – Quantos livros não publicados ou semi-acabados você tem espalhados pela casa?
Marie Lu – Tenho cinco manuscritos acabados, inéditos. Quanto às histórias semi-acabadas… não consigo nem contar. Dezenas, provavelmente!

Adrianna – Qual é o seu poder favorito no universo de Jovens de Elite?
Marie Lu – Gostei muito de escrever sobre o poder de Raffaele, a capacidade de sentir os pontos fortes, fracos e as emoções dos outros. Porém, adoraria ter o poder do vento de Lucent, só porque isso significa que eu poderia voar!

Jennifer – Quando você fica presa em uma trama e não sabe para onde levar a história, o que você faz para encontrar inspiração novamente?
Marie Lu – Quando fico presa na trama, geralmente significa que meu poço criativo está seco, então vou me afastar da escrita e, em vez disso, mergulhar nas criações de outras pessoas – livros, videogames, filmes, música – para encher o poço novamente. Quase sempre saio de uma sessão dessas com novas ideias.

Sasha – Você ainda fica nervosa antes de um de seus livros ser publicado? Espero que você saiba o quanto nós amamos e apreciamos seu trabalho!
Marie Lu – Você é tão gentil. Obrigada! Fico uma completa bola de nervos antes de cada livro ser publicado, especialmente se o livro for o primeiro de uma nova série. Agora, nas semanas anteriores ao lançamento de Warcross, estou tendo problemas para dormir durante a noite e concentrar-me em tarefas importantes. Vou ter sonhos esquisitos e esquecer as coisas com frequência. Mas toda a ansiedade pré-lançamento, cada pedacinho, vale a pena se vocês gostarem da história. Obrigada por me darem o privilégio de escrever para todos vocês!

Maryanne – Com qual dos seus personagens você gostaria de ser mais parecida?
Marie Lu – Uma combinação de June e Emika, eu acho. Ambas tendem a fazer o certo, mesmo quando é difícil, e mudam de pensamento quando percebem que estão erradas sobre alguma coisa. No entanto, é muito mais fácil para mim escrever esses traços do que praticá-los! Tentei voltar atrás contra o lado “agradável” de mim ultimamente porque simplesmente não podemos nos dar ao luxo de sermos passivos nos dias de hoje. Nem June, nem Emika toleram a injustiça, mesmo quando isso não está em seus melhores interesses. Eles tomam medidas, e eu admiro isso nelas.

Até o momento do post da tradução dessa entrevista, não há previsão de publicação de Warcross no Brasil.



13 de setembro de 2017
Postado por: Bru Fernández @ Arquivado em: Notícias

De acordo com o site Coming Soon, a Disney revelou a data de lançamento de suas próximas produções cinematográficas e, para a felicidade dos fãs, a tão aguardada adaptação de Artemis Fowl ganhou data prevista para 9 de agosto de 2019.

Artemis Fowl

O diretor do filme será Kenneth Branagh, que assinou o contrato para dirigir o filme em 2015. O casting para escolher o ator que interpretará Fowl vai acontecer na Irlanda, nos dias 29 e 30 de setembro na cidade de Galway, no dia 01 de outubro em Dublin e no dia 14 de outubro em Cork. Eles procuram por meninos atores entre 9 e 13 anos, com menos de 1,60m, de qualquer etnia, que tenha ou consiga fazer sotaque irlandês. Ah, e não é necessário ter experiência em atuação.

Artemis Fowl é a história de um garoto diferente. O autor criou um anti-herói mal-humorado e pessimista que, com apenas 12 anos, é um gênio do crime. Misturando ação, internet e magia, Artemis Fowl vem conquistou uma legião de leitores em todo mundo.

Artemis é o único herdeiro do clã Fowl, uma lendária família de personagens do submundo, célebres na arte da trapaça. O garoto imagina um plano para recuperar a fortuna de sua família, após o desaparecimento misterioso de seu pai. Seu plano poderia derrubar civilizações e mergulhar o planeta numa guerra entre espécies.

O garoto começa a pôr seu plano em prática em Ho Chi Minh, a calorenta capital do Vietña, em pleno século XXI. Lá, aliando tecnologia de ponta a seus dons criminosos, ele chantageia uma fada decadente para roubar seu Livro, objeto que permitirá desvendar os segredos do Povo das Fadas e descobrir onde esse povo guarda uma enorme reserva de ouro. O único problema é que o Livro está em gnomês – o idioma das fadas, um alfabeto ancestral, jamais decifrado por um humano. De volta à sua segura mansão na Irlanda, ele trabalha freneticamente, com a ajuda de seu superpotente computador, até conseguir desvendar o código e traduzir o texto. Mais isso é só o início.

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12 de setembro de 2017
Postado por: Bru Fernández @ Arquivado em: Notícias

Os fãs do universo de Shadowhunters que estão lendo a trilogia Os artifícios das trevas, podem celebrar como se o Natal tivesse chego mais cedo: a Cassandra Clare anunciou que vai atrasar um pouco o lançamento de sua nova série (The Last Hours) para escrever Queen of Air and Darkness – que ia ser publicado somente no segundo semestre de 2019 – (A rainha do ar e das trevas), o livro final de Os artifícios das trevas!

A gente está superfeliz, mas o motivo é bem triste: a autora recentemente perdeu o padrasto e estava com problemas para escrever Chain of Gold, o primeiro livro da nova série, programado anteriormente para sair no fim de 2018. Como a nova série se passa em um universo mais otimista, ela resolveu trocar e usar a inspiração para um livro com o tom mais obscuro.

“Percebi que chegou a um ponto em que eu tinha escrito mais de Queen of Air and Darkness do que Chain of Gold e, se eu tivesse a intenção de publicar um livro em 2018, teria que ser QoAD,” escreveu Clare em sua newsletter.

Além de fazer esse anúncio, a autora liberou um calendário com seus próximos lançamentos para apaziguar os corações dos fãs (ou fazê-los pirar de ansiedade, não sabemos ao certo!). Confira a lista completa abaixo:

2017

The Silver Mask (Magisterium #4) – 10 de outubro*
The Mortal Instruments: The Graphic Novel, Vol. 1 – 31 de outubro*
City of Bones 10th anniversary edition – 7 de novembro*

2018

The Enemy of Death (Magisterium #5, último livro) – agosto, setembro ou outubro*
Queen of Air and Darkness (The Dark Artifices #3) – outono 2018*

2019

The Red Scrolls of Magic (The Eldest Curses #1) – 5 de março*
Chain of Gold (The Last Hours #1) – outono?*

2020

The Eldest Curses #2 – primavera?*
Chain of Iron (The Last Hours #2) – outono?*

2021

The Eldest Curses #3 – primavera?*
Chain of Thorns (The Last Hours #3) – outono?*

Depois de 2021

The Wicked Powers

*lembramos que essas datas são para os lançamentos publicados nos Estados Unidos.

Logo depois de fazer esse anúncio, a autora liberou um trechinho de Queen of Air And Darkness de quando Kit Herondale encontra Isabelle Lightwood e Simon Lewis pela primeira vez:

Kit glanced around, wondering if the growing number of people was bothering Ty. He hated crowds. Magnus and Alec were standing with their kids near the Consul; they were with a beautiful black-haired girl with eyebrows just like Alec’s and a boy — well, he was probably in his twenties — with untidy brown hair. The boy gave Kit a considering look that seemed to say you look familiar. Several people had done the same. Kit guessed it was because he looked like Jace, if Jace had suffered a sudden and unexpected height, muscle and overall hotness reduction.



12 de setembro de 2017
Postado por: Bru Fernández @ Arquivado em: Resenhas de Série

Agora e para sempre, Lara JeanLivro: Agora e para sempre, Lara Jean (#03)
Série: Para todos os garotos que já amei
Autor: Jenny Han (@jennyhan)
Editora: Intrínseca
Páginas: 304
Tradução: Regiane Winarski
Resenha por: Bru Fernández
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Na aguardada conclusão da série Para todos os garotos que já amei, Lara Jean vai ter que tomar as decisões mais difíceis de sua vida.

Em Para todos os garotos que já amei, as cartas mais secretas de Lara Jean — aquelas em que se declara às suas paixonites platônicas para conseguir superá-las — foram enviadas aos destinatários sem explicação, e em P.S.: Ainda amo você Lara Jean descobriu os altos e baixos de estar em um relacionamento que não é de faz de conta.

Na surpreendente e emocionante conclusão da série, o último ano de Lara Jean no colégio não podia estar melhor: ela está apaixonadíssima pelo namorado, Peter; seu pai vai se casar em breve com a vizinha, a sra. Rothschild; e sua irmã mais velha, Margot, vai passar o verão em casa. Mas, por mais que esteja se divertindo muito — organizando o casamento do pai e fazendo planos para os passeios de turma e para o baile de formatura —, Lara Jean não pode ignorar as grandes decisões que precisa tomar, e a principal delas envolve a universidade na qual vai estudar. A menina viu Margot passar pelos mesmos questionamentos, e agora é ela quem precisa decidir se vai deixar sua família — e, quem sabe, o amor de sua vida — para trás.

Quando o coração e a razão apontam para direções diferentes, qual deles se deve ouvir?

ATENÇÃO! Esse livro não é o primeiro da série e a resenha pode conter spoilers! Confira nossas resenhas anteriores dessa série, clicando na capa desejada:

#01 - Para todos os garotos que já amei #02 - P.S.: Ainda amo você

“Acho que isso também é parte de crescer, ter de se despedir de coisas que você amava.”

Antes de mais nada, gostaria de começar essa resenha agradecendo do fundo do meu coração a Jenny Han por ter escrito mais um volume dessa série – originalmente era uma duologia – e mais ainda por não ter perdido a mão no processo. Afinal, todos nós sabemos que estender uma história além do que ela estava planejada nem sempre tem um resultado gratificante. Pois Agora e para sempre, Lara Jean teve.

O que eu mais gosto na história dessa série é a força das personagens, principalmente de Lara Jean. Nesse volume a protagonista está se formando e se preparando para ir para a universidade, um dos melhores e ao mesmo tempo piores momentos na vida de um adolescente. É a época em que os amigos de colégio tomam rumos diferentes (nos EUA ainda mais distantes do que costuma acontecer no Brasil), em que relacionamentos acabam e decisões que podem afetar os próximos anos da sua vida devem ser tomadas. Nada fácil.

Além da ansiedade de saber se você vai conseguir entrar na universidade dos seus sonhos, Lara Jean também começa a se preocupar sobre seu relacionamento com Peter. Dependendo da escolha que ela fizer, eles terão que estudar em universidades diferentes e com isso o relacionamento a distância pode não dar certo ou, pelo menos, ficar muito mais complicado.

“Quando sopro as velas e faço meu pedido, desejo sempre sentir por Peter o que estou sentindo agora.”

Mas o livro não é só agonia, ansiedade e desespero. Han, como sempre, enche a sua narrativa com momentos mágicos e muito especiais. Simplesmente adorei o fato do pai das meninas Song finalmente ganhar uma nova companheira, a Sra. Rothschild. Eles formam um casal incomum, mas que funciona muito bem. Ela parece tirar ele da zona de conforto e é exatamente disso que nós precisamos, não é mesmo? Também adorei poder rever o ex-quase-namorado de Lara Jean, John McLaren, apesar das condições do retorno dele na série não ser nem um pouco felizes. Mas adoro demais a personagem e confesso que torci muito por ele no livro passado. (Desculpa, Peter!)

Mas o que eu mais gosto mesmo nos livros da Jenny Han é que os livros dessa série não são apenas romancezinhos água com açúcar para meninas. Todos os livros trazem questionamentos que vão além da superfíciee mostram para o leitor que as pessoas são diferentes uma das outras, assim como as irmãs Song são completamente diferentes entre si também. Margot, a irmã mais velha, dá muitos conselhos para Lara Jean sobre a escolha de faculdade, sobre relacionamentos à distância, mas no fim do dia, Lara Jean precisa fazer suas escolhas sozinha e seguir seu coração.

Um desfecho tão delicioso quanto os cookies amanteigados da Lara Jean. É difícil se despedir de personagens que a gente gosta tanto… mas sempre dá pra voltar e reler uma e outra vez! Que venham novas histórias… no que será que a Jenny Han está trabalhando agora? ;)

“— Você não pode protegê-lo de se magoar, querida, não importa o que faça. Ser vulnerável, deixar pessoas se aproximarem, se magoar… tudo isso é parte de estar apaixonado.”


Aviso Legal: Esse livro foi cedido pela editora responsável pela publicação no Brasil como cortesia para o Livros em Série.



11 de setembro de 2017
Postado por: Bru Fernández @ Arquivado em: Notícias

A autora Sara Shepard ficou mundialmente conhecida por causa da adaptação para TV da sua série de livros Pretty Little Liars. Um dos poucos casos em que, aparentemente, o seriado tem mais fãs que a série.

Responsável pelos títulos da autora no Brasil, a Rocco agora aposta na mais recente obra da autora: As perfeccionistas, o primeiro livro de uma duologia.

Desta vez, o cenário da trama é Beacon Heights, Washington, onde Mackenzie, Ava, Caitlyn, Julie e Parker frequentam o último ano do ensino médio. Enquanto planejam seu futuro e lidam com suas próprias questões pessoais e familiares, algumas nem um pouco louváveis, as cinco descobrem algo em comum: todas elas odeiam o mesmo garoto, o rico e convencido Nolan. E arquitetam um plano de assassinato perfeito. Mas quando Nolan aparece morto exatamente do jeito que elas haviam imaginado, Mackenzie, Ava, Caitlyn, Julie e Parker precisarão provar que não são culpadas, enquanto suas vidas – e seus segredos – desmoronam ao redor.

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