Resenha: “Aprisionada”, de Lauren DeStefano
Livro: Aprisionada
Série: Trilogia do jardim químico
Autor: Lauren DeStefano
Editora: Underworld
Páginas:287
Resenhado por: Karol
Compre: Saraiva
E se você soubesse exatamente quando iria morrer? Graças à ciência moderna, cada recém-nascido se tornou uma bomba-relógio genética – homens só vivem até vinte e cinco anos, e mulheres até vinte. Nesse cenário desolado, garotas são seqüestradas e forçadas a casamentos polígamos para evitar que a população acabe. Quando a jovem Rhine Ellery, de dezesseis anos, é apanhada pelos Coletores para se tornar uma noiva, ela entra em um mundo de riqueza e privilégios. Apesar do verdadeiro amor de seu marido Linden por ela, e de uma confiança tênue entre suas esposas-irmãs, Rhine só tem um objetivo em mente: fugir –encontrar seu irmão gêmeo e voltar para casa. Mas Rhine tem outras preocupações além da perda de sua liberdade. O excêntrico pai de Linden está concentrado em encontrar um antídoto para o vírus genético que está a cada dia mais próximo de matar seu filho, mesmo que isso signifique colecionar cadáveres para testar suas experiências. Com a ajuda de Gabriel, um serviçal pelo qual está se sentindo perigosamente atraída, Rhine tenta se libertar, no pouco tempo que lhe resta.
Aprisionada é um livro com um enredo bem interessante. A humanidade em busca da cura do câncer acabou criando outro problema: assim que a primeira geração de pessoas geneticamente modificadas, e livres do câncer, começam a se reproduzir, percebe-se que seus filhos não conseguem passar dos 25 anos de idade e a humanidade se vê obrigada à procurar a cura para esse novo problema.
Com essa mudança radical, a mundo passa a ter muitos órfãos e o medo de serem extintos começa a tomar conta de alguns. Homens ricos, normalmente filhos da primeira geração, passam a se casar com diversas garotas ao mesmo tempo e muitas delas contra vontade própria. Essas mulheres passam a ser posse de seus maridos, vigiadas constantemente pelos seus empregados- algumas crianças que foram vendidas por orfanatos.
Esse mundo caótico que a autora inventou com tantos detalhes chega até a me dar medo. Pensar que o mundo pode, por causa de uma experiência genética, retroceder anos de evolução fazendo com que os humanos voltem a tratar com desrespeito o próximo, chega a ser assustador. E ver no meio disso tudo uma garota de 16 anos, junto com suas esposas-irmãs de 13 e 18, lutando pelo que querem é bem interessante.
Lauren criou um mundo completamente diferente do que eu já vi e que, por mais absurdo que seja, pode vir a ser real- uma possibilidade remota e assustadora mas, que pode acontecer. Fora esse mundo, o livro não tem tanta graça. A personagem principal é a típica garota de dezesseis anos, que se apaixona pelo típico cara fofo e que tem um nada típico problema com seu nada típico marido. A narrativa me cansou, e achei sem muita emoção até um pouco mais da metade do livro, depois disso a coisa começou a correr melhor e tudo se tornou mais emocionante. Com isso eu chego a concluir que daí pra frente, principalmente no segundo livro, as coisas vão melhorar- não para Rhine que provavelmente terá um grande problema pela frente- mas para nós leitores, que vamos poder ler uma estória mais emocionante.
Não poderia deixar de comentar duas coisas que me deparei no livro que me incomodaram. A primeira foi o fato de que nesse mundo maluco só a América do Norte existe, até aí tudo bem, nada demais, mas a explicação pra isso me irritou e eu me vi pensando ‘aiii, essa autora é aquelas americanas patriotas malucas que não tem noção do que se passa no resto do mundo!’. E a segunda é sobre a tradução e a revisão do livro. Algumas vezes eu percebo algum errinho em livros que estão na primeira edição e passo reto, mas nesse encontrei uns quatro ou cinco erros bobos como trocar o A pelo O mudando o gênero da palavra completamente, e algumas palavras ou expressões que parecem estranhas em português mas, que se você pensar em inglês, faz sentido.
Vale pena ler o livro por causa desse mundo fantasticamente assustador e na esperança da coisa ficar mais empolgante pra frente.
Revelada capa do 5º volume da série “Beijada por um anjo”
A editora Novo Conceito liberou hoje em seu twitter a capa do próximo volume da série Beijada por um anjo, a ser lançado aqui no Brasil.
A previsão de lançamento de Revelações, quinto livro da saga escrita por Elizabeth Chandler, é para fevereiro desse ano.

Rick Riordan anuncia capa de “The Demigod diaries”
Rick Riordan divulgou a capa de The demigod diaries, um extra da série Os heróis do olimpo. O livro contém alguns contos, curiosidades e jogos baseados na série, exatamente como foi feito com Os arquivos do semideus da série Percy Jackson e os Olimpianos. A previsão de lançamento é 14 de agosto nos Estados Unidos.

Rick também liberou o manuscrito original que mais tarde seria o primeiro capítulo de O ladrão de raios, em comemoração a um milhão de fãs na página oficial da série.
Divulgada capa do livro extra da série “Os Legados de Lorien”
A editora Intrínseca divilgou hoje a capa de Os arquivos perdidos, livro extra da série Os Legados de Lorien. O livro será lançado somente em e-book (Nos Estados Unidos também não foi lançado em versão impressa) e estará disponível para compra nas lojas online a partir do dia 30 de janeiro e custará R$ 4,99.
Quando, no meio da batalha contra os mogadorianos, John Smith recebe a ajuda de uma loriena forte, poderosa, com vários Legados desenvolvidos e pronta para lutar, surge a pergunta: quem é essa Número Seis?
Os arquivos perdidos: Os Legados da Número Seis mergulha em parte da vida de Seis e sua Cêpan, Katarina. Onde elas moraram, como treinavam, de que maneira ela obteve tantas informações a respeito dos mogs e o que aconteceu para que se tornasse tão independente e mordaz — característica que, ao mesmo tempo, fascina e assusta aqueles que a conhecem, inclusive John.
Tradução: Débora Isidoro
R$ 4,99
Sherlock Vs. Elementary

A produção de uma versão americana do detetive Sherlock Holmes (postado aqui) nos tempos modernos ainda não está garantida, mas já gerou reações negativas por parte dos fãs de “Sherlock“, série da BBC, e de seus produtores. O piloto foi encomendado pelo canal CBS, que irá avaliar a possibilidade de produzir uma série, a qual recebeu o título de “Elementary“. Tão logo o anúncio foi feito, os produtores de “Sherlock” manifestaram-se no Twitter e na imprensa britânica, avisando a rede CBS que ficarão atentos a qualquer violação de direitos autorais.
Embora tenha sido criado pro Arthur Conan Doyle em 1887, a versão moderna de “Sherlock” é assinada por Steven Mofatt e Mark Gatiss, que deram ao personagem algumas características, estética e elementos contemporâneos, os quais, se utilizados da mesma forma pela rede CBS, poderão configurar violação de direitos autorais. A animosidade dos produtores de “Sherlock” em relação a “Elementary” chegou ao ponto deles ameaçarem a CBS publicamente de uma ação judicial.
Segundo Sue Vertue, da Hartswood Films, produtora de “Sherlock”, em entrevista ao jornal The Independent, a CBS entrou em contado com eles depois que a série britânica estreou nos EUA pelo canal público PBS e pelo site Netflix, conquistando uma legião de fãs e boas críticas. As declarações de Vertue dão a entender que a CBS teria demonstrado interesse de produzir uma versão americana de “Sherlock”. Se de fato isto ocorreu, as partes não chegaram a um acordo, já que em setembro de 2011 a CBS anunciou o desenvolvimento de “Elementary”, projeto que não tem o envolvimento dos produtores britânicos.
Assinada por Robert Doherty (Medium), “Elementary” apresentará Sherlock nos dias de hoje vivendo e trabalhando em Nova Iorque. Nenhum detalhe sobre o enredo foi divulgado pela CBS até o momento.
Uma série americana com o personagem nos tempos modernos poderá comprometer a receptividade e os lucros que a produção britânica vem conquistando, tanto em sua venda a canais internacionais quanto na sua distribuição em DVD e downloads oficiais. É público e notório que a ‘máquina publicitária’ americana derruba qualquer concorrência, o que poderá dar à produção dos EUA um reconhecimento maior (tendo ou não um bom desenvolvimento de conteúdo). Este, por sinal, é o principal motivo pelo qual a TV americana costuma produzir versões próprias de sucessos estrangeiros: controle no desenvolvimento criativo e posse dos lucros gerados pela produção.
Sherlock Holmes já foi adaptado diversas vezes para o cinema e para a TV, sempre com sucesso. O que pode pesar contra a produção americana é o fato dela ser situada em Nova Iorque, algo que os fãs puristas podem não gostar. Por outro lado, o choque cultural do personagem com o ambiente + o ator que for escolhido (se for alguém conhecido do grande público), podem reverter em audiência para a série.
Resta esperar para ver se “Elementary” consegue passar da etapa de avaliação do piloto para a encomenda de episódios da série. Algo que será divulgado em meados do mês de maio.
Editora Underworld lança livro “13 pequenos envelopes azuis” de Maureen Johnson
A editora Underworld anunciou que estará lançando esse ano o primeiro volume da série 13 pequenos envelopes azuis, de Maureen Johnson.
O primeiro livro já teve sua capa nacional divulgada – mesma capa original – e já se encontra em pré venda na loja da editora.

Você seguiria as instruções? Você viajaria pelo mundo? Você abriria os envelopes um após o outro?
Dentro do envelope um existem mil dólares e instruções para comprar uma passagem de avião.
No envelope dois existe um endereço para um “flat” em Londres.
O recado no envelope três diz a Ginny: Encontre um artista.
Por causa do envelope quatro, Ginny e um dramaturgo/ladrão/cansado-da-cidade chamado Keith vão para a Escócia juntos, com alguns resultados desastrosos, porém extremamente românticos. Mas será que ela irá vê-lo de novo?
Tudo sobre Ginny irá mudar nesse verão, e tudo por causa dos 13 pequenos envelopes azuis.
O segundo volume da série, intitulado de The Last Little Blue Envelope, foi lançado no ano passado nos Ustados Unidos.
Saga Crepúsculo pode virar série de TV após término dos filmes
Depois que a produtora Summit Entertainment foi comprada pela Lions Gate Entertainement, o presidente executivo do estúdio mostrou interesse em fazer mais um filme da franquia Crepúsculo (baseado em um livro que Stephenie Meyer estaria escrevendo sobre a filha de Edward e Bella com Jacob Black), e agora parece até mesmo estar interessado em levar a saga para a televisão.
O presidente executivo do Lions Gate Entertainement, que na sexta-feira adquiriu o estúdio de Crepúsculo, Summit Entertainement por $412.5 milhões, disse que acredita que a franquia do filme continuará a ter valor para sua empresa, mesmo após 16 de novembro, o lançamento do quinto fime que completa a adaptação de quatro livros da autora Stephenie Meyer.
“Estou antecipando que ‘Amanhecer parte 2′ fará 700 milhões de dólares em bilheterias do mundo todo”. Disse Jon Feltheimer, prevendo que o próximo filme superaria um pouco mais do que 697 milhões d dólares arrecadados com ‘Amanhecer parte1′. Questionado se a franquia vai continuar de alguma forma pra Lion Gate, acrescentou: “É difícil pra mim imaginar que um filme que faz 700 milhões de dólares não tenha valor permanente. É uma franquia incrível, eles tem feito um grande trabalho de manter sem nenhuima deterioração. Poranto, a resposta simples é “Cara, espero que sim”.
Uma pessoa familiarizada com a transação de aquisição, mas não autorizada a falar publicamente sugeriu que Lions Gate, ao contrário da Summit, tem uma unidade de produção de televisão, poderia adaptar “Crepúsculo” para a pequena tela. Perguntado se havia a possibilidade de trazer “Crepúsculo” para a televisão, Feltheimer respondeu: “Eu certamente espero que sim.”







































Quando, no meio da batalha contra os mogadorianos, John Smith recebe a ajuda de uma loriena forte, poderosa, com vários Legados desenvolvidos e pronta para lutar, surge a pergunta: quem é essa Número Seis?