Livro: O Livro da Morte (#03)
Série(a): Deuses de Dois Mundos
Autor(a): PJ Pereira
Comprar: Saraiva Cultura Travessa Folha Amazon

O autor desafia os limites de uma aparente divisão entre dois mundos, sejam eles o do Aiê e do Orum, ou do conhecido e do desconhecido, para escrever uma obra como resposta ao preconceito. A visibilidade da saga e seu sucesso de público e crítica renderam um projeto em conjunto com a The Alchemists. Se, nos dois primeiros títulos da saga, ‘O Livro do Silêncio’ e ‘O Livro da Traição’, o autor mostra as potências do masculino, no presente volume as forças das Mães Ancestrais rebelam-se contra as formas opressoras do masculino num mundo sagrado, tal como no mundo dos mortais, regido por leis que desrespeitam o verdadeiro significado da tradição. Uma vez que cabe aos orixás masculinos, e não aos femininos, a condução dos destinos dos homens, arma-se a guerra entre as deusas contra os deuses, pois algo, na origem, perdeu seu curso ‘natural’. Assim, ‘O Livro da Morte’ também é, no mínimo e neste sentido, um instigante convite a questionar o desequilíbrio entre as potências do feminino e do masculino.

São dos fios dos tecidos que se desprendem no instante da morte e fazem com que o tempo se dilate que PJ Pereira cria a narrativa dos momentos finais de seu personagem, o jornalista Newton Fernandes, no último título da trilogia Deuses de dois mundos, intitulado O livro da morte, publicado pela editora Livros de Safra / Selo Da Boa Prosa. O volume mostra a batalha entre os orixás da mitologia africana entrelaçados com personagens mortais em plena “dessacralização” do século 21.

Ontem (11), o livro foi lançado na Livraria Cultura Conjunto Nacional em São Paulo e o outro fez uma apresentação contando detalhes do livro. Hoje, as 18h30 o autor estará na Livraria Martins Fontes, na avenida Paulista. Amanhã (13), será a vez da Livraria Nobel, do Caxias Shopping (Rod. Washington Luiz, 2.895, Duque de Caxias, Rio de Janeiro/ RJ) e na quinta-feira (14), a Livraria Travessa do Shopping Leblon (Av. Afrânio de Melo Franco, 290, Rio de Janeiro/RJ) receberem o lançamento. Já no dia 18 de maio, o livro chega à Bahia, na Livraria Saraiva do Shopping da Bahia (Av. Tancredo Neves, 148, Caminho das Árvores, Salvador/BA), sempre a partir das 18h.



11 de May de 2015
Postado por: Lais @ Arquivado em: Resenhas

Livro: A Herdeira (#04)
Série: Seleção, A
Autor: Kiera Cass (@kieracass)
Páginas: 392
Editora: Seguinte
Tradução: Cristian Clemente
Resenha por: Lais Baptista
Comprar:
Saraiva Submarino Cultura Folha Travessa Americanas Amazon

Vinte anos atrás, America Singer participou da Seleção e conquistou o coração do príncipe Maxon. Agora chegou a vez da princesa Eadlyn, filha do casal. Prestes a conhecer os trinta e cinco pretendentes que irão disputar sua mão numa nova Seleção, ela não tem esperanças de viver um conto de fadas como o de seus pais… Mas assim que a competição começa, ela percebe que encontrar seu príncipe encantado talvez não seja tão impossível quanto parecia.

ATENÇÃO! Esse livro não é o primeiro da série e a resenha pode conter spoilers! Confira nossas resenhas anteriores dessa série, clicando na capa desejada:

“Eu tenho dezoito anos, sou geneticamente programada para brigar com meus pais.”

Eadlyn não é a América. Eu sei que disse há um mês atrás que achava que ela tinha puxado o temperamento da mãe mas, nossa, como eu estava errada. Mas vamos começar do começo. Após os acontecimentos em A Escolhida, 20 anos se passaram e América e Maxon tiveram quatro filhos. Os primeiros eram gêmeos e, por conta de 7 minutos, Eadlyn foi criada para ser a Rainha de Illéa.

Eu acho que essa criação tão focada definiu muito da personalidade da Eadlyn. Nenhum homem é uma ilha, mas ela tenta ser. Ela quer ser autossuficiente, forte, íntegra, independente e acredita piamente que só assim será uma boa rainha. Como ela tem 18 anos, ela acaba sendo mimada, insensata e prepotente. Mas isso pode ser só porque eu odeio crises de adolescência. Dá pra perceber que a Keira vai desconstruir essas noções da Eadlyn ao longo desses dois livros desde o primeiro momento, mas isso não é exatamente ruim.

América e Maxon (e algumas outras personagens da trilogia original) aparecem mas são rebaixados à personagens secundárias e eu acho que perderam um pouco da sua personalidade. Eu sei que 20 anos, um reinado e virar pais mudam muito as pessoas, mas senti falta do fogo da América, que sua filha nem parece ter noção que um dia existiu.

Em compensação, as personagens introduzidas nesse livro são bem interessantes. Os irmãos de Eadlyn tem cada um personalidades bem definidas (o pestinha, o inteligente, o compasso moral) e um deles já me deixou com uma pulga de plot atrás da orelha. Só vou descobrir no próximo livro se acerto ou não.

Mas vamos falar de coisa boa, vamos falar de Seleção e sentimentos!!! Primeiro, gostaria de dar parabéns à D. Cass por escrever uma menina coração de gelo porque rolou uma identificação em nível espiritual com esse aspecto da Eadlyn. Segundo, gostaria de apreciar o fato de que ela não colocou todos os caras se comportando de forma perfeita e se deu ao trabalho de dar personalidades até aos homens desprezíveis inclusos na história.

Também queria aproveitar a oportunidade pra dizer que a Eadlyn não está sabendo aproveitar o fato de ela ter um harém invertido e ter tanto homem bonito à sua disposição. Miga, bota essa cara no sol e vai se divertir um pouco com eles!!!! Faz também umas aulas de defesa pessoal, só pra garantir.

Num geral eu achei que a escrita da Keira deu uma evoluída bem grande entre A Escolhida e A Herdeira, não costumo ser a melhor pra avaliar isso por não ter as habilidades técnicas, mas senti a história mais amarrada e como se ela tivesse uma noção muito boa de onde quer chegar e o que quer trabalhar nessa segunda parte da série. Vamos torcer pra essa boa sensação continuar no próximo livro, que é o último e deve sair ano que vem.


Aviso Legal: Esse livro foi adquirido pela própria resenhista.

——

Atualização em 21.05!
Que tal ganhar um exemplar desse livro? O Livros em Série sorteará, em parceria com a editora Seguinte, um (01) exemplar físico de A Herdeira. Para concorrer basta inserir seus dados no Rafflecopter (abaixo) e acumular pontos, até o meio-dia do dia 07 de junho! O sorteio será feito pela ferramenta no dia seguinte (08) e o vencedor será divulgado aqui nesse post.

Boa sorte!

Como usar o Rafflecopter?

a Rafflecopter giveaway



11 de May de 2015
Postado por: Bruna Fernández @ Arquivado em: Notícias

Depois de se debruçar três livros históricos sobre a chegada da corte portuguesa no Rio (1808), a Independência do Brasil (1822) e sobre a proclamação da República (1889), o escritor Laurentino Gomes, vencedor de seis Prêmios Jabuti, anunciou uma nova trilogia sobre a escravidão. Prevista para 2019 a série de livros-reportagem sairá pela Globo Livros e abordará o assunto que é “o mais importante de toda a nossa história”, afirma o autor.

“É um trabalho de longo prazo, para ser concluído em 2021 ou 2022, porque exige pesquisas exaustivas em bibliotecas, museus e centros de estudos no Brasil e outros países. A bibliografia é enorme, com centenas de livros publicados aqui e no exterior”, afirmou ele, em comunicado divulgado pela editora.

Como pesquisa, Gomes afirmou que pretende realizar entrevistas em três continentes (África, Europa e Américas) e ainda visitar locais relacionados à história da escravidão, como os locais de partida e chegada de navios negreiros.

Fonte: Folha



11 de May de 2015
Postado por: Kinina @ Arquivado em: Lançamentos

Livro: Inseparáveis(#03)
Série: Apenas uma noite
Autor(a): Kyra Davis
Tradutor(a): Sonia Augusto
Comprar: Saraiva Cultura Travessa Amazon

Uma noite em um hotel de Las Vegas mudou a vida de Kasie. Ela estava prestes a se casar, mas acabou se entregando ao bilionário sexy Robert Dade. Agora que ganhou uma promoção na empresa em que trabalha, cujo maior cliente é justamente ele, ela percebe que poder não tem o mesmo significado para os dois.

O relacionamento com Robert começa a afetar sua carreira e a vida em família, e ele se torna cada vez mais controlador. Ela é seduzida pelo homem bem-sucedido, pela emoção da aventura, pelo prazer ao sentir o toque dele, pelo desejo que a domina com apenas um olhar. No entanto, essa paixão a está levando para um caminho que talvez ela não queira seguir. Afinal, será que Kasie poderá pagar o preço de tanto poder e sedução? Será que ela realmente conhece esse homem que diz que daria tudo a ela… ou ele continua sendo um estranho?

Livro: Cerejinha (#3.5)
Série: O Caso Blackstone
Autor(a): Raine Miller
Tradutor(a): Thalita Uba
Comprar: Saraiva Cultura Travessa Amazon

Às vezes o amor precisa de uma segunda chance

Elaina se apaixonou por Neil à primeira vista. Nem se lembra mais de como era a vida antes dele. Seu amor resiste a tragédias e a anos de separação… E mesmo quando seu coração é partido e seus sonhos são destruídos, Elaina não o esquece.

O romance dos dois é posto à prova diversas vezes. Quando o destino mostra sua capacidade de causar mal-entendidos, abrir feridas e deixar cicatrizes, eles têm que provar o que sentem um pelo outro. Depois de tudo, Elaina chega a pensar que não existe mais chance de viver seu amor.

Mas Neil não desiste fácil. Suportou anos de saudade e sacrifícios, esperando por ela. É um soldado, afinal, e conhece um campo de batalha – tem suas próprias estratégias e pretende reconquistar Elaina. Mais do que tudo, ele precisa fazê-la enxergar o que ele sempre soube: ela sempre será sua Cerejinha.

Livro: Doctor Who: O prisioneiro dos Daleks
Série: Doctor Who
Autor(a): Trevor Baxendale
Tradutor(a): Camila Fernandes
Comprar: Saraiva CulturaTravessa Amazon

O Império Dalek não para de se expandir, e batalhas eclodem em vários sistemas solares. Quando o futuro da galáxia está em jogo, o Doutor se vê a bordo de uma nave próxima à linha de frente, junto a um implacável grupo de caçadores de recompensas.

O Comando da Terra paga a eles por cada Dalek morto, por cada olho entregue como prova. Mas, com a ajuda do Doutor, os caçadores conseguem algo de valor inestimável: um Dalek inteiro, vivo, com os sistemas desarmados e pronto para ser interrogado. No entanto, com os Daleks nada é o que parece e ninguém está a salvo. Quando o jogo virar, como o Doutor sobreviverá ao se tornar prisioneiro de seu maior inimigo?



11 de May de 2015
Postado por: Kinina @ Arquivado em: Lançamentos

Confira os principais lançamentos da editora Rocco e do selo Fábrica231.

Livro: Lobos de Loki (#01)
Série: Crõnicas de Blackwell
Autor(a): K. L. Armstrong e M. A. Marr
Tradutor(a): Edmo Suassuna
Comprar: Saraiva Cultura Travessa Amazon

Para Matt Thorsen, o fato de ser um dos descendentes de Thor, o deus do Trovão, não fazia muita diferença. Junto com vários outros descendentes de Thor ou seu meio-irmão, Loki, o garoto levava uma vida normal em Blackwell, pequena cidade em Dakota do Sul.

Matt conhece cada deus, história e detalhes dos mitos nórdicos. Mas conhecer cada lenda é um coisa, acreditar é outra completamente diferente. Quando as runas revelam que o Ragnarok, ou fim do mundo, está próximo, e que Matt deve lutar pelos deuses para evitar o fim do mundo, o garoto tem uma certa dificuldade em acreditar. Afinal, entre todos os Thorsen, Matt é o mais novo e até hoje nunca demonstrou o mesmo potencial dos seus irmãos mais velhos.

Porém, seu avô parece acreditar que o garoto pode cumprir seu destino, e mais: depois da vitória, Matt deve ser sacrificado para o surgimento de uma nova era dominada pelos descendentes de Thor. Agora, Matt sabe que tem de encontrar os outros descendentes e se preparar para a batalha definitiva. Com a ajuda relutante dos primos Fen e Laurie, descendentes de Loki, o jovem parte em uma incrível aventura para salvar o mundo.

Seguindo a linha de Rick Riordan e seu Percy Jackson, K. L. Armstrong e M. A. Marr trazem as incríveis lendas nórdicas para nosso tempo em uma aventura fantástica cheia de surpresas e com personagens cativantes. Um início arrasador para uma saga única.

Livro: Sempre você (#03)
Série: Fixed
Autor(a): Laurelin Paige
Tradutor(a): Júlio de Andrade Filho
Comprar: Saraiva Cultura Travessa Amazon

Por maior que seja a sintonia entre Alayna e Hudson, os dois têm a consciência de que o relacionamento só pode ter futuro se for pautado pela confiança e transparência. Não basta o sexo ser incrível se Hudson não consegue se abrir e esclarecer o que de fato o incomoda em seu próprio passado.

Alayna exige saber do namorado o que o liga a Celia Werner, já que Hudson garante que nunca se envolveu sexualmente e muito menos manteve algum relacionamento com a decoradora. Se não bastasse, Celia passa a seguir Alayna por todos os lados, abalando o frágil equilíbrio da jovem. Hudson, sempre dedicado, protege Alayna da obsessão de Celia, mas nem todo o apoio do jovem é suficiente para manter a namorada ao seu lado. Principalmente depois que ele confessa que manipular e dominar todos a sua volta sempre foi o seu passatempo preferido.

Promessas quebradas, confiança abalada… mas a habilidade para perdoar e dar uma nova e definitiva chance ao amor é o que move o casal. Não será tarefa fácil, apesar da sintonia e da conexão entre eles.

Livro: A Morte de Rachel (#02)
Série: The Murder Notebooks
Autor(a): Anne Cassidy
Tradutor(a): Viviane Diniz
Comprar: Saraiva Cultura Travessa Amazon

A busca de Rose Smith e Joshua Johnson por seus pais continua. Em A morte de Rachel, segundo livro da série The Murder Notebooks, a britânica Anne Cassidy mostra a dupla às voltas com os cadernos criptografados que podem ser a chave para o súbito desaparecimento de Kathy, mãe de Rose, e Brendan, pai de Joshua. Mas um novo mistério aparece no caminho dos dois: Rachel Bliss, com quem Rose não falava desde a época em que estudavam juntas, é encontrada morta depois de várias tentativas de entrar em contato com a antiga amiga.

No período em que estudou no Colégio Mary Linton, Rose ficou próxima de Rachel Bliss, uma jovem que se revelou nada confiável. As duas acabaram discutindo e a amizade acabou. Meses depois, quando já havia deixado a escola, Rose começou a receber cartas e telefonemas de Rachel. Em tom desesperado, a jovem dizia estar passando por algo terrível e implorava por ajuda, pois tinha medo de enlouquecer. Envolvida em seus próprios problemas e ainda magoada, Rose decide ignorar as mensagens.

Em mais uma trama repleta de suspense, Anne Cassidy faz os leitores perderem o fôlego e darem mais um passo na direção de decifrarem o mistério em The Murder Notebooks.

Livro: Na Era do Amor e do Chocolate (#03)
Série: Trilogia Birthright
Autor(a): Gabrielle Zevin
Tradutor(a): Cláudia Mello Belhassof
Comprar: Saraiva Cultura Travessa Amazon

Em uma Nova York futurista, onde o chocolate e a cafeína são proibidos e uma série de restrições é imposta diariamente à população, Gabrielle Zevin apresenta Anya Balanchine, a determinada protagonista da trilogia Birthright, iniciada com Todas as coisas que eu já fiz, seguido por Está no meu sangue, e que chega a seu desfecho com Na era do amor e do chocolate. Às vésperas de seu aniversário de 18 anos, Anya, filha de um dos chefões da máfia do chocolate, assume a guarda de sua irmã e põe em risco a segurança de seu irmão, Leo, e seu próprio futuro, libertando-se das amarras da empresa da família para abrir seu próprio negócio.

Mas o passado de Anya a persegue, não importa o quanto ela tente mudar. O assassinato de seu pai, os problemas de seus parentes com a lei, seus relacionamentos complicados e sempre arriscados e suas passagens pelo reformatório são fantasmas que rondam a vida da garota e com os quais ela inevitavelmente tem que lidar. Assim como a prisão do irmão e as dificuldades no relacionamento com a irmã adolescente, sob sua responsabilidade após a morte dos pais e da avó.

Um desfecho surpreendente, porém suave e doce como um chocolate, marca o fim da trilogia Birthright. Em meio a mortes, culpas e situações limite, Anya Balanchine entra de vez para o rol das grandes heroínas da atual literatura jovem. E o leitor é levado a refletir sobre a força do amor, da amizade e da lealdade. Seja onde e em que época for.

Livro: A vítima perfeita (#02)
Série: Spilling
Autor(a): Sophie Hannah
Tradutor(a): Alexandre Martins
Comprar: Saraiva Travessa Amazon

Naomi Jenkins dedica-se a um trabalho incomum: construir por encomenda relógios de sol nos quais sempre grava frases em latim: “Horas non numero nisi aestivas” (“Eu só conto as horas ensolaradas”). É solteira, mora com uma amiga, e há três anos passou por uma dolorosa experiência, que não quer revelar a ninguém. Nem sequer a Robert Haworth, o motorista de caminhão que é seu amante, e com quem se encontra todas as quintas-feiras, no mesmo horário, e no mesmo quarto de hotel.

Um dia, Robert não comparece ao encontro e não atende as chamadas de telefone. Desconfiada, Naomi decide procurá-lo. O caminhão está estacionado em frente a casa dele, mas, mesmo assim, ao espiar pelas janelas, ela intui que alguma coisa terrível aconteceu. Sobretudo quando Juliet, a mulher de seu amante, a descobre espionando, e lhe diz, friamente, que as duas, a partir de agora, estarão muito melhor sem ele.

Quando Naomi procura a polícia para registrar o desaparecimento de Robert, entram em cena outros personagens importantes na obra de Sophie Hannah: os detetives Charlie Zailer e Simon Waterhouse, casal cheio de química, e que vive às turras com o inspetor Giles Proust, apelidado Homem de Neve. A agitada Charlie e o circunspecto Simon são protagonistas de uma série de livros da autora, e conferem um tom mais ameno, às vezes francamente engraçado, às tramas mais pesadas dos livros.

Para chamar a atenção, Naomi inventa que o amante é, na verdade, um psicopata sexual. Relata então seu segredo, uma agressão que ela própria vivenciara, com requintes de crueldade e teatralidade, e que estava relatada em um site de ajuda a mulheres que sofreram com abusos sexuais e estupros.

Romance que aborda a relação entre homens e mulheres, sem descuidar do mistério e da intriga, daqueles que não se consegue parar de ler até a última página, A vítima perfeita ainda reserva surpresas e reviravoltas inesperadas. Aos poucos, o leitor vai se dando conta de que todos os personagens estão ligados de alguma maneira – e que todos escondem algum tipo de segredo.



Livro: Para Todos os Garotos que Já Amei (#01)
Série(a): Para Todos os Garotos que Já Amei
Autor(a): Jenny Han
Tradutor(a): Regiane Winarski
Comprar: Submarino Cultura Travessa Folha Amazon

Lara Jean guarda suas cartas de amor em uma caixa azul-petróleo que ganhou da mãe. Não são cartas que ela recebeu de alguém, mas que ela mesma escreveu. Uma para cada garoto que amou — cinco ao todo. São cartas sinceras, sem joguinhos nem fingimentos, repletas de coisas que Lara Jean não diria a ninguém, confissões de seus sentimentos mais profundos.

Até que um dia essas cartas secretas são misteriosamente enviadas aos destinatários, e de uma hora para outra a vida amorosa de Lara Jean sai do papel e se transforma em algo que ela não pode mais controlar.

A primeira coisa que me chamou atenção no livro quando o vi entre os lançamentos deste mês da Intrínseca foi a fonte manuscrita do título na capa. Pode ser estranho, mas gostei disso; o restante da capa achei simples, normal.

Li os dois primeiros capítulos disponibilizados pela editora são curtos e de leitura fácil. A história é contada por Lara Jean, a irmã do meio da família Covey que começa descrevendo como é o relacionamento da família, a perda da mãe quando eram mais novas e a ida de Margot, a irmão mais velha para a Europa. As personagens parecem carismáticas e pela sinopse e pelo pouco que li acho que será uma história romântica, engraçada e com passagens dramáticas.

É uma história que me interessei de continuar a leitura. O livro está em pré-venda em algumas livrarias e o lançamento oficial está previsto para 18 de maio.



09 de May de 2015
Postado por: Monique Marie @ Arquivado em: Resenha Fora de Série

Livro: A Estrela
Autor(a): Jennifer duBois
Páginas: 448
Editora: Rocco
Tradução: Waldéa Barcellos
Resenha por: Monique Marie
Comprar:
Saraiva Submarino Cultura Americanas Travessa Folha Amazon

Uma jovem norte-americana é presa na Argentina, acusada de assassinato. E sua inocência parece cada vez mais improvável. Eleito livro do ano por veículos como Salon e Cosmopolitan, A estrela, da promissora Jennifer duBois, surpreende com um suspense digno dos grandes mestres. Inspirado no caso real de Amanda Knox, americana acusada de matar sua colega de quarto na Itália, o romance é um thriller psicológico vigoroso e de rara sutileza moral. À medida que as investigações sobre a morte de Katy Kellers avançam, sua ex-colega de quarto Lily Hayes aparece ora como suspeita, ora como inocente, deixando o leitor em suspense até a última página.

Como de costume começarei minha resenha falando sobre o livro em si, o título eu achei que teria um significado maior com a obra mas percebi que é a menção a um fato e apenas isso, fiquei um pouco decepcionada. A menina na capa é a nossa personagem central, Lily, em uma de suas inúmeras personalidades se assim puder dizer.

Assim que terminei o livro entrei em uma relação intensa de amor e ódio. Teria exatamente o mesmo número de motivos para amá-lo como para odiá-lo. Acredito que isso seja bom, pois uma das funções de um livro é despertar reações fortes no leitor, principalmente quando o ódio não está ligado a uma história mal escrita e/ou mal construída, mas a fatos decorrentes no livro. O único incômodo verdadeiro é em relação a como Buenos Aires é descrita, eu senti que a crítica não era apenas do personagem mas também algo como provavelmente a autora enxerga esses países subdesenvolvidos do terceiro mundo (incluam o Brasil, pois nós também somos citados no livro).

Explicando meu ponto de vista: se o lado ruim da cidade que é falado em inúmeras páginas fosse apenas citado por Andrew que é cidadão norte americano eu entenderia que é algo do personagem, vez que eu sei que infelizmente é assim que muitos dos nativos desse país que eu gosto tanto nos enxergam, mas essas críticas também partem de Eduardo, o promotor argentino. Por isso me leva a acreditar que é uma maneira de ver a América Latina, já fui a Buenos Aires e juro que não enxerguei metade do que é falado, que não achei essa decadência toda nos locais turísticos. Lado positivo disso: me fez pensar como os argentinos estão se enxergando depois de tantas crises e porque esse foi o destino de duas norte americanas para seus intercâmbios.

Eu, sendo filha de advogada, adoro uma história que envolve assassinato, advogados de defesa e acusação e um tribunal. A história é extremamente bem escrita e feita em vários pontos de vista, algo que eu considero muito difícil de ficar bom, já que você precisa manter o interesse do leitor com formas diferentes de apresentar a história. Mil pontos para Jennifer por isso, entendi porque a autora já ganhou prêmios em algumas áreas! Existe uma lógica clara na cronologia da história mas você tem que prestar bastante antenção, pois os capítulos misturam acontecimentos recentes com a prisão de Lily, acontecimentos passados que contam como ela conheceu Katy sua colega de quarto e Sebastien seu namorado em potencial e acontecimentos aleatórios da vida da família de Lily.

O livro não possui muitos diálogos entre os personagens mas possui muitos diálogos internos, todos os personagens estão sempre com algum problema que tentam pensar em várias soluções, daquela forma estranha que conversamos com nossa mente quando já nos damos respostas e achamos que somos loucos? Todos os personagens importantes do livro são assim.

Não criei empatia com nenhum personagem, nem com Sebastien que é o sarcasmo em pessoa. Apesar de dar as melhores respostas para perguntas idiotas ele acaba se mostrado um completo idiota e de homens idiotas o mundo já está cheio (como de mulheres idiotas também, não levem isso para o pessoal). Andrew é um pai preocupado demais em mostrar que sua filha não matou sua colega de quarto e deixa passar mil fatos que influenciaram nessa posição que a filha se encontra, mas o modo como a autora o descreve e o faz encarar tais fatos durante o livro é uma das melhores partes. Acredito ser ele o melhor personagem e o que teve maior destaque, maior até que a suspeita e a vítima!

“Ele não precisava fazer parar uma doença terminal, o apocalipse ou um tsunami iminente. Não precisava atrair a atenção ou a graça de uma divindade. Tudo o que precisava fazer era descrever, com muita clareza e persuasão um fato real sobre o mundo: que sua filha não tinha matado ninguém. Andrew era um explicador profissional. Para salvar Lily, só precisava fazer melhor o que já fazia bem”. – Pág 158

Lily é indecifrável, principalmente para saber se ela é inocente ou culpada. Ela parece uma jovem normal criada por pais superprotetores pois perderam uma filha com dois anos de idade e ela resolve viver a vida de seu jeito para mostrar que tudo pode ser visto de um ângulo diferente, o que eu particularmente adorei, mas ao mesmo tempo ela era paranóica demais em relação ao que achavam dela, muito drama talvez e muito obscura no que gostava e no que escrevia, dados os quais não ajudavam em nada na tentativa de provar sua inocência.

“Em minha ira e pressa, acionei sem querer o alarme. Preciso me movimentar com vigor agora. Pego rapidamente o colar. Ele é lindo. Seus tons multicoloridos cintilam, ofuscantes, à luz. Olho para ela dormindo serena ali. Admiro seu pescoço de marfim, como o de um cisne; ele é tão inocente, tão confiante. Ergo minha faca, com uma cólera assassina, mas não desfecho o golpe”. – Conto escrito por Lily – págs 65 e 66

A história em si é básica e posso contar sem dar o spoiler do resultado do julgamento: Lily e Katy são duas americanas que decidem fazer intercâmbio em Buenos Aires. Lily tem espírito livre e quer ser diferente de todos, Katy é linda e o modelo de perfeição californiana. Elas moram na casa de um casal que está vivendo problemas financeiros mas fazem de tudo para esconder, incluindo a bebedeira e a depressão do Senhor Carizzo. Logo a frente existe a casa gigantesca de Sebastien, um órfão milionário de um passado e um futuro obscuro, um tanto quanto óbvio que ele seria alvo romântico de uma das meninas ou de ambas. Katy é encontrada morta por Lily que vai presa como principal suspeita. O que segue são páginas e mais páginas explicando como era o relacionamento dos três, a visão da promotoria do caso (que é um advogado cheio de problemas pessoais) e a visão da família de Lily: pai, mãe e irmã. O livro se desenrola até a data do julgamento o que me deixou bem chateada que exploraram pouco já que gosto tanto, mas foi algo esperado. Então vem o resultado se Lily é culpada ou inocente e quem teria ajudado ou não na morte de Katy. O resultado e se existe mais uma pessoa na história deixo a cargo da leitura de vocês, acredito que vão gostar do que a autora preparou.

O que me decepcionou demais foi o final do livro. O famoso “tantos anos depois de tal fato” com um final totalmente chato. Fiquei sem saber como Lily reagiu a sua nova condição e achei absurdamente sem graça como Sebastien lidou com o tal resultado, aquilo não tinha absolutamente nada a ver com a personalidade dele, ou era uma personalidade que estava escondida durante todo o livro que ele tentou mostrar algo que não era, pode ser, mas não curti.

Fora as últimas três páginas é um livro que eu recomendo fortemente. Leiam, prestem muita atenção, não pulem uma única frase pois fará falta para o entendimento em algum momento do livro. Como disse, eu gosto de livros que me fazem amá-lo e odiá-lo, esse é o caso.

“Devemos agir como se nosso entendimento, por limitado que seja, fosse o entendimento mais panorâmico e completo possível. Devemos agir como se tudo nesta vida fosse importante, como se tivéssemos apenas uma chance de acertar as coisas. Devemos agir como se ninguém fosse ver a verdade, se nós não víssemos a verdade.” – pág 384


Aviso Legal: Esse livro foi cedido pela editora responsável pela publicação no Brasil como cortesia para o Livros em Série.



08 de May de 2015
Postado por: Bruna Fernández @ Arquivado em: Resenhas

Livro: Terminais (#06)
Série: Túneis
Autores: Roderick Gordon (@RoderickGordon) e Brian Williams
Páginas: 416
Editora: Rocco
Tradução: Ryta Vinagre
Resenha por: Bru Fernández
Comprar:
Saraiva Submarino Cultura Folha Travessa Americanas Amazon

Will e Elliot estão de volta ao centro da Terra. Separados dos seus amigos, a dupla encontra inesperada ajuda em Nova Germânia e descobre um segredo que pode explicar a origem não só dos famigerados Styx, mas de toda a raça humana. Mas para salvar a Inglaterra da dominação total, os amigos terão que encontrar uma maneira de enfrentar os invasores do centro da terra, no eletrizante final da saga Túneis. Publicada em mais de 40 países, a série alcançou a lista dos mais vendidos do The New York Times e foi best-seller em 15 países. Com direitos vendidos para o cinema, Túneis encantou jovens de todo o mundo com a incrível aventura de jovens curiosos em um mundo subterrâneo.

ATENÇÃO! Esse livro não é o primeiro da série e a resenha pode conter spoilers! Confira nossas resenhas anteriores dessa série, clicando na capa desejada:

” – Brilha agora como um cometa da vingança – O Velho Styx citou Henrique VI, de Shakespeare.” – p. 93

Ai como é triste pegar o último livro de uma série para ler, sabendo que – de um jeito ou de outro – esse será o adeus final a Will, Chester, Elliot, Parry e tantos outros personagens queridos dessa série. Mas como é bom especular e finalmente saber o desfecho daquela história que te envolveu tanto através de inúmeras páginas! Foi com esse sentimento agridoce que eu finalmente peguei Terminais para ler, o último livro da série Túneis.

Um dos muitos pontos positivos desse livro é que antes de iniciar a aventura no sexto livro, há uma recapitulação dos últimos acontecimentos e onde se encontram cada um dos personagens ao final de Espirais. Quem lê a série sabe que temos vários personagens importantes e que eles estão todos separados, cada um tentando cumprir a sua parte no plano para derrubar os Styx. Esse “Anteriormente em…” foi super bem-vindo e mais autores deviam adotar a técnica. Leitores ávidos (e os com mais idade) podem demorar a relembrar o seu enredo, e nem todos fazem uma maratona de leitura antes de ler o próximo livro da sua série, então, por favor autores, facilitem pra gente!

Os personagens mais centrais para a evolução dessa narrativa final são Will e Elliot, que estão no mundo inferior e acabam encontrando alguns neogermanos que conseguiram sobreviver aos vírus que devastaram o local por terem ficados isolados. Eles então se aproveitam do sangue dos dois para tentar criar uma vacina. Elliot está com seus instintos Styx afiados e acaba por liderar o grupo em busca de algo que nem ela sabe ao certo o que é. Porém, ela tem certeza absoluta que pode acabar com todo o caos que está acontecendo na Crosta.

A Crosta está em perfeito caos mesmo, já que os heróis da nossa história não conseguiram impedir Hermione de completar a Fase, então agora a Inglaterra está tomada pelos Armagi: criaturas abomináveis, com a pele transparente, que são praticamente indestrutíveis já que podem se regenerar com muita facilidade. Com muitas baixas na população e o caos instalado, ninguém mais sabe o que fazer a não ser pedir ajuda internacional. É muito interessante a forma natural como esse contato com presidente, ministros e militares se dão com naturalidade no enredo. Em nenhum momento essas passagens pareceram forçadas ou fora da realidade. Palmas para os autores que souberam dosar muito bem e balancear muito bem a realidade e a fantasia.

Leitores da série se preparem para algumas surpresas boas na leitura! E algumas bem tristes, afinal, com a épica batalha final das séries, sempre acabamos perdendo personagens queridos. Muitos momentos foram bem emocionantes de se ler, uma pena eu não poder mencioná-los aqui sem dar spoiler para vocês.

Gostei muito, mas muito mesmo da forma como Roderick e Brian lidaram com o enredo e o desfecho da série. Senti que a justiça foi feita para a maioria dos personagens e a forma como tudo terminou não me deixou com a sensação de “e então eles viveram felizes para sempre”, mas isso foi algo super positivo e satisfatório, afinal, nem tudo na vida são flores e nem todos temos o final feliz do jeito que o imaginamos. Desfecho perfeito… e que pode ser retomado, caso os autores resolvam escrever mais um livro. Mas (in)felizmente isso não deve acontecer.

Antes de finalizar essa última resenha da série gostaria de deixar registrado aqui meus profundos e sinceros agradecimentos à Editora Rocco por não ter desistido da série e ter retomado sua publicação depois de um hiatos de alguns anos. Dá orgulho ter uma coleção tão incrível “morando” na minha estante. :)


Aviso Legal: Esse livro foi cedido pela editora responsável pela publicação no Brasil como cortesia para o Livros em Série.