09 de April de 2015
Postado por: Bruna Fernández @ Arquivado em: Notícias

Carolina Munhóz lança ainda no primeiro semestre, pelo selo Fantástica Rocco, Por um toque de ouro, o primeiro volume da série Trindade Leprechaun, que será inspirada pelas lendas irlandesas cuja trama tem início no St. Patrick’s Day, o mais importante e celebrado feriado do país.

Confiram a capa e a sinopse do primeiro volume abaixo:

 

Emily O´Connell nunca imaginou que pudesse ter um toque de ouro. Herdeira de uma das marcas mais luxuosas de sapatos e bolsas haute couture do mundo, sorte e glamour praticamente correm no sangue de sua família. Um dia, porém, Emily percebe que sua sorte talvez seja muito maior do que imagina. Na manhã seguinte ao feriado de St. Patrick, após ganhar milhões em uma noite de jogatina, a garota se vê vítima de uma tentativa de estupro. O que a tira das estatísticas policiais, no entanto, é a forma como ela consegue se livrar quase magicamente do perigo. Tudo se complica quando Emily conhece o misterioso e encantador Aaron Locky. Afinal, que segredos ele esconde por trás de seus cabelos compridos e de sua risada irônica? De algum modo, Aaron exerce sobre ela uma atração irresistível, como se uma aura de poder os cercasse e os unisse. Ele tem muito a ensinar a Emily, mas, entre todas as coisas, ela nunca imaginaria que poderia estar envolvida com uma tradição secular lendária.



09 de April de 2015
Postado por: Bruna Fernández @ Arquivado em: Notícias

Lisbeth Salander está de volta em circunstâncias um pouco diferentes. O quarto livro da série Millennium, de Stieg Larsson, será publicado nos Estados Unidos no dia primeiro de setembro com o título de The Girl in the Spider’s Web (A garota na teia de aranha, em tradução literal e livre).

O livro foi escrito por David Lagercrantz, um ex-jornalista criminal e autor conhecido principalmente por ser o co-autor da biografia do jogador de futebol sueco, Zlatan Ibrahimovic. The Girl in the Spider’s Web será o primeiro livro da série que não foi escrito por Larsson, que faleceu em 2044 aos 50 anos, vítima de um ataque cardíaco.

David Lagercrantz foi escolhido entre a família Larsson e a editora sueca Norstedts para continuar a série. Confira abaixo o booktrailer do livro.

A Editora Companhia das Letras divulgou que publicará o quarto volume da série “Millennium” ainda este ano.



08 de April de 2015
Postado por: Monique Marie @ Arquivado em: Resenhas

Livro: Le Chevalier e a Exposição Universal (#01)
Série: Le Chevalier
Autor: Andre Zanki Cordenonsi
Páginas: 192
Editora: AVEC Editora
Resenha por: Monique Marie
Comprar: Cultura E-book Travessa E-book Amazon E-book

Le Chevalier e a Exposição Universal – O ano é o de 1867 e Paris prepara-se para celebrar a Exposição Universal, consolidando-se como a capital do mundo moderno!
Impulsionada pela tecnologia a vapor do professeur Verne, Paris se tornou o epicentro de uma renovada Europa. Ferro, fumaça e óleo lubrificam o caminho do Império Francês enquanto drozdes mecânicos saltitam entre a multidão.
Mas uma ameaça paira sobre a cabeça de Napoleão! Em uma guerra de apenas sete semanas, a Prússia derrota a Áustria e lança seus olhos cobiçosos sobre a rica e aristocrática França. Dos campos de batalha para os becos sujos da capital, dos jantares nababescos a catacumbas infestadas de ratos, assassinos e chantagistas se espalham no submundo da espionagem internacional.
Mergulhado nas trevas, o Bureau convoca o seu melhor homem: Um espião sem passado. Sem nome. A serviço da sua Majestade, ele é conhecido apenas como: Le Chevalier!

Não sei o que acontece comigo mas e-book eu leio bem mais rápido, o bom desse livro é que ele ajuda para que a leitura flua. Adorei, já começo a resenha deixando claro que adorei e que indico a leitura para quem gosta do gênero ou que quer conhecer.

Não vou contar muito sobre a história em si para não perder a graça da leitura mas adianto que estamos falando de um espião e seu fiel escudeiro tentando salvar a grande exposição de um atentado sem precedentes! E ah, tudo começa com um assassinato que pode ou não ter ligação…

Para fãs do estilo Sherlock Holmes é uma ótima pedida. Le Chevalier é um dos melhores agentes do Bureau de Paris mas que estava afastado depois de seu último não tão bem sucedido caso. Persa é seu fiel escudeiro e a garantia de boas risadas, ele é o típico ajudante que não leva desaforo para casa e não tem medo de falar o que pensa mesmo que isso possa gerar um constrangimento diplomático.

Um assassinato sem qualquer rastro acontece e o agente é recolocado a campo para não apenas saber quem foi mas também para saber qual a ligação com a grandiosa Exposição Universal que aconteceria apenas alguns dias depois e contaria com a presença dos maiores chefes de Estado. A partir deste momento tudo é possível, fugas malucas pelos dutos de Paris, lutas com luvas mecânicas, drozdes ajudando nos avisos de perigo e uma garotinha que mesmo sem permissão se coloca no meio da missão nem tão secreta.

“Com um movimento rápido, ele aproveitou a expressão estupefata do soldado para torcer o pulso com vigor. As garras rodopiaram a espada, contorcendo os dedos do prussiano, que gritou em agonia antes de se livrar da arma. O soldado caiu de joelhos e Le Chevalier acertou-lhe um pontapé na ponta do queixo. Com uma expressão incrédula e sofrida, o homem esparramou-se no chão, enquanto o Cavaleiro livrava-se das lâminas pendentes.”

Um dos pontos positivos é a descrição do espaço que a história acontece, eu nunca fui a Paris e muito menos vivemos em 1867, mas senti como se tudo o que lia fosse familiar, o cuidado com que o autor detalhou a cidade é digno de todos os aplausos. Não é uma descrição chata, pesada, mas sim uma descrição que te faz sentir exatamente o que o personagem estava vendo, é como se eu tivesse embarcado na aventura junto de Le Chevalier.

“Toda a Paris estava recebendo uma espécie de faxina completa. Bustos e estátuas eram lavados, retirando anos de poeira e pó de carvão incrustrado. Fachadas de prédios públicos exibiam bandeirolas tricolores, e o brasão da águia dourada, símbolo de Napoleão III, aparecia na janela dos fidalgos e nas lojas de material de qualidade para clientes finos. As locomotives pneumáticas haviam recebido uma pintura nova e os lampiões foram escovados, eliminando milhares de insetos mortos que se acumulavam nos anteparos de polideído.”

Outro ponto que merece destaque é a pesquisa que o autor fez para o livro, você consegue perceber em vários momentos que nomes de personagens ilustres da história da humanidade foram citados, assim como fatos históricos e até lugares de livros famosos (e ainda tem gente que torce o nariz para autores nacionais…).

A missão tem seu desfecho e o livro dá uma certa deixa que poderá ter continuação. O único ponto negativo para mim é que achei que a personalidade de Le Chevalier poderia ter sido aprofundada, fora isso sou toda elogios ao livro! Como disse no começo da resenha, leiam! É bom de verdade. E ah, eu quero um drozde também!


Aviso Legal: Esse livro foi cedido pela AVEC Store como cortesia para o Livros em Série.



07 de April de 2015
Postado por: Kinina @ Arquivado em: Destaque Nacional

Através da editora mineira Miguilim, será lançando o livro Sangue Azul, romance de estreia da historiadora carioca Ana Carolina Delmas.

Voltado para o público juvenil, o livro mistura paixão, fugas, batalhas, história e suspense, num gênero que está cada vez mais em alta no Brasil: a literatura fantástica. No centro da trama, a personagem Olívia Spenser, uma menina introspectiva que tem sua primeira experiência amorosa com o (indecifrável) Nicolas. O resultado é uma narrativa capaz de encantar e de emocionar jovens leitores.

A obra, segundo a autora, combina várias referências literárias (fruto de seu crescimento, cercada de livros). Procurei contemplar todos os gêneros. Sou leitora viciada desde pequena, diz Ana Carolina Delmas, que fez questão de escrever um livro para todos os leitores. Sem essa de ser voltado só para o masculino ou só para o feminino, defende.

Sangue Azul foi lançado na última Bienal do Livro de Belo Horizonte, no fim de 2014, e agora chega às prateleiras de todo o Brasil. Ter iniciado minha trajetória na Bienal do Livro de Belo Horizonte foi sensacional e me abriu muitas portas. Estou muito feliz com os retornos que estou recebendo, diz a jovem escritora, de 30 anos, que já está às voltas com a construção dos personagens para o segundo volume da obra.

Confira a capa e sinopse:

Sangue Azul  

Olívia Spenser era uma garota comum. Ou ao menos era o que pensava, até conhecer Nicolas e descobrir que ele e o mundo à sua volta não são o que parecem ser. Mas aceitar esse novo universo não será o mais difícil. Acompanhando o verdadeiro despertar de sua vida, um grande perigo rondará sob a forma de uma profecia e de um inimigo cruel. Depois que tudo ganhar um novo sentido, ela terá que treinar habilidades e lutar com todas as suas forças para defender aqueles a quem ama. Fugas, batalhas, descobertas e sacrifícios serão feitos em busca do equilíbrio entre o bem e o mal. E por um mundo em que o verdadeiro amor possa viver em paz.

 

Curtiu? Então você pode adquirir o livro em uma dessas livrarias:

Cultura Travessa



06 de April de 2015
Postado por: Bruna Fernández @ Arquivado em: Notícias

Hoje a Editora Paralela comunicou em suas redes sociais algumas novidades sobre a série After, de Anna Todd.

Diferente da edição americana, que tem quatro livros, a Paralela irá publicar um volume a mais para os leitores brasileiros poderem ter mais Tessa e Hardin.

Explicando melhor: Assim como a editora francesa da autora, a Paralela irá dividir o terceiro livro em dois volumes. O motivo para a divisão é o tamanho do terceiro livro, que é bem maior do que os volumes anteriores e chegaria a ultrapassar 800 páginas na edição brasileira. Como um livro grande precisa de mais tempo para a tradução, preparação e revisão, o intervalo entre a publicação entre um e outro seria maior. Com a divisão do livro, eles podem entregar a terceira parte de After com antecedência, e assim ela chega antes até nós, leitores.

E a cereja do bolo fica por conta da notícia de que todos os livros da série serão publicados ainda em 2015! A previsão dos lançamentos é a seguinte:

“After 3” – Junho
“After 4” – Agosto
“After 5” – Outubro

Se você ainda não conhece a história de Hardin e Tessa, leia aqui a nossa resenha do primeiro volume da série.



06 de April de 2015
Postado por: Bruna Fernández @ Arquivado em: Resenhas

Livro: Silo (#01)
Série: Silo
Autora: Hugh Howey (@hughhowey)
Páginas: 512
Editora: Intrínseca
Tradução: Edmundo Barreiros
Resenha por: Bruna Fernández
Comprar: Saraiva Submarino Cultura Travessa Fnac

O que você faria se o mundo lá fora fosse fatal, se o ar que respira pudesse matá-lo? E se vivesse confinado em um lugar em que cada nascimento precisa ser precedido por uma morte, e uma escolha errada pode significar o fim de toda a humanidade? Essa é a história de Juliette. Esse é o mundo do Silo.

Em uma paisagem destruída e hostil, em um futuro ao qual poucos tiveram o azar de sobreviver, uma comunidade resiste, confinada em um gigantesco silo subterrâneo. Lá dentro, mulheres e homens vivem enclausurados, sob regulamentos estritos, cercados por segredos e mentiras.

Para continuar ali, eles precisam seguir as regras, mas há quem se recuse a fazer isso. Essas pessoas são as que ousam sonhar e ter esperança, e que contagiam os outros com seu otimismo.

Um crime cuja punição é simples e mortal.
Elas são levadas para o lado de fora.
Juliette é uma dessas pessoas.
E talvez seja a última.

Posso afirmar logo no começo dessa resenha que Silo foi um dos melhores livros que eu já li, uma distopia muito diferente das que temos no mercado ultimamente. Já começamos bem pela capa, simples porém muito bonita, que, depois que eu comecei a ler o livro, reparei que ela remete à sujeira, até mesmo sua textura ajuda, como se fosse um vidro sujo – que encaixa incrivelmente bem no contexto da história.

O mundo que Howey criou em Silo está em decadência. O ar, substância de suma importância para a nossa vida, se tornou em algo fatal. Então os poucos humanos que restaram vivem presos em uma pequena sociedade com regras muito estritas que são levadas à risca para que nada saia do controle. Mas onde existe um controle quase maníaco, existem segredos. E é exatamente aí que as coisas começam a se desenrolar…

“O que controlamos – disse Juliette – são nossas ações depois que o destino nos coloca onde estamos.” – p. 372

A história é dividida em quatro partes. Na primeira acompanhamos Holston, o atual xerife do Silo, que já começa com uma enorme reviravolta: ele mesmo comete um dos piores atos que alguém pode fazer na sociedade em que eles vivem, Holston afirma que deseja “ir lá pra fora”. Geralmente, as pessoas que saem da linha que são enviadas para o exterior, ou seja, para a morte certa; simplesmente afirmar em voz alta que você deseja sair é o maior crime que pode ser cometido. E esse é exatamente o desejo de Holston, ser condenado.

Cada um que é sentenciado a ir “para fora” recebe um traje antes de sair e levam em si a decisão de realizar ou não a limpeza dos vidros exteriores do Silo para que quem está lá dentro tenha uma visão do mundo lá fora. Sempre que alguém é mandado para fora os moradores do Silo ficam em enorme expectativa em saber se o condenado vai ou não realizar a limpeza dos vidros. Por algum motivo desconhecido a todos, os condenados quase sempre a fazem. Claro que descobrimos o motivo ao longo da leitura, mas é muito curioso quando nós sabemos mais do que as personagens, sempre fico com uma enorme vontade de entrar na história e deixar o personagem a par do que está acontecendo, ou pode vir a acontecer.

Com essas questões todas logo de cara, o leitor é jogado no meio de um enorme labirinto, cheio de questões e dúvidas que vão sendo levantadas a cada capítulo. Na segunda parte, a Prefeita Jahns, uma senhora, precisa ir atrás de um novo xerife e a pessoa mais indicada é a nossa protagonista: Juliette, uma jovem ágil e inteligente que trabalha nos andares mais profundos do silo, cuidando de toda a manutenção do local na Mecânica. A prefeita resolve fazer uma visita a Juliette e somos colocados a par de como funciona a vida e as leis do silo, além das intrigas entre os setores. A forma como o autor vai preparando o terreno para o que vai acontecer lá na frente da história é incrível, é como uma aranha tecendo uma enorme e intrincada teia, cheia de armadilhas.

Com personagens cativantes, tramas e subtramas bem construídas, mentiras deslavadas, verdades cruéis, reviravoltas inesperadas e um quê de romance, Silo é uma grande e enorme bola de tensão. Nas duas partes restantes, O começo e A descoberta, o leitor fica aflito na maior parte do tempo e sofre junto com Juliette em vários momentos durante o desenrolar do enredo. Há quem possa reclamar e afirmar que o autor é muito descritivo, não somente dos lugares mas também das ações dos personagens, mas eu não senti isso e olha que sou muito chata nesse ponto e não gosto de enrolações. Achei a escrita de Howey muito boa, e que ajuda o leitor a se ambientalizar nesse mundo arruinado que é apresentado ao leitor.

Pra quem gosta do gênero essa é uma leitura indispensável e, na minha opinião, Silo está quase no mesmo patamar dos clássicos distópicos. Espero que a continuação, Ordem, que foi lançada em março pela Intrínseca esteja a altura deste volume. Não vejo a hora de saber mais sobre o universo criado por Hugh Howey.

“- Qual o objetivo disso? (…)
– Qual é o objetivo de qualquer coisa?” – p. 145


Aviso Legal: Esse livro foi adquirido pela própria resenhista.



05 de April de 2015
Postado por: Bruna Fernández @ Arquivado em: Primeiras Impressões

Livro: Alif, o invisível
Autora: G. Willow Wilson
Páginas: 352
Editora: Rocco/Fantástica
Tradução: Ryta Vinagre
Pré-venda:
Saraiva Submarino Cultura Folha Americanas Travessa Amazon

Autora de graphic novels aclamadas e criadora da primeira heroína muçulmana dos quadrinhos, pela Marvel Comics, além do livro de memórias A leitora do Alcorão, a norte-americana convertida ao islamismo G. Willow Wilson dá vida a um jovem hacker vivendo num estado de exceção no Oriente Médio em seu premiado romance de estreia, Alif, o invisível. Primeiro lançamento de 2015 do selo Fantástica Rocco, o livro conquistou o World Fantasy Award e rendeu à autora comparações com escritores como Philip Pullman, Neil Gaiman e J.K. Rowling. Na trama, teologia islâmica, vigilância eletrônica e os acontecimentos da Primavera Árabe se mesclam para tecer uma rica narrativa, na qual o cotidiano colide com o fantástico e o mundo físico com o digital.

Recebemos da editora Rocco um kit incrível de uma das maiores apostas do selo Fantástica: Alif, o invísvel, um cyberthriller com elementos de fantasia que ainda apresentam muito da cultura muçulmana, ganhou altos louvores do The New York Times e elogios de nada menos que Neil Gaiman, Holly Black e Gregory Maguire.

A autora já foi indicada ao prêmio Eisner, o Oscar dos quadrinhos, por sua graphic novel Air. G. Willow Wilson é ainda a criadora da primeira heroína muçulmana dos quadrinhos, da série Mrs. Marvel, da Marvel Comics.

Alif, o invísvel é o romance de estreia dessa americana que se converteu ao islamismo e mistura teologia islâmica, o universo hacker e acontecimentos da Primavera Árabe. Confesso que estou muito curiosa para descobrir toda uma cultura nova, com essa abordagem desconhecida que temos na literatura juvenil/fantástica do mundo islâmico. A leitura promete ser muito boa, breve a resenha pra vocês aqui no LeS!

O lançamento oficial do livro é amanhã, no dia 06 de abril.


Não percam sábado, a nossa resenha de Alif, o invisível, lançado essa semana no Brasil pela editora Rocco.



05 de April de 2015
Postado por: Monique Marie @ Arquivado em: Notícias

A V&R Editoras publicou em seu Facebook a capa nacional para o contro extra Scarlets da série Asylum.

Veja abaixo a capa e a sinopse traduzida:

 

Quando Dan e seus amigos conhecem Cal em Sanctum a impressão dos estudantes privilegiados do New Hampshire College é menor que estelar. Mas Cal não foi sempre o frio e sarcástico garota que é agora. Nessa história digital original que precede os eventos de Sanctum, nós conhecemos Cal quando estava na Faculdade como qualquer outro rapaz com um grupo de amigos próximos e um pai que impunha muita pressão. Porem, quando a pressão começa a cair sobre ele e Cal aceita o convite para conhecer um grupo seleto de estudantes e ex alunos apenas conhecidos como Scarlets, o curso da vida de Cal muda para sempre. E o preço de fazer parte dos Scarlets pode ser maior do que ele poderá pagar.

Com muitas reviravoltas e emoções, Scarlets é uma parte incrível da série Asylum que pode ser lida sozinha por novos leitores ou dar peças importantes no quebra cabeça dos fãs da série.