18 de junho de 2018
Postado por: Kinina @ Arquivado em: Lançamentos

Céu sem estrelasLivro: Céu sem estrelas
Autor: Iris Fiqueiredo
Tradução:
Comprar: Saraiva Amazon

Cecília acabou de completar dezoito anos, mas sua vida está longe de entrar nos trilhos. Depois de perder seu primeiro emprego e de ter uma briga terrível com a mãe, a garota decide ir passar uns tempos na casa da melhor amiga, Iasmin. Lá, se aproxima de Bernardo, o irmão mais velho de Iasmin, e logo os dois começam um relacionamento.

Apesar de estar encantado por Cecília, Bernardo esconde seus próprios traumas e ressentimentos, e terá de descobrir se finalmente está pronto para se comprometer. Cecília, por sua vez, precisará lidar com uma série de inseguranças em relação ao corpo — e com a instabilidade de sua própria mente.



05 de junho de 2018
Postado por: Cine @ Arquivado em: Notícias


Um dos painéis mais lotados da Bookcon deste ano foi o Real Reel, onde Angie Thomas, Becky Albertalli, Soman Chainani e Lauren Oliver falaram sobre as adaptações cinematográficas de seus livros.

O inicio do painel foi logo cheio de piadinhas dos autores para Hollywood. “Eu tenho um post-it no meu computador para cada vez que tenho uma ligação com alguém de Hollywood,” Chainani, autor de a Escola do Bem e do Mal, disse. “Na nota eu escrevi: eles estão mentindo.

Lauren Oliver, autora de Antes que eu Vá, que estreou nos cinemas há dois anos, concordou. “Hollywood não é nem de perto confiável como na indústria de livros,” ela disse. “Eu tenho uma regra: Eu nunca pergunto a uma mulher se ela está gravida a não ser que eu possa ver o bebê se mexendo. É a mesma coisa com filmes. Eu espero ate estar na première dele antes de falar algo no Twitter.

Os leitores presentes naquela sala tiveram suas emoções alteradas desde indignação a muitas risadas com as histórias do caos que é ter um livro transformado em um filme. Desde o machismo presente em 99% das produções de Hollywood a reuniões extremamente desconfortáveis. E segundo os autores, os problemas não acabam na fase de preparação – o processo de adaptação é claramente complicado para as pessoas em Hollywood que não estão acostumadas com redes de fast food humildes, como a Waffle House – essa rede não tem um drive thru como os roteiristas de Com Amor, Simon colocaram.

Algumas das ideias que surgiram em relação a essa relação complicada entre indústria dos livros vs indústria dos filmes foram: Inevitavelmente os livros são uma experiência mais pessoal, e eles são minuciosamente revisados em um longo processo pelos editores, que normalmente estão em contato com os autores desde o primeiro dia. A visão artística deles é melhor entendida, contida e executada. Filmes, contudo, são geralmente produzidos por homens ricos, que estão com muitos outros problemas em mãos – marketing, orçamento, ideias conflitantes, exigências do elenco, e por aí vai. A singularidade de escrever simplesmente não pode ser replicada pela indústria dos filmes.

Além disso, os escritores comentaram que uma das coisas mais difíceis quando seus livros são transformados em filmes, é a parte de aprender a não ter mais o controle das coisas.

Após essa conversa, o humor da sala mudou um pouco quando Angie Thomas, autora de O Ódio que você semeia, descreveu o seu primeiro dia no set do filme. “Eu chorei,” ela disse. “Todas essas pessoas estavam do lado de fora da igreja e nela dizia ‘Igreja Templo de Cristo’- que é o nome que EU inventei. De alguma maneira alguém FEZ UMA PLACA baseado em algo que eu criei na minha cabeça… quer dizer, eu criei uma igreja!

Os outros escritores também seguiram o fluxo da conversa iniciada por Thomas, detalhando experiências super humildes de ver atores dando vida a personagens fictícios, entrando em quartos que só existiam na cabeça deles, e ter conversas com designers do set, roupas, diretores que leram – e amaram – seus livros. “Me mostrou que eles respeitam a fonte de pesquisa do material … e a fonte original dessa fonte de pesquisa,” disse Thomas.

Ao final do painel, ficou bem evidente o espírito de colaboração que é preciso ter para criar uma história. “Para ter uma paixão, você precisa ter um agente,” Oliver disse. “Você realmente quer alguém que veja as coisas de uma maneira diferente que você vê, você quer dar a eles o espaço para criar, e colaborar com o seu trabalho.
E Thomas finalizou adicionando a fala de Lauren Oliver: “Filmes e livros são como o filme Operação Cupido… Eles são irmãos gêmeos fraternais criados por dois casais diferentes de pais.



04 de junho de 2018
Postado por: Cine @ Arquivado em: Notícias

Para quem nos acompanhar no Instagram, viu que durante o final de semana passadado rolou o Bookcon em Nova Iorque e nossa equipe esteve mais uma vez presente para a cobertura de um dos maiores eventos literários do mundo.

Nos destaques de nossa página no Instagram (@LivrosEmSerie) vocês ainda conseguem visualizar nossos stories durante o evento que trouxe muita coisa legal, incluindo o trailer de um dos filmes mais aguardados do ano por fãs da literatura Jovem Adulta: O Ódio que você semeia.

Durante essa semana faremos posts aqui e em nossas redes sociais falando um pouco sobre alguns painéis que tivemos a oportunidade de assistir.
Hoje trazemos um resumo de tudo o que rolou no painel: A Mágica da construção de mundos com os escritores Leigh Bardugo, Scott Westerfeld, Sabaa Tahir, Reneé Ahdieh e Marie Lu.

Duas dicas inesperadas sobre construção de mundos de alguns dos maiores nomes da literatura jovem adulta: Assista The Great British Bake Off e se case com um(a) australiano(a).

A sala em que o painel The Magic of World-Bulding foi realizado não só lotou, como teve muita gente em pé para assistir Leigh Bardugo, Scott Westerfeld, Sabaa Tahir, Reneé Ahdieh e Marie Lu no último sábado durante a BookCon 2018.

Antes dos autores subirem ao palco, Bardugo teve um momento de interação com alguns fãs na primeira fileira. “Eu amei sua fantasia”, ela disse para três meninas que foram vestidas como personagens da sua série Grisha. Após esse momento, os autores subiram ao palco e surpresa, surpresa: O assunto de construção de mundos foi logo para o assunto: comida.
“Eu acho que comida realmente constrói um mundo,” Bargudo disse. “Eu quero que seja convidativo ao paladar, e isso é uma verdade tanto se você estiver construindo um mundo de prazer – ou um mundo como Ketterdam, onde tudo tem cheiro de água de esgoto.”

Tahir também declarou usar comida como inspiração.
“Quando eu estava trabalhando em Reaper (terceiro volume da série Uma Chama Entre as Cinzas) – quer dizer, procrastinando e tentando não o escrever – Eu estava assistindo The Great British Bake Off”, ela disse. “Eu estava assistindo e comecei a pensar que Helene é uma padeira.”

Brincadeiras à parte, todos autores concordaram que a linguagem também foi uma parte enorme para a construção de seus mundos de fantasia. David Peterson, criador da linguagem Dothraki para a adaptação de Game of Thrones, ajudou Bardugo com a linguagem de seus livros, Ravken.
“Eu o conheci numa convenção. Ele inclusive criou algumas palavras inspiradas em meu nome, então a palavra para fantasma em Dothraki é na verdade baseada no meu nome. E a palavra ‘escrever’ em valerian é o meu sobrenome. Então a dica é: fique amiga de nerds!”
Tahir disse que a criação da linguagem em seus livros foi um pouco mais preguiçosa. “Quando você fala uma segunda língua, se você fala ela fluentemente, ajuda a construir o seu mundo – especialmente se você é preguiçosa como eu, porque tudo o que você faz é pegar alguma palavra da sua língua nativa, que para mim foi Urdu e Punjabi, e meio que altera um pouco.”

A dica de Scott Westerfeld? Ainda melhor: “O palavreado em Feios é só australiano,” ele disse. “Bem mais preguiçoso que aprender uma segunda língua é casar com uma australiana.”

Um dos pontos mais interessantes na discussão foi quando a experiência de ser um imigrante ou filha de um imigrante entrou em jogo e eles comentaram que isso também ajudou na construção de seus mundos. E o discurso mais aplaudido daquela tarde foi provavelmente o de Bardugo:

“Eu vou jogar um pouco de contradição aqui,” ela avisou. “Mas uma das coisas que tem sido um pouco de chato para mim é ver a hashtag #OwnVoices, que começou como algo superpositivo, mas que acabou indo contra alguns autores menores como se fosse um teste de pureza. ‘Você não é asiático o suficiente para escrever isso, você não é nativo o suficiente para escrever aquilo.’ As pessoas que falam isso ignoram completamente a experiência diáspora. Como uma judia, muitas pessoas vieram atras de mim por conta da minha construção de mundo e linguagem usada.
Se você não gosta do mundo em meus livros está tudo certo, mas se você vai vir me dizer que eu não sou russa o suficiente para escrever isso ou aquilo, é melhor você dar um passa para trás e pensar um pouco sobre o fato de que meus ancestrais foram perseguidos na Rússia, e estuprados, assassinados, e tiveram suas vilas queimadas. Dizer para um judeu que ele não pode escrever sobre tal cultura, e tentar coloca-lo em uma concha literária, e isso não é legal.
Isso é algo que eu vejo várias vezes, onde nossas histórias se tornam propriedade de alguém. Eu não quero escrever um livro de fantasia que é baseado em uma menina morando num vale nos anos 80.”

Além, disso, Marie Lu comentou que muita coisa de seu último livro -Warcross – foi baseado em tecnologia que as pessoas pensam que não existem, mas que na Ásia já são bem conhecidas. E especialmente para esse livro, como ela teve muita pesquisa, ela precisou fazer o inverso do que geralmente faz ao escrever: primeiro se focou na construção do mundo e depois em desenvolver seus personagens.

Scott Westersfeld também apontou algo muito interessante após a discussão de dar mais foco a construção do mundo ou aos personagens: Escritores precisam pensar em seus mundos como um personagem também, porque isso ajudo a ter algo que os personagens do livro precisam lutar contra. Isso faz com que a história se torne muito mais poderosa. Leigh Bardugo inclusive da como exemplo o livro O Sol também é uma estrela, de Nicole Yoon, onde Nova Iorque é como se fosse um personagem porque é tão bem descrita, e é isso que precisamos ter em livros: não importa se é um mundo irreal de fantasia ou uma cidade conhecida no mundo inteiro, o escritor precisa descrevê-la imaginando que ninguém a conhece – porque muitas pessoas realmente não.

Por último, os escritores concordaram que eles têm muita fé nos leitores e que querem que eles tenham a própria imaginação para certas coisas, e que essa é a beleza e diferença entre um livro e um filme.



22 de maio de 2018
Postado por: Kinina @ Arquivado em: Lançamentos

Garotas de neve e vidroLivro: Garotas de neve e vidro
Autor: Melissa Bashardoust
Tradução: Edmundo Barreiros
Comprar: Saraiva Amazon

Mina é filha de um mago cruel e sua mãe está morta. Aos dezesseis anos, seu coração nunca bateu por ninguém – na verdade, ele jamais pulsou de forma alguma, e Mina sempre achou esse silêncio normal. Ela nunca suspeitou que o pai arrancara seu coração e, no lugar, colocara outro de vidro. Então, quando Mina chega ao castelo de Primavera Branca e vê o rei pela primeira vez, ela cria um plano: conquistá-lo, tornar-se rainha e finalmente conhecer o amor. A única desvantagem desse plano, ao que tudo indica, é que ela se tornará madrasta.

Lynet tem quinze anos e é a imagem de sua falecida mãe. Um dia, descobre que um mago a criou à semelhança da rainha morta, a partir da neve. No entanto, Lynet preferiria ser forte e majestosa como sua madrasta, Mina. E realiza seu desejo quando o pai a torna rainha dos territórios do sul, tomando assim o lugar de Mina.

A madrasta, então, começa a olhar para a enteada com algo que se assemelha ao ódio, e Lynet precisa decidir o que fazer – e quem quer ser – para ter de volta a única mãe que de fato conheceu… ou simplesmente derrotar Mina.

Garotas de neve e vidro traça a relação de duas mulheres fadadas a serem rivais desde o princípio – a não ser que redescubram a si mesmas e deem novo significado à história que lhes foi imposta.

Este aclamado reconto feminista de Branca de Neve nos leva a um mundo singelo e, ao mesmo tempo, maravilhoso. Uma poderosa releitura para mantê-lo sempre atual e presente.

Dona do poderLivro: Dona do poder (#02)
Série: Saga da Conquistadora
Autor: Kiersten White
Tradução: Alexandre Boide
Comprar: Saraiva Amazon

Lada Dracul não tem aliados. Nem trono. Tudo o que Lada tem é o que sempre teve: ela mesma.

Ao falhar em obter o trono de Valáquia, Lada Dracul deseja punir a todos que ousarem cruzar seu caminho. Movida pela raiva, ela ataca com seus homens. Mas a força bruta não é suficiente para que Lada conquiste o que deseja.

Lembrar-se de Mehmed, no entanto, lhe traz algum conforto, mas não há tempo para isso. Ela escolheu deixá-lo antes que ele pudesse fazê-lo.

Lada sabe que precisa de toda sutileza e habilidade de seu irmão mais novo, Radu. Porém, Mehmed o enviou para Constantinopla e pretende dominar cidade. Assim, o irmão de Lada ganhou o lugar indesejado de agente duplo nas linhas inimigas…

Radu anseia pela confiança feroz da irmã, mas, pela primeira vez em toda a vida, rejeita Lada e seu inesperado apelo por ajuda. Atormentado pela lealdade aos Otomanos e a Mehmed, ele sabe que não deve nada à irmã. Mas, se Lada morrer, jamais perdoará a si mesmo. E, se falhar em Constantinopla, Mehmed irá perdoá-lo?
Civilizações desmoronam e os irmãos Dracul precisam decidir: o que irão sacrificar para cumprir seu destino?

O rei de palhaLivro: O rei de palha
Autor: K. Ancrum
Tradução: Guilherme Miranda
Comprar: Saraiva Amazon

August é considerado um desajustado piromaníaco, enquanto Jack é a estrela do time de rúgbi do colégio. A amizade dos dois nasceu ainda na infância, e a força dela é algo que eles mantêm em segredo.

Ninguém sabe, mas Jack e August contam com o apoio um do outro para sobreviver – o apoio que suas famílias não oferecem.

Quando Jack passa a ter alucinações cada vez mais vívidas, August decide ajudá-lo da única forma que sabe: saltando com Jack em seu reino fantástico que beira o mundo real.

Então, Jack guia August por uma jornada sombria, acreditando que assim suas alucinações terão fim. Enquanto lutam pela própria sanidade, eles seguem em queda livre por um mundo surreal. Mas, ao final, cada um deverá escolher a própria verdade.



22 de maio de 2018
Postado por: Kinina @ Arquivado em: Lançamentos

Em pedaçosLivro: Em pedaços (#01)
Série: Recomeços
Autor: Lauren Layne
Tradução: Lígia Azevedo
Comprar: Saraiva Amazon

Aos 22 anos, Olivia Middleton tem Nova York aos seus pés. Por fora, ela é a garota perfeita — linda, inteligente e caridosa. Mas por dentro ela guarda um segredo terrível: um erro que a afastou das duas únicas pessoas que realmente importavam na sua vida. Determinada a esquecer o passado, ela deixa Manhattan e vai trabalhar como cuidadora de um soldado recém-chegado da guerra. Mas o que ela não esperava era que seu paciente fosse um jovem enigmático de 24 anos tão amargurado quanto cativante.

Paul Landon está furioso — com o mundo, com a vida, com o seu pai e, acima de tudo, consigo mesmo. Depois de sofrer na pele os horrores da guerra do Afeganistão, a última coisa que ele quer é a companhia de uma princesa nova-iorquina linda, mimada e irritante. A presença de Olivia parece tóxica para Paul, mas ele não consegue afastá-la, mesmo tentando muito.

Por mais que lutem contra uma atração intoxicante, Paul e Olivia não conseguem se manter distantes. Agora, precisam decidir: eles vão ajudar um ao outro a curar as feridas do passado ou vão se manter, para sempre, em pedaços?

DesejarLivro: Desejar (#02)
Série: Espiral do Desejo
Autor: Nina Lane
Tradução: Alexandre Boide
Comprar: Saraiva Amazon

Depois de quase verem seu casamento destruído por mentiras e desilusões, Dean e Olivia retomam sua jornada mais unidos e apaixonados do que nunca. O professor de história medieval e sua amada esposa estão determinados a consertar os erros do passado e sabem que, para isso, terão que unir forças para derrubar barreiras erguidas ao longo de anos.

Uma inesperada crise envolvendo os pais de Dean acaba, contudo, dragando-o de volta à espiral de culpa, ressentimento e amargura que marcou sua juventude. Tudo o que ele mais quer é proteger Olivia, mas, dessa vez, ela se recusará a cumprir o papel de esposa frágil e delicada.

Ao lado de seu grande amor, Olivia enfrentará os mais terríveis fantasmas da família West — até mesmo os segredos escondidos a sete chaves.

A parte que falta encontra o grande OLivro: A parte que falta encontra o grande O
Autor: Shel Silverstein
Tradução: Alípio Correa de Franca Neto
Comprar: Saraiva Amazon

A parte que falta está em busca de alguém para completar. Após ser abandonada pelo ser circular, ela aguarda um par perfeito em que possa se encaixar. Ela quer conhecer o mundo, e precisa de alguém que a faça rolar. Mas muitos seres não sabem nada sobre encaixe, outros já têm partes demais e alguns não sabem nada de nada. A parte que falta até encontra um encaixe perfeito, mas sua jornada juntos dura muito pouco. Até que ela se depara com o Grande O, um ser completo, que rola sozinho, e que pode dar a ela um ensinamento que mudará seu modo de enxergar a vida.

Nesta história, leitores de todas as idades vão refletir junto com a parte que falta sobre como podemos nos transformar e descobrir como evoluir nosso amor-próprio. Afinal, será que não podemos todos rolar por nós mesmos em nossas jornadas?

Mais que amigosLivro: Livro Mais que amigos
Autor: Lauren Layne
Tradução: Alexandre Boide
Comprar: Saraiva Amazon

Aos vinte e dois anos, a jovem Parker Blanton leva a vida que sempre sonhou. Tem um namorado inteligente e responsável, um emprego promissor e a companhia de seu melhor amigo, Ben Olsen, com quem divide um lindo apartamento.
Parker e Ben são tão grudados que muita gente duvida que eles morem sob o mesmo teto sem nunca ter vivido um caso, mas eles não se importam com o que as pessoas pensam. Sabem que não foram feitos um para o outro — pelo menos não para se envolver.
Por isso, quando um acontecimento inesperado faz com que Parker se veja sem namorado e com o coração partido, ela sabe que pode contar com Ben para ajudá-la a sacudir a poeira e partir para outra. Afinal, ninguém seria mais ideal do que seu melhor amigo para lhe mostrar os prazeres da vida de solteiro… certo?

HippieLivro: Hippie
Autor: Paulo Coelho
Comprar: Saraiva Amazon

Paulo é um jovem que quer ser escritor, deixa os cabelos longos e sai pelo mundo à procura da liberdade e do significado mais profundo da existência. Sua jornada começa com uma viagem pela América do Sul – passando por Machu Picchu, no Peru, Chile e Argentina – até o encontro com Karla, em Amsterdã, quando juntos resolvem ir até o Nepal no Magic Bus. No caminho, os companheiros vivem uma extraordinária história de amor, passam por transformações profundas e abraçam novos valores para suas vidas.