03
May

Diretor de ”Amanhecer” escreve carta para fãs da saga

Postado por: Patoka @ Arquivado em: Notícias

O diretor Bill Condon, que foi escolhido para levar a última parte da Saga Crepúsculo aos cinemas, deu um presente para os fãs. O diretor de Amanhecer escreveu uma carta falando da sua alegria em ter sido escolhido para esse trabalho. Confira:
 

“Saudações Twihards, Twifans, Twilight Moms, Team Edward, Team Jacob e Team Switzerland.
 
Eu só quero dizer olá para todos vocês e quero que vocês saibam que eu estou muito feliz por estar entrando na aventura de fazer ‘Amanhecer’. Como vocês provavelmente já ouviram falar, eu tenho tido uma recepção calorosa de Stephenie e da Summit – que está super focada em fazer esse filme de forma certa.
 
Eu estou muito ocupado me atualizando para saber o que vocês já sabem. Eu li ‘Amanhecer’ duas vezes, assisti os filmes de Catherine e Chris umas duas ou três vezes cada um, tenho os quatro CDs tocando no meu carro, tenho o livro de notas de Catherine Hardwicke, os guias ilustrados de Mark Cotta Vaz, e até o volume um dos quadrinhos aqui na minha mesa. Eu acho que isso me qualifica com o status de “recém-nascido” no universo em que vocês têm vivido por alguns anos, mas um cara tem que começar em algum lugar.
 
Como muitos de vocês, eu sempre fui um pouco obcecado com vampiros, desde os tempos da série Dark Shadows, que eu acompanhei quando criança. Mas isso não foi suficiente para me interessar em fazer um filme sobre vampiros, mesmo que meus recentes roteiros e trabalhos de direção tenham nascido de um grande amor por filmes de horror e thrillers. Desde que fiz “Gods and Monsters”, treze anos atrás, eu tenho desejado retornar com uma história com tons góticos.
 
O maravilhoso mundo que Stephenie criou, obviamente, atingiu vocês, e eu não acho que seja difícil ver o motivo. Para mim, os personagens dela são simultaneamente eternos, e mas ainda muito modernos. Consolidado com uma paisagem bela e real, e um grande senso de lugar, Bella, Edward, Jacob, e o resto dos moradores de Forks/La Push, experimentam emoções que são primordiais e universais: desejo, desespero, ciúme – e tudo isso vem à tona em ‘Amanhecer’. Esse é o capítulo final no melhor sentido; não apenas em ampla escala, mas carregado de intensa emoção todo o tempo.
 
Eu sou um grande admirador dos já ícones Kristen, Robert, e Taylor, e queria ser a pessoa a trabalhar com eles, enquanto eles enfrentam os desafios de levar seus amados personagens ao final de suas jornadas. Sério, o que poderia ser mais divertido que isso?
 
Por favor, fiquem a vontade para perguntar na seção de comentários, e eu farei o meu melhor para respondê-las. Eu espero que essa seja uma de várias ocasiões que eu venha falar com vocês enquanto trabalhamos para levar ‘Amanhecer’ para as telas. Eu estou animado e agradecido por ter todos vocês ao meu lado para a minha jornada Twilight.
 
Tudo de bom,
Bill Condon.”

Tradução: Thais Oliveira / Creditos: Cine Séries

Post to Twitter

31
Mar

Novas Imagens de Eclipse

Postado por: Nanda @ Arquivado em: Notícias

A Summit Entertainment divulgou três imagens de Eclipse, terceiro filme da série Crepúsculo, que estréia dia 30 de junho.

 
As imagens mostram Bella com Jacob, o trio que faz parte do triângulo amoroso da história (Bella, Jacob e Edward) e também mostra os Cullens.
 

 

 

 
Fonte: Cinema em Cena

Post to Twitter

24
Mar

DVD de ‘Lua Nova’ vende 4 mi de cópias em um final de semana

Postado por: Kinina @ Arquivado em: Notícias

O primeiro filme da saga Crepúsculo acaba de ser superado por sua própria continuação – pelo menos em termos de vendas. Lançado nos Estados Unidos à meia-noite do último sábado, o DVD do segundo filme da série alcançou mais de 4 milhões de cópias vendidas em um único final de semana. A informação foi revelada na terça-feira pela Summit Entertainment, estúdio responsável pela produção.
 
Para se ter uma ideia do desempenho, vale lembrar que Crepúsculo alcançou 3,8 milhões de cópias em seu primeiro final de semana e acabou se tornando o DVD mais vendido em 2009. O sucesso de Lua Nova nas lojas pode ser explicado por algumas estratégias da Summit para impulsionar as vendas do DVD, entre elas, a de convidar membros do elenco para irem a algumas lojas no horário do lançamento.
 
No cinema, Lua Nova arrecadou mais de 700 milhões de dólares em bilheteria mundial. Eclipse, o terceiro filme da saga vampiresca, tem estreia prevista para o dia 30 de junho.

Fonte: Veja.com

Post to Twitter

19
Dec

A geração romântica

Postado por: Patoka @ Arquivado em: Notícias

Ah, o amor… Como diria o compositor Cole Porter, até “moscas bem-comportadas” se apaixonam. Mas, ao contrário das moscas, que conhecem uma única dança de acasalamento, o homem desenvolveu mil maneiras de expressar culturalmente essa emoção. O amor romântico foi uma de suas invenções mais notáveis. Sim, invenção, como demonstram fartamente críticos e historiadores. “Ele nasceu no Ocidente, muito ligado a obras de arte, e projeta uma relação especial entre duas pessoas, mais sublime e menos pautada pelo desejo sexual”, diz William Reddy, professor de história e antropologia cultural da Universidade Duke, nos Estados Unidos, e especialista nesse tema. Ao longo de séculos, a literatura teve um papel fundamental na criação da ideia de amor romântico. Os trovadores medievais foram os primeiros, nas delicadas cantigas que dedicavam às damas da corte (veja o quadro). O conceito se cristalizou no século XIX, no movimento propriamente batizado de romantismo. O livro-marco é Os Sofrimentos do Jovem Werther, de Goethe, história de uma paixão tormentosa e não consumada. Mais do que retratar um comportamento já disseminado, Werther levou toda uma geração de jovens a sentir o mundo em seus termos (o efeito colateral indesejável foi a epidemia de suicídios que varreu a Europa – já que esse era o destino do protagonista). Algo semelhante se observa atualmente em torno da saga vampiresca Crepúsculo. Os quatro romances da escritora americana Stephenie Meyer, e os dois filmes até agora baseados neles, deram a senha para que o espírito romântico de adolescentes e pré-adolescentes abrisse suas largas asas na era carnal do “ficar”.
 
Os protagonistas de Crepúsculo compõem um casal incomum (e, se você não sabe, convenhamos, é porque é um pai ou uma mãe demasiado ausente): uma jovem meio desajeitada, Bella, e um vampiro espectralmente belo e apaixonado, Edward, que move, se não o sol, ao menos a lua e as estrelas por sua amada. Na trama, o morto-vivo tem mais de 100 anos e, portanto, é cavalheiro como o homem de antigamente. Apesar do desejo incontrolável (Edward é perdidamente atraído pelo cheiro da amada), ele não avança o sinal vermelho: sua família abdicou do sangue humano. No cinema, Bella é interpretada pela atriz Kristen Stewart, enquanto o vampiro-gato com jeitão de estrela de rock ganhou as feições do ator Robert Pattinson. As meninas enlouquecem quando ele surge na tela. Todas são um pouco Bella, a mocinha de beleza simples e humana, mas capaz de atrair o coração imortal. Todas querem um Edward para chamar de seu.
 
Por trás do sucesso de Crepúsculo não está nem a boa literatura nem a qualidade dos filmes – que agradam só ao público a que se dirigem. O pulo do gato da autora Stephenie Meyer foi combinar, de maneira muito eficaz para consumo adolescente, os principais elementos da tradição romântica: o amor devotado e imortal, que atravessa tormentas e não precisa se consumar no sexo; o homem que protege, salva, cuida, espera… Está tudo ali, para ler e ser visto, com força suficiente para libertar o romantismo de uma geração de adolescentes que aparentemente (e só aparentemente) parecia desprezá-lo. “Garotos e garotas participam de uma espécie de corrida, para ver quem beija mais ou quem fica mais”, diz a psicanalista Diana Corso. “Mas há também o movimento inverso, a busca por um amor em que eles possam se sentir desejados.”
 
Com a revolução sexual dos anos 60, muitos acreditavam que o amor romântico teria chegado ao fim – como se ele fosse somente o efeito colateral de séculos de condenação do desejo pelo cristianismo. “Depois da década de 80, no entanto, o amor romântico teve uma volta significativa”, diz o professor Reddy. “Acho que é porque o desejo não é suficiente para estruturar uma vida e pode até se tornar tedioso quando exercitado sem nenhuma rédea.” Uma vida cheia de namorados e namoradas é exaustiva, impessoal, solitária. Os efeitos de Crepúsculo se dão sobre uma geração que tem próximos de si exemplos desse tipo de comportamento. Justamente por isso, pode ser mais conservadora em relação a valores morais e à instituição do casamento, como mostra, por exemplo, uma pesquisa sobre o pensamento dos jovens realizada neste ano, no Brasil, pelo instituto Research International. “É como se eles vissem no casamento um ato de heroísmo, dadas as dificuldades que presenciam na vida real dos pais em criar filhos e manter um casamento de longo prazo”, diz o professor Reddy.
 
Os quatro livros da série Crepúsculo venderam 85 milhões de exemplares no mundo. No Brasil, foram 2,9 milhões. Os dois filmes renderam juntos 1 bilhão de dólares. A saga escrita por Stephenie Meyer continua a arrebatar os jovens corações com o segundo filme da série, Lua Nova, que teve uma estreia arrasadora nos cinemas do país. Só no fim de semana de seu lançamento, no final do mês passado, levou 1,4 milhão de espectadores às salas de exibição. E já faturou 40 milhões de reais no Brasil. Ah, o amor… “Que move o sol e as estrelas”, segundo Dante Alighieri; “A ferida que dói e não se sente”, nos versos de Luís de Camões; “É cego e os amantes não podem ver as deliciosas loucuras que eles cometem”, de acordo com William Shakespeare. É muito provável – infelizmente, quase certo – que os adolescentes que alimentam esse sucesso jamais tenham lido uma dessas linhas clássicas sobre o amor. Mas o espírito que transpira dos versos imortais, de um romantismo que, em diferentes medidas, a tudo abarca e suplanta, está bem vivo no seu coração.
 
Creditos: Veja

Post to Twitter

16
Nov

Hollywood começa a investir mais em boas histórias

Postado por: Patoka @ Arquivado em: Notícias

No dia 20, quando chega aos cinemas “A saga Crepúsculo: Lua Nova”, a Summit Entertainment espera ter uma noite recorde de estreia, afinal, o filme de orçamento relativamente baixo (50 milhões de dólares), teve uma das maiores pré-vendas pela internet da história.
 
- Ninguém diz que um filme maravilhoso precisa ser caro, só que esta sempre foi a tendência. Talvez agora ela esteja mudando”, disse Jason E. Squire, professor de cinema da University of Southern California.
 
Com exceção de Jim Carrey – que no fim de semana passado chegou ao topo das bilheterias com o filme “Os fantasmas de Scrooge” – Astros como Bruce Willis, Adam Sandler, Will Ferrel, Eddie Murphy e Julia Roberts têm amargado fracassos de bilheteria.
 
Fontes ligadas à indústria cinematográfica revelam que os astros estão tendo problemas em negociar salários na faixa dos 15 milhões de dólares ou contratos que envolvem participações de 20% nos lucros do filme – acordos antes comuns a tais talentos. O mais frequente, atualmente, é que eles ganhem pouco de início para serem compensados depois, caso o filme vire um blockbuster.
 
Em “Lua Nova”, os atores Robert Pattinson e Kristen Stewart reanimam o amor que fez de “Crepúsculo” um sucesso em 2008. Na ocasião, ambos eram desconhecidos do público, mas isso não fez diferença para que a adaptação do romance de Stephenie Meyer virasse uma febre, faturasse 384 milhões nas bilheterias e se tornasse uma franquia milionária para a Summit.
 
Não é raro que franquias de filmes como “Harry Potter” sejam iniciadas com atores desconhecidos, mas à medida em que o filme ganha popularidade, e os salários de atores, produtores e outros envolvidos decolem. Mas, nos últimos anos, Hollywood tem sido atingida pela recessão, competição com os videogames e a web, promoções de DVDs e menos contratos com rede de televisão.
 
Esta semana, Bob Iger, da Disney, disse em uma conferência que o mercado ocioso de DVDs é uma das causas para os estúdios terem mudado sua produção de filmes.
 
- Isso faz com que a gente reconsidere o quanto investimos nos nossos filmes, como vamos jogá-los no mercado e distribui-los – disse.

Post to Twitter

16
Nov

Por que elas amam tanto os monstros?

Postado por: Patoka @ Arquivado em: Notícias

Eles são românticos, estão sempre em forma e nunca enrolam para decidir aonde levar as garotas para jantar. E, do jeito que andam comportados, elas podem ter certeza de que não serão o prato principal. Os vampiros vegetarianos e lobisomens carentes de Lua Nova são a prova dessa metamorfose. Sem perder o charme sobrenatural, os monstros deixaram de ser perigosos. Sorte das fãs.
 

Todas querem ser Bella Swan. Não há maneira mais simples e mais esclarecedora de explicar o sucesso da saga Crepúsculo, que começou como um fenômeno cult entre as adolescentes americanas e conquistou o mundo com a história de amor entre um vampiro e uma garota comum. Somados, os quatro livros da série já venderam 80 milhões de exemplares em 43 idiomas. A adaptação do primeiro livro para o cinema, apesar do orçamento modesto, arrecadou mais de US$ 380 milhões nas bilheterias e consolidou a série como uma megafranquia. Lua nova, o segundo filme da série, estreia nesta semana com um orçamento duas vezes maior que o do primeiro, efeitos especiais impecáveis… e a promessa de trazer ainda mais fãs à série.
 

O enredo retoma o romance entre Bella (Kristen Stewart) e Edward (Robert Pattinson). Ele continua tendo de conter seus instintos de vampiro para não atacar a bem-amada. Temendo pela segurança de Bella entre seus pares, Edward decide se afastar dela para protegê-la. Bella não aceita a separação, mas conta com a amizade nada inocente do lobisomem Jacob (Taylor Lautner) para tentar superar a perda e enfrentar os perigos que passaram a cercá-la desde que entrou no mundo dos seres fantásticos. E continua a lutar para oferecer o pescoço a seu vampiro preferido outra vez.
 

0,,32948626,00
 

“Nós tentamos criar um amor mais forte do que qualquer pessoa poderia sentir”, afirma a atriz Kristen Stewart, que interpreta Bella. A julgar pela reação das fãs à passagem relâmpago dos atores por São Paulo, o filme atingiu seu objetivo. Convocadas por blogs, sites e redes sociais, mais de 200 adolescentes invadiram o saguão do hotel em que Kristen Stewart e Taylor Lautner estavam hospedados. As vendas da trilha sonora também ajudam a medir a expectativa despertada pelo filme: lançado pela Warner há menos de um mês, o CD já vendeu mais de 2,2 milhões de cópias só nos Estados Unidos. O amor das garotas pelos monstros nunca esteve tão feroz.
 

Para a autora da série, Stephenie Meyer, o motivo desse fenômeno está na paixão pelo desconhecido. “Eles são atraentes porque fazem aflorar aspectos ocultos do desejo e do instinto”, disse Stephenie a ÉPOCA. “São fascinantes porque geram medo e desejo a um só tempo.”
 

0,,32948631,00
 

Boa parte do apelo de Edward e Jacob para as fãs está no fato de gerarem menos medo que outros representantes de suas espécies. “O que mais chama a atenção no Edward é que ele luta contra o que é para ficar com ela”, afirma Viviane Pécia, de 22 anos, fundadora de um fã-clube da série. “O Jacob é amigão, engraçado, e o Edward é o sonho de toda garota”, diz Juliana Akemi, de 15 anos, uma das adolescentes que ficaram na porta do hotel para tentar ver os ídolos.
 

Fonte: Revista Época

Post to Twitter

16
Nov

Descabeladamente romântico

Postado por: Patoka @ Arquivado em: Notícias

Como tantos adolescentes do ensino médio, os enamorados Edward (Robert Pattinson) e Bella (Kristen Stewart) estão mais interessados no seu ti-ti-ti íntimo do que naquilo que os professores tentam ensinar. O professor de literatura, irritado com a desatenção de Edward, pede que ele reproduza a fala do Romeu, de Shakespeare, pouco antes do suicídio – e Edward o surpreende. Conhece o trecho de cor e o recita com sentimento: “A morte, que sugou o mel do teu hálito, não teve poder contra tua beleza”. “Foi esquisito fazer aquela cena”, disse o ator inglês Robert Pattinson, de 23 anos, a VEJA. “Toda a sala, cheia de extras, olhava para mim. Errei e tive de recomeçar várias vezes.” Dificilmente essa será a sequência mais lembrada de Lua Nova (The Twilight Saga: New Moon, Estados Unidos, 2009), a continuação de Crepúsculo, que estreia no país na próxima sexta-feira. As garotas – público primordial dos filmes baseados nos best-sellers de Stephenie Meyer – vão suspirar diante do inefável Pattinson. Um novo ímã para seus olhares é o pedaçudo Taylor Lautner (que interpreta o lobisomem Jacob), exibindo seus peitorais malhados. No esforço de incrementar o apelo para os rapazes, há mais sequências de ação e muita computação gráfica. A citação de Romeu e Julieta, porém, dá o tom do filme, em tudo fiel ao espírito do livro original. Stephenie Meyer, mórmon praticante, dispensa o ardor sexual do jovem casal criado por Shakespeare – mas, nos quatro romances que já venderam mais de 80 milhões de exemplares ao redor do mundo, não tem pudor de retratar, com as tintas mais encarnadas, o drama desesperado que é o amor adolescente.
 

cinema1
 

Dirigido por Catherine Hardwicke, Crepúsculo, o primeiro filme, trazia o início do amor entre o vampiro Edward, virtualmente imortal, dotado de força e velocidade sobre-humanas e capaz de ler mentes, e a humana Bella, uma desajeitada garota que se muda do ensolarado Arizona para o frio estado de Washington (as locações não são lá: no primeiro filme, foram no Oregon; em Lua Nova, em Vancouver, no Canadá). Com o orçamento relativamente modesto de 40 milhões de dólares, o filme teve bilheteria mundial de 350 milhões de dólares e projetou Kristen e Pattison como o casal mais queridinho do cinema (sim, eles namoraram fora das telas, mas agora estão aparentemente dando um tempo). Lua Nova é sobre rompimento e dor. No seu aniversário de 18 anos (a atriz tem 19), Bella começa a se angustiar com o fato de que está envelhecendo, enquanto seu namorado, que tem 108 anos, estacionou na aparência de 17. Edward, cioso dos perigos que a companhia dos vampiros traz à amada, acaba se afastando de Bella, na tentativa de protegê-la. Ele tem sede do sangue de Bella, mas contém-se: não quer transformá-la no monstro que ele mesmo julga ser. Essa abstinência tem sido interpretada como uma pregação da contenção sexual para os jovens, muito de acordo com o ideário religioso da autora. A menina entra em desespero, até encontrar consolo na companhia do lobão Jacob.
 

Edward – quase um deus, mas acessível para a prosaica Bella – inflama a imaginação das fãs. Depois de Crespúsculo, fotos de Pattinson ganharam as paredes dos quartos de adolescentes e pré-adolescentes de todo o mundo. “Nunca imaginei algo assim. No meu tempo de escola, eu não era nem de longe o garoto mais desejado da classe”, diz o encabulado ator de cabelos desgrenhados, enquanto seus dedos de unhas um tanto sujas atarraxam e desatarraxam ansiosamente a tampa de sua garrafa de água mineral.

Leia mais »

Post to Twitter