22
Nov

Carolina Herrera vai vender vestido de noiva de Bella Swan

Postado por: Cine @ Arquivado em: Notícias

Viu Amanhecer e se apaixonou pelo belo vestido de noiva de Bella Swan? Pois bem, ano que vem quem quiser comprar o vestido vai poder!

As lojas CHNY, da Carolina Herrera, vão passar a vender no ano que vem vestidos de noiva com o mesmo estilo do usado pela personagem Bella Swan em seu casamento no filme “Amanhecer – Parte 1“, da saga “Crepúsculo“, disse o porta-voz da rede na segunda-feira.

O vestido branco com um laço nas costas foi feito especialmente para a atriz Kristen Stewart pela estilista nova-iorquina, que disse ter ficado lisonjeada quando recebeu a encomenda e se sentiu pressionada a desenhar uma peça que agradasse aos fãs de “Crepúsculo“.

Eu queria criar um momento mágico para eles no casamento“, disse Herrera à Reuters, durante a estreia do filme na semana passada. “Ela é uma garota inocente que está encontrando seu primeiro amor verdadeiro, portanto, há romance, há magia, há tudo junto.

Antes da estreia do filme, os detalhes do vestido parecem ter sido mantidos em sigilo semelhante ao do casamento do príncipe William, na Grã-Bretanha, com Kate Middleton.

A direção das lojas de Carolina Herrera não deu mais detalhes sobre a quantidade de vestidos que será produzida ou seu preço de venda, mas para as fãs de Crepúsculo ansiosas por usar o vestido antes do lançamento, a fabricante de vestidos de noiva Alfred Angelo está vendendo réplicas por US$ 799 em algumas lojas exclusivas pelo mundo.

Fonte.

04
Dec

Versão em quadrinhos de Crepúsculo é lançado no Brasil

Postado por: Patoka @ Arquivado em: Lançamentos

Fãs da Saga Crepúsculo não se cansam de ler e reler os livros, até saber cada linha de cor. Agora, eles podem acompanhar novamente o início da paixão da humana Bella e do vampiro Edward em novo formato.

Acaba de chegar ao Brasil a graphic novel de “Crepúsculo“. Dividida em dois volumes, este é apenas a primeira parte da história. Com partes em preto e branco e outras coloridas, conta a história até mais ou menos a cena da clareira. Este é o momento no qual o vampiro revela seu terrível segredo à amada.

Mantendo-se fiel à história criada por Stephenie Meyer, teve sua adaptação acompanhada de perto pela escritora. Quem assina o trabalho de edição do texto e ilustrações é a artista coreana Young Kim. Ela leva ao quadrinho um estilo oriental, deixando os desenhos parecidos com os de mangás.

Por basear-se nas descrições de Meyer, a Bella e o Edward desta versão em nada lembram os atores Kristen Stewart e Robert Pattinson, que vivem o casal no cinema. A HQ foi lançada em março deste ano nos Estados Unidos e bateu recorde de vendas no mercado de quadrinhos.

A versão brasileira demorou para ser editada devido ao cuidado com as imagens e para que a edição nacional não perdesse qualidade. Ainda não há previsão para o lançamento do segundo volume no exterior.

Crepúsculo: Graphic Novel (Vol. 1)
Autor: Stephenie Meyer, Young Kim
Editora: Intrínseca
Páginas: 224
Quanto: R$ 29,90

03
May

Diretor de ”Amanhecer” escreve carta para fãs da saga

Postado por: Patoka @ Arquivado em: Notícias

O diretor Bill Condon, que foi escolhido para levar a última parte da Saga Crepúsculo aos cinemas, deu um presente para os fãs. O diretor de Amanhecer escreveu uma carta falando da sua alegria em ter sido escolhido para esse trabalho. Confira:
 

“Saudações Twihards, Twifans, Twilight Moms, Team Edward, Team Jacob e Team Switzerland.
 
Eu só quero dizer olá para todos vocês e quero que vocês saibam que eu estou muito feliz por estar entrando na aventura de fazer ‘Amanhecer’. Como vocês provavelmente já ouviram falar, eu tenho tido uma recepção calorosa de Stephenie e da Summit – que está super focada em fazer esse filme de forma certa.
 
Eu estou muito ocupado me atualizando para saber o que vocês já sabem. Eu li ‘Amanhecer’ duas vezes, assisti os filmes de Catherine e Chris umas duas ou três vezes cada um, tenho os quatro CDs tocando no meu carro, tenho o livro de notas de Catherine Hardwicke, os guias ilustrados de Mark Cotta Vaz, e até o volume um dos quadrinhos aqui na minha mesa. Eu acho que isso me qualifica com o status de “recém-nascido” no universo em que vocês têm vivido por alguns anos, mas um cara tem que começar em algum lugar.
 
Como muitos de vocês, eu sempre fui um pouco obcecado com vampiros, desde os tempos da série Dark Shadows, que eu acompanhei quando criança. Mas isso não foi suficiente para me interessar em fazer um filme sobre vampiros, mesmo que meus recentes roteiros e trabalhos de direção tenham nascido de um grande amor por filmes de horror e thrillers. Desde que fiz “Gods and Monsters”, treze anos atrás, eu tenho desejado retornar com uma história com tons góticos.
 
O maravilhoso mundo que Stephenie criou, obviamente, atingiu vocês, e eu não acho que seja difícil ver o motivo. Para mim, os personagens dela são simultaneamente eternos, e mas ainda muito modernos. Consolidado com uma paisagem bela e real, e um grande senso de lugar, Bella, Edward, Jacob, e o resto dos moradores de Forks/La Push, experimentam emoções que são primordiais e universais: desejo, desespero, ciúme – e tudo isso vem à tona em ‘Amanhecer’. Esse é o capítulo final no melhor sentido; não apenas em ampla escala, mas carregado de intensa emoção todo o tempo.
 
Eu sou um grande admirador dos já ícones Kristen, Robert, e Taylor, e queria ser a pessoa a trabalhar com eles, enquanto eles enfrentam os desafios de levar seus amados personagens ao final de suas jornadas. Sério, o que poderia ser mais divertido que isso?
 
Por favor, fiquem a vontade para perguntar na seção de comentários, e eu farei o meu melhor para respondê-las. Eu espero que essa seja uma de várias ocasiões que eu venha falar com vocês enquanto trabalhamos para levar ‘Amanhecer’ para as telas. Eu estou animado e agradecido por ter todos vocês ao meu lado para a minha jornada Twilight.
 
Tudo de bom,
Bill Condon.”

Tradução: Thais Oliveira / Creditos: Cine Séries

31
Mar

Novas Imagens de Eclipse

Postado por: Nanda @ Arquivado em: Notícias

A Summit Entertainment divulgou três imagens de Eclipse, terceiro filme da série Crepúsculo, que estréia dia 30 de junho.

 
As imagens mostram Bella com Jacob, o trio que faz parte do triângulo amoroso da história (Bella, Jacob e Edward) e também mostra os Cullens.
 

 

 

 
Fonte: Cinema em Cena

24
Mar

DVD de ‘Lua Nova’ vende 4 mi de cópias em um final de semana

Postado por: Kinina @ Arquivado em: Notícias

O primeiro filme da saga Crepúsculo acaba de ser superado por sua própria continuação – pelo menos em termos de vendas. Lançado nos Estados Unidos à meia-noite do último sábado, o DVD do segundo filme da série alcançou mais de 4 milhões de cópias vendidas em um único final de semana. A informação foi revelada na terça-feira pela Summit Entertainment, estúdio responsável pela produção.
 
Para se ter uma ideia do desempenho, vale lembrar que Crepúsculo alcançou 3,8 milhões de cópias em seu primeiro final de semana e acabou se tornando o DVD mais vendido em 2009. O sucesso de Lua Nova nas lojas pode ser explicado por algumas estratégias da Summit para impulsionar as vendas do DVD, entre elas, a de convidar membros do elenco para irem a algumas lojas no horário do lançamento.
 
No cinema, Lua Nova arrecadou mais de 700 milhões de dólares em bilheteria mundial. Eclipse, o terceiro filme da saga vampiresca, tem estreia prevista para o dia 30 de junho.

Fonte: Veja.com

19
Dec

A geração romântica

Postado por: Patoka @ Arquivado em: Notícias

Ah, o amor… Como diria o compositor Cole Porter, até “moscas bem-comportadas” se apaixonam. Mas, ao contrário das moscas, que conhecem uma única dança de acasalamento, o homem desenvolveu mil maneiras de expressar culturalmente essa emoção. O amor romântico foi uma de suas invenções mais notáveis. Sim, invenção, como demonstram fartamente críticos e historiadores. “Ele nasceu no Ocidente, muito ligado a obras de arte, e projeta uma relação especial entre duas pessoas, mais sublime e menos pautada pelo desejo sexual”, diz William Reddy, professor de história e antropologia cultural da Universidade Duke, nos Estados Unidos, e especialista nesse tema. Ao longo de séculos, a literatura teve um papel fundamental na criação da ideia de amor romântico. Os trovadores medievais foram os primeiros, nas delicadas cantigas que dedicavam às damas da corte (veja o quadro). O conceito se cristalizou no século XIX, no movimento propriamente batizado de romantismo. O livro-marco é Os Sofrimentos do Jovem Werther, de Goethe, história de uma paixão tormentosa e não consumada. Mais do que retratar um comportamento já disseminado, Werther levou toda uma geração de jovens a sentir o mundo em seus termos (o efeito colateral indesejável foi a epidemia de suicídios que varreu a Europa – já que esse era o destino do protagonista). Algo semelhante se observa atualmente em torno da saga vampiresca Crepúsculo. Os quatro romances da escritora americana Stephenie Meyer, e os dois filmes até agora baseados neles, deram a senha para que o espírito romântico de adolescentes e pré-adolescentes abrisse suas largas asas na era carnal do “ficar”.
 
Os protagonistas de Crepúsculo compõem um casal incomum (e, se você não sabe, convenhamos, é porque é um pai ou uma mãe demasiado ausente): uma jovem meio desajeitada, Bella, e um vampiro espectralmente belo e apaixonado, Edward, que move, se não o sol, ao menos a lua e as estrelas por sua amada. Na trama, o morto-vivo tem mais de 100 anos e, portanto, é cavalheiro como o homem de antigamente. Apesar do desejo incontrolável (Edward é perdidamente atraído pelo cheiro da amada), ele não avança o sinal vermelho: sua família abdicou do sangue humano. No cinema, Bella é interpretada pela atriz Kristen Stewart, enquanto o vampiro-gato com jeitão de estrela de rock ganhou as feições do ator Robert Pattinson. As meninas enlouquecem quando ele surge na tela. Todas são um pouco Bella, a mocinha de beleza simples e humana, mas capaz de atrair o coração imortal. Todas querem um Edward para chamar de seu.
 
Por trás do sucesso de Crepúsculo não está nem a boa literatura nem a qualidade dos filmes – que agradam só ao público a que se dirigem. O pulo do gato da autora Stephenie Meyer foi combinar, de maneira muito eficaz para consumo adolescente, os principais elementos da tradição romântica: o amor devotado e imortal, que atravessa tormentas e não precisa se consumar no sexo; o homem que protege, salva, cuida, espera… Está tudo ali, para ler e ser visto, com força suficiente para libertar o romantismo de uma geração de adolescentes que aparentemente (e só aparentemente) parecia desprezá-lo. “Garotos e garotas participam de uma espécie de corrida, para ver quem beija mais ou quem fica mais”, diz a psicanalista Diana Corso. “Mas há também o movimento inverso, a busca por um amor em que eles possam se sentir desejados.”
 
Com a revolução sexual dos anos 60, muitos acreditavam que o amor romântico teria chegado ao fim – como se ele fosse somente o efeito colateral de séculos de condenação do desejo pelo cristianismo. “Depois da década de 80, no entanto, o amor romântico teve uma volta significativa”, diz o professor Reddy. “Acho que é porque o desejo não é suficiente para estruturar uma vida e pode até se tornar tedioso quando exercitado sem nenhuma rédea.” Uma vida cheia de namorados e namoradas é exaustiva, impessoal, solitária. Os efeitos de Crepúsculo se dão sobre uma geração que tem próximos de si exemplos desse tipo de comportamento. Justamente por isso, pode ser mais conservadora em relação a valores morais e à instituição do casamento, como mostra, por exemplo, uma pesquisa sobre o pensamento dos jovens realizada neste ano, no Brasil, pelo instituto Research International. “É como se eles vissem no casamento um ato de heroísmo, dadas as dificuldades que presenciam na vida real dos pais em criar filhos e manter um casamento de longo prazo”, diz o professor Reddy.
 
Os quatro livros da série Crepúsculo venderam 85 milhões de exemplares no mundo. No Brasil, foram 2,9 milhões. Os dois filmes renderam juntos 1 bilhão de dólares. A saga escrita por Stephenie Meyer continua a arrebatar os jovens corações com o segundo filme da série, Lua Nova, que teve uma estreia arrasadora nos cinemas do país. Só no fim de semana de seu lançamento, no final do mês passado, levou 1,4 milhão de espectadores às salas de exibição. E já faturou 40 milhões de reais no Brasil. Ah, o amor… “Que move o sol e as estrelas”, segundo Dante Alighieri; “A ferida que dói e não se sente”, nos versos de Luís de Camões; “É cego e os amantes não podem ver as deliciosas loucuras que eles cometem”, de acordo com William Shakespeare. É muito provável – infelizmente, quase certo – que os adolescentes que alimentam esse sucesso jamais tenham lido uma dessas linhas clássicas sobre o amor. Mas o espírito que transpira dos versos imortais, de um romantismo que, em diferentes medidas, a tudo abarca e suplanta, está bem vivo no seu coração.
 
Creditos: Veja

16
Nov

Hollywood começa a investir mais em boas histórias

Postado por: Patoka @ Arquivado em: Notícias

No dia 20, quando chega aos cinemas “A saga Crepúsculo: Lua Nova”, a Summit Entertainment espera ter uma noite recorde de estreia, afinal, o filme de orçamento relativamente baixo (50 milhões de dólares), teve uma das maiores pré-vendas pela internet da história.
 
- Ninguém diz que um filme maravilhoso precisa ser caro, só que esta sempre foi a tendência. Talvez agora ela esteja mudando”, disse Jason E. Squire, professor de cinema da University of Southern California.
 
Com exceção de Jim Carrey – que no fim de semana passado chegou ao topo das bilheterias com o filme “Os fantasmas de Scrooge” – Astros como Bruce Willis, Adam Sandler, Will Ferrel, Eddie Murphy e Julia Roberts têm amargado fracassos de bilheteria.
 
Fontes ligadas à indústria cinematográfica revelam que os astros estão tendo problemas em negociar salários na faixa dos 15 milhões de dólares ou contratos que envolvem participações de 20% nos lucros do filme – acordos antes comuns a tais talentos. O mais frequente, atualmente, é que eles ganhem pouco de início para serem compensados depois, caso o filme vire um blockbuster.
 
Em “Lua Nova”, os atores Robert Pattinson e Kristen Stewart reanimam o amor que fez de “Crepúsculo” um sucesso em 2008. Na ocasião, ambos eram desconhecidos do público, mas isso não fez diferença para que a adaptação do romance de Stephenie Meyer virasse uma febre, faturasse 384 milhões nas bilheterias e se tornasse uma franquia milionária para a Summit.
 
Não é raro que franquias de filmes como “Harry Potter” sejam iniciadas com atores desconhecidos, mas à medida em que o filme ganha popularidade, e os salários de atores, produtores e outros envolvidos decolem. Mas, nos últimos anos, Hollywood tem sido atingida pela recessão, competição com os videogames e a web, promoções de DVDs e menos contratos com rede de televisão.
 
Esta semana, Bob Iger, da Disney, disse em uma conferência que o mercado ocioso de DVDs é uma das causas para os estúdios terem mudado sua produção de filmes.
 
- Isso faz com que a gente reconsidere o quanto investimos nos nossos filmes, como vamos jogá-los no mercado e distribui-los – disse.