Vídeos dos fãs brasileiros de Bernard Cornwell
Nosso querido parceiro Bernard Cornwell Brasil anunciou que o autor Bernard Cornwell publicou em seu website um vídeo que muitos fãs já aguardavam. Quando BC esteve no Brasil participando da Bienal do Livro do Rio de Janeiro, em setembro, foi pedido pelo site, em nome da Record, para que os fãs fizessem vídeos homenageando o autor. Os vídeos foram enviados para a editora e mostrados para o autor e agora você pode ver esse vídeo através do player abaixo:
Parece que a Meg Cabot (que também esteve na Bienal) estava junto e os dois foram homenageados ao mesmo tempo. Muito legal o trabalho que a Record fez, ficou um vídeo muito bonito. O autor também deixou um comentário no seu Diary, que você confere traduzido abaixo:
Muitos agradecimentos as pessoas maravilhosas do Brasil. Eu adorei visitá-los e ter a chance de participar da Bienal Internacional do Rio de Janeiro. Eu agradeço especialmente por esse presente (se referindo ao vídeo).
“Literatura brasileira” vai além do puro entretenimento
PAULA DUME – Colaboração para a Livraria da Folha, da Bienal no Rio
Sob o tema “Literatura e Entretenimento”, os autores André Vianco e Luis Eduardo da Matta dividiram mesa e bate-papo no último sábado (19), às 12h, na IV Bienal do Livro do Rio de Janeiro. O Café Literário estava repleto de fãs que adoravam tramas cercadas por seres da noite que, hoje em dia, se adaptam às intempéries climáticas, como a luz solar.
O debate foi mediado pelo escritor e jornalista Felipe Pena que atentou para o relacionamento do leitor com o autor e vice-versa.Vianco e Matta explicaram como lidam e tratam seus fãs. Ambos, por exemplo, costumam responder a todos os e-mails que recebem. Só atrasam para responder quando a correria do dia a dia não dá trégua nem aos seres de suas histórias.
Vianco descreveu seu processo de escrita para apaixonar o leitor. “Arrasto uma sequência frenética de acontecimentos para deixar o leitor apaixonado pela história. É igual um carrinho na montanha-russa que você solta”, explicou. Segundo Matta, a literatura é um artefato para poucas pessoas, porém ressalta que “o povo está lendo mais”. Para tanto, o autor adaptou o termo música popular brasileira para literatura popular brasileira.
Literatura essa que, independente de mesclar elementos pop, cult, marginal, underground ou clássica, vem cada vez mais conquistando leitores, e até vampiros. “Um cara começou a enviar e-mails para mim dizendo que era vampiro e que ia me pegar se eu não parasse de contar a história dele nos meus livros. Respondi para ele ‘vem você, o Papai Noel, o saci, e todos os monstros’”, descreveu Vianco. Ele conta que, de vez em quando, entra algum “espírito mal iluminado” em seu orkut ou manda mensagens pelo Twitter, mas não os teme. “Meus leitores são meus firewall”, orgulha-se.
De sangue em tubo de ensaio a leitores que acreditam que ele seja um vampiro, um dos e-mails que marcou Vianco foi o de um menino que queria saber como poderia se transformar em vampiro para fugir de casa e parar de apanhar do pai. Vianco instruiu o garoto a procurar o Conselho Tutelar e registrar a agressão.
Autor de “Os Sete”, entre outros livros vampirescos e até de temática espiritual, Vianco faz questão de honrar os fãs e agradecê-los pela repercussão de seus exemplares. O autor já vendeu 300 mil livros no país. Recentemente recebeu a proposta de uma poeta norte-americana para ter “Os Sete”, traduzido para o inglês. Aceitou, claro.
Vianco não esperava tanto reconhecimento por parte dos leitores. Tanto que seu primeiro livro caiu nas leituras do público graças à sua persistência. Desempregado, ele chegou a vender “Os Sete” de porta em porta até que conseguiu uma editora. Hoje, já tem 12 títulos escritos e não quer saber de trocar de editora. Continuará publicando pela Novo Século, apesar de ter recebido outras propostas.
Sobre o processo de criação, Matta diz que escreve há 17 anos todo dia. Sábados, domingos e feriados é quando produz mais. Segundo ele, a criatividade vem do ócio. “Se os críticos literários soubessem a dificuldade que passamos, dariam mais valor para nosso trabalho”, desabafa. Vianco reforça. “É literatura de entretenimento, mas é literatura”. Brinca que adora um assediozinho básico à la banda pop. “O que é aquilo, é o NX Zero? Não, é o André Vianco”, satiriza.
Matta nunca sofreu assédio dos fãs. Preocupa-se muito em estar por dentro daquilo que a garotada gosta de ler. “Obrigo-me a ler “Gossip Girl” e “Crepúsculo” para ficar atualizado”, disse. Os leitores de Vianco estão na faixa dos 12 aos 60 anos de idade. O autor de “Os Sete” disse que uma de suas fontes de inspiração foi a Enciclopédia dos Mortos-Vivos. Vianco diz ter focado sua literatura no lado clássico dos vampiros, na sedução e na imortalidade. “Eu te assusto, você gosta e fica seduzido”, entrega ao público seu plano vampiresco.
Creditos: Folha Online
"Literatura brasileira" vai além do puro entretenimento
PAULA DUME – Colaboração para a Livraria da Folha, da Bienal no Rio
Sob o tema “Literatura e Entretenimento”, os autores André Vianco e Luis Eduardo da Matta dividiram mesa e bate-papo no último sábado (19), às 12h, na IV Bienal do Livro do Rio de Janeiro. O Café Literário estava repleto de fãs que adoravam tramas cercadas por seres da noite que, hoje em dia, se adaptam às intempéries climáticas, como a luz solar.
O debate foi mediado pelo escritor e jornalista Felipe Pena que atentou para o relacionamento do leitor com o autor e vice-versa.Vianco e Matta explicaram como lidam e tratam seus fãs. Ambos, por exemplo, costumam responder a todos os e-mails que recebem. Só atrasam para responder quando a correria do dia a dia não dá trégua nem aos seres de suas histórias.
Vianco descreveu seu processo de escrita para apaixonar o leitor. “Arrasto uma sequência frenética de acontecimentos para deixar o leitor apaixonado pela história. É igual um carrinho na montanha-russa que você solta”, explicou. Segundo Matta, a literatura é um artefato para poucas pessoas, porém ressalta que “o povo está lendo mais”. Para tanto, o autor adaptou o termo música popular brasileira para literatura popular brasileira.
Literatura essa que, independente de mesclar elementos pop, cult, marginal, underground ou clássica, vem cada vez mais conquistando leitores, e até vampiros. “Um cara começou a enviar e-mails para mim dizendo que era vampiro e que ia me pegar se eu não parasse de contar a história dele nos meus livros. Respondi para ele ‘vem você, o Papai Noel, o saci, e todos os monstros’”, descreveu Vianco. Ele conta que, de vez em quando, entra algum “espírito mal iluminado” em seu orkut ou manda mensagens pelo Twitter, mas não os teme. “Meus leitores são meus firewall”, orgulha-se.
De sangue em tubo de ensaio a leitores que acreditam que ele seja um vampiro, um dos e-mails que marcou Vianco foi o de um menino que queria saber como poderia se transformar em vampiro para fugir de casa e parar de apanhar do pai. Vianco instruiu o garoto a procurar o Conselho Tutelar e registrar a agressão.
Autor de “Os Sete”, entre outros livros vampirescos e até de temática espiritual, Vianco faz questão de honrar os fãs e agradecê-los pela repercussão de seus exemplares. O autor já vendeu 300 mil livros no país. Recentemente recebeu a proposta de uma poeta norte-americana para ter “Os Sete”, traduzido para o inglês. Aceitou, claro.
Vianco não esperava tanto reconhecimento por parte dos leitores. Tanto que seu primeiro livro caiu nas leituras do público graças à sua persistência. Desempregado, ele chegou a vender “Os Sete” de porta em porta até que conseguiu uma editora. Hoje, já tem 12 títulos escritos e não quer saber de trocar de editora. Continuará publicando pela Novo Século, apesar de ter recebido outras propostas.
Sobre o processo de criação, Matta diz que escreve há 17 anos todo dia. Sábados, domingos e feriados é quando produz mais. Segundo ele, a criatividade vem do ócio. “Se os críticos literários soubessem a dificuldade que passamos, dariam mais valor para nosso trabalho”, desabafa. Vianco reforça. “É literatura de entretenimento, mas é literatura”. Brinca que adora um assediozinho básico à la banda pop. “O que é aquilo, é o NX Zero? Não, é o André Vianco”, satiriza.
Matta nunca sofreu assédio dos fãs. Preocupa-se muito em estar por dentro daquilo que a garotada gosta de ler. “Obrigo-me a ler “Gossip Girl” e “Crepúsculo” para ficar atualizado”, disse. Os leitores de Vianco estão na faixa dos 12 aos 60 anos de idade. O autor de “Os Sete” disse que uma de suas fontes de inspiração foi a Enciclopédia dos Mortos-Vivos. Vianco diz ter focado sua literatura no lado clássico dos vampiros, na sedução e na imortalidade. “Eu te assusto, você gosta e fica seduzido”, entrega ao público seu plano vampiresco.
Creditos: Folha Online
Niver da Bella! (É amanhã)
Pa-ra-béns, TUM-TUM! Pa-ra-béns, TUM-TUM!
Todo CrepusculoManíaco sabe: Bella Swan, a heroína da saga de Stephenie Meyer, completa mais uma primavera no dia 13 de setembro!

Para comemorar, a Intrínseca receberá os fãs-clubes para uma festa de aniversário inesquecível no estande da editora, na Bienal do Rio, no próprio domingo, dia 13/09, a partir das 17h.
Além de bolo e parabéns, a festa será um encontro de fãs com direito a brincadeiras, brindes exclusivos e um concurso de cosplay – quem estiver mais parecido com o seu personagem favorito vai ganhar um prêmio superespecial!
Venha festejar o aniversário da namorada do Edward Cullen!
Data: 13/09
Horário: 17h
Local: Bienal do Livro (Estande da Intrínseca – Pavilhão Azul)
Ingresso da Bienal: R$ 12,00 (inteira)
Organização: Intrínseca, Livros em Série e Fã-Clubes do RJ.
Apoio: Paris Filmes
Não é do RJ? Não se preocupe! Você também vai comemorar. Clique em continue lendo e veja se terá evento na sua cidade!
Aniversário da Bella (tá chegando!)
Pa-ra-béns, TUM-TUM! Pa-ra-béns, TUM-TUM!
Todo CrepusculoManíaco sabe: Bella Swan, a heroína da saga de Stephenie Meyer, completa mais uma primavera no dia 13 de setembro!
Para comemorar, a Intrínseca receberá os fãs-clubes para uma festa de aniversário inesquecível no estande da editora, na Bienal do Rio, no próprio domingo, dia 13/09, a partir das 17h.
Além de bolo e parabéns, a festa será um encontro de fãs com direito a brincadeiras, brindes exclusivos e um concurso de cosplay – quem estiver mais parecido com o seu personagem favorito vai ganhar um prêmio superespecial!
Venha festejar o aniversário da namorada do Edward Cullen!
Data: 13/09
Horário: 17h
Local: Bienal do Livro (Estande da Intrínseca – Pavilhão Azul)
Ingresso da Bienal: R$ 12,00 (inteira)
Organização: Intrínseca, Livros em Série e Fã-Clubes do RJ.
Apoio: Paris Filmes
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E além desta festa, outros eventos estão programados pelo Brasil. Veja se sua cidade está entre elas e compareça!
Bahia: (Apoio de Twilight Universe, Livros em Série e Paris Filmes)
Data: 13/09
Horário: 15h
Local: Shopping Iguatemi (na parte de cima do Multiplex)
Brasília: (Organização: Twilight Obsession – Apoio: Twilight Universe, Livros em Série e Paris Filmes)
Data: 13/09
Horário: 14h
Local: Parque da Cidade
Goiânia: (Apoio de Twilight Universe, Livros em Série e Paris Filmes)
Data: 19/09
Horário: 16h
Local: Parque Flamboyant
Como será um pic-nic, a organização está pedindo para que seja levado refrigerante, suco, salgado, pãozinho etc. Haverá também concurso de cosplay de melhor Bella, quiz, e mais algumas atividades.
São Paulo: (Organização: Twilight Universe – Apoio: Livros em Série, Paris Filmes, Atrevida e Rádio Metropolitana)
Data: 13/09
Horário: 15h às 20h
Local: Restaurante Ana Belle (Rua Carlos Weber, 276 – Vila Leopoldina)
Brindes exclusivos, Concurso de Cosplay, Apresentação de mágica, Gincana para os fãs e muitas outras atrações.
Cornwell precisou esquecer Shakespeare para escrever
RAQUEL COZER da Folha de S.Paulo
Reza a lenda que foi na batalha de Agincourt, em 1415, que surgiu o símbolo do V da vitória, feito com os dedos indicador e médio. Durante o combate, os franceses ameaçaram cortar fora os dois dedos dos arqueiros ingleses se os pegassem, para que os rivais não pudessem voltar a usar os arcos. Após derrotarem o Exército francês, três vezes maior, os ingleses deram a resposta, erguendo seus dedos intactos.
O escritor britânico Bernard Cornwell lança o livro”Azincourt” durante a Bienal do Rio
Quem conta a história, em entrevista por telefone à Folha, é o escritor britânico Bernard Cornwell, 63, um dos principais convidados da 14ª Bienal do Livro do Rio, que acontece de hoje até o próximo dia 20 no Riocentro.
Amanhã, às 19h30, o autor lança no evento seu livro “Azincourt” –com “z”, em vez de “g”, como dizem os franceses e como prefere Cornwell. O romance, que traz uma nova visão sobre a batalha lembrada por William Shakespeare em “Henrique 5°”, saiu recentemente no Brasil pela editora Record (R$ 49,90, 448 págs.) e já está nas listas de mais vendidos.
Na versão de Cornwell, o monarca que combateu junto aos soldados na histórica campanha de invasão à França, e que protagonizou a peça de Shakespeare, fica em segundo plano. “Shakespeare não conta a história da batalha propriamente, ele conta a história do rei. Eu quis escrever sob o ponto de vista dos arqueiros. A minha história é sobre o homem comum, ordinário”, diz o autor. Heróis no livro de Cornwell, os arqueiros não têm destaque no texto do poeta e dramaturgo inglês, publicado pela primeira vez em 1600.
“A história da batalha foi relatada por homens que estiveram lá, dois do lado inglês e três do lado francês. Eles deram seus depoimentos logo depois do combate, eram testemunhas”, ressalta o escritor. “Esses relatos dão conta de que os ingleses lançaram milhares e milhares de flechas na tentativa de conter os franceses, e que essa manobra foi fundamental. Mas acabaram numa briga de mão, com machados e martelos, em meio a lama e chuva, porque as flechas não estavam matando gente o suficiente.”
Cornwell, que hoje vive nos EUA, diz que foi preciso “tentar esquecer Shakespeare” para escrever sua versão. “Essa é talvez a batalha mais famosa de todas as que envolvem a Inglaterra, ela já era famosa mesmo antes da peça. Você lê tudo sobre a guerra, tudo, e então tem de usar a imaginação para tentar experimentar como deve ter sido estar lá. Mas nunca ninguém tinha escrito um romance sobre ela. O que há são relatos históricos. É uma batalha que muita gente conhece, mas poucos sabem o que de fato aconteceu”, diz.
Além de ter entrado na concorrida lista de mais vendidos do “New York Times”, o livro foi elogiado por jornais como o inglês “Telegraph”. “Se Bernard Cornwell nasceu para escrever um livro, foi este”, escreveu um crítico do jornal. “Ninguém mais poderia pegar ‘Henrique 5°’ de Shakespeare, despi-lo de sua retórica e dizer a verdade nua e cria sobre a batalha de Agincourt, que viu um massacre numa escala de chocar a cristandade.”
Cornwell ficou famoso por séries best-seller como “As Crônicas de Artur” e “A Busca do Graal”, nas quais alia aprofundada pesquisa histórica e ficção. “Azincourt” segue a mesma fórmula. Inclui, por exemplo, nomes reais de arqueiros, como o do protagonista Nicholas Hook. “Há uma lista com o nome dos homens que estavam na batalha. Escolhi aqueles de que gostei e criei a partir disso. Hook existiu, com esse nome, mas é essa, especificamente, a única informação histórica sobre ele.”
O gosto do autor pela história não significa, no entanto, que ele tenha alguma intenção de um dia se dedicar à não-ficção. “Não, não, não. Nunca. Eu gosto de inventar histórias. É o que eu faço. O meu jeito de fazer as coisas é contar a história, tendo a certeza de que a história está certa, e criar em cima dela.”
Conheça a Meg Cabot na Bienal
O Blog da Mia, em parceria com a Galera Record, está com uma promoção imperdível para os fãs da Meg Cabot.
Para você concorrer é só participar do concurso “Declare seu amor por Meg Cabot”. Nele você encaminha um vídeo com uma declaração de amor a sua escritora favorita de no máximo 15 segundos! O povo da comissão julgadora vai escolher os cinco melhores vídeos que entrarão para o grande vídeo que será feito em homenagem a ela.
Não deixei de acessar o blog e ler o regularmento direitinho.


























