Capa de “Codinome Cassandra”, segundo volume da série “Desaparecidos”
A editora Galera Record divulgou a capa do segundo volume da série Desaparecidos, de Meg Cabot. Codinome Cassandra será lançado ainda no primeiro semestre de 2012 aqui no Brasil.
Confira abaixo a capa e a sinopse do livro.

Jess Mastriani foi tachada como a “Garota do Raio” pela imprensa quando ela desenvolveu uma habilidade psíquica de encontrar crianças desaparecidas depois que ela foi atingida por um raio durante uma grande tempestade. Agora Jess perdeu seu poder milagroso… ou pelo menos é o que ela gostaria que a imprensa e o governo acreditassem. Tudo o que ela quer é ser deixada em paz. Mas parece que Jess não vai conseguir realizar seu desenho — especialmente quando está trabalhando em um acampamento de verão para crianças com genialidades musicais. Quando o pai de uma criança desaparecida aparece implorando para Jess encontrar a sua filha, Jess não consegue dizer não. Agora os agentes federais estão na sua cola novamente, assim como um padrasto malandro, que gostaria de ver a Garota do Raio…bem, morta.
Para quem ainda não conhece a série, não deixe de saber um pouco mais sobre ela aqui no site e ler nossa resenha para Quando Cai o Raio, primeiro volume de Desaparecidos.
Galera Record lança nova série de Meg Cabot em outubro
A editora Galera Record anunciou que estará lançado mais uma série de Meg Cabot no Brasil em 2012! Dessa vez trata-se da Trilogia Abandono, que tem previsão de lançamento por aqui somente para outubro.
Abaixo vocês podem conferir a capa original e a sinopse traduzida.

Pierce tem dezessete anos de idade e sabe o que acontece quando morremos. É assim que ela conheceu John Hayden, o misterioso estranho que fez ela voltar a vida normal — ao menos a vida que Pierce conhecia antes do acidente — quase inacreditável. Embora ela pense que escapou dele — começando em uma nova escola em um novo lugar — confirma-se que ela estava errada. Ele a encontra.
O que John quer dela? Pierce acha que sabe… também acha que ele não é um anjo da guarda, e seu mundo sombrio não é exatamente o céu. Mas ela não consegue ficar longe dele, especialmente porque ele está sempre lá quando ela menos espera, exatamente quando ela mais precisa. Mas se ela deixa cair qualquer coisa, ela pode se ver no lugar que ela mais teme. E quando Pierce descobre uma verdade chocante, sabe de onde John a salvou: o submundo.
Resenha: “A rainha da fofoca”, de Meg Cabot
Livro: A rainha da fofoca
Série: A rainha da fofoca
Autora: Meg Cabot
Editora: Galera Record
Páginas: 432
Resenha por: Cine
Comprar: Saraiva
Lizzie Nichols não tem a mínima idéia do que vai fazer da vida e está detonando o dinheiro da formatura em uma viagem para visitar o namorado que conheceu há apenas três meses, mas isso não é nada. O problema é que Lizzie não consegue guardar nenhum segredo, o que a coloca em situações delicadas, como ficar presa em Londres sem um teto ou dinheiro. Felizmente uma amiga está por perto para ajudar, mas ela estraga tudo outra vez. Lizzie está no limite e precisará provar que pode usar sua boca grande para algo de bom.
Impossível começar essa resenha sem ir direto ao assunto: um must read para fãs de chick-lits e Meg Cabot. Simples assim.
A rainha da fofoca é o primeiro de uma série adulta de Meg, e o primeiro livro adulto que eu li dela e devo confessar: apesar de amar os livros mais juvenis da autora, nunca me diverti tanto com uma de suas histórias, como me diverti com essa.
Lizzie acabou de sair da faculdade e é viciada em moda. Mas não moda moderna, o que vemos em passarelas e em vitrines das lojas mais conceituadas do mundo. Lizzie gosta mesmo é de moda vintage. Aquelas roupas que você provavelmente sente vergonha só de pensar que sua mãe ou avó um dia usaram, fazem o coração de Lizzie sair pela boca de tanta animação ao encontrá-las. E é por isso que ela se formou em história da moda. Ok, “formada” não é bem a palavra usada pra definir a graduação de Liz, já que ela fez todas as cadeiras da faculdade, mas esqueceu de uma coisa importante chamada monografia. Agora ela vai ter que dar conta de fazer sua monografia – se quiser se formar algum dia -, sem ninguém saber, enquanto está passando as férias na Europa, onde foi encontrar Andrew, seu namorado que ela só conhece há três meses.
Claro que os planos de Lizzie vão para o espaço quando ela realmente passa a conviver com Andrew e a partir daí o leitor é introduzido em uma história muito divertida, tudo à custa das mancadas, micos, confusões e dilemas que só essa personagem consegue se meter.
A narrativa do livro é em primeira pessoa, com os pensamentos de Lizzie sempre surgindo sem parar. A personagem é muito tagarela, engraçada e por diversas vezes inconveniente. É impossível não dar muitas gargalhadas com as divagações de Lizzie, seu jeitinho tão inocente e sempre querendo ver o melhor das pessoas, mas ao mesmo tempo sempre tão preocupada e sempre falando mais do que deve. Ela é possivelmente uma das minhas personagens favoritas criada por Meg Cabot.
Aliás, a maioria dos personagens desse livro são extremamente cativantes, bem escritos e com um senso de humor fantástico. Todos têm diálogos muito engraçados, afiados e que fazem você sorrir sem parar por todas as mais de 400 páginas do livro. Por diversas vezes eu tive que segurar a risada em lugares públicos para que as pessoas que estavam em volta, não me achassem uma maluca.
Como já disse, A rainha da fofoca é um livro para um público mais adulto, por isso há MUITOS palavrões, conversas e cenas de sexo que provavelmente vão deixar os leitores que não estão acostumados a ler esse tipo de vocabulário um tanto quanto espantados. Portanto se você não gosta de livros mais adultos, por mais engraçados que sejam, não leia A rainha da fofoca. Agora, se você não se importa de ler muitos palavrões e conversa de garotas sobre sexo e meninos, e é fã de chick-lits, então você com certeza precisa ir correndo na livraria mais próxima e adquirir seu exemplar do primeiro volume da série.
Eu estou extremamente ansiosa para ler a continuação da série e descobrir o que mais Lizzie e sua boca grande irão aprontar, dessa vez em Nova York!
Resenha: “Insaciável”, de Meg Cabot
Livro: Insaciável
Série: Insaciável
Autor(a): Meg Cabot
Páginas: 504
Editora: Galera Record
Resenha por: Nina
Compre: Saraiva
Cansado de ouvir falar de vampiros? Meena Harper também. Mas seus patrões estão fazendo ela escrever sobre eles de qualquer maneira, mesmo que Meena não acredite neles. Não que Meena não esteja familiarizada com o sobrenatural. Veja, Meena Harper sabe como vamos morrer. (Não que você vá acreditar nela. Ninguém nunca acredita). Mas nem mesmo o dom da premonição de Meena pode prepará-la para o que vai acontecer quando ela conhece – e comete o erro de se apaixonar – Lucien-Antonescu, um príncipe moderno com um lado sombrio. É um lado negro que muitas pessoas, como uma antiga sociedade de caçadores de vampiros, preferiria vê-lo morto. O problema é que Lucien já está morto. Talvez por isso ele é o primeiro cara que Meena já conheceu com quem ela poderia ter um futuro. Entenda, enquanto Meena sempre foi capaz de ver o futuro de todo mundo, ela nunca foi capaz olhar para o dela própria. E quando Lucien é o que Meena jamais sonhou como namorado, de repente ele pode vir a ser tornar o seu pesadelo. Agora pode ser uma boa hora para Meena começar a aprender a prever seu próprio futuro… Se ela ainda tiver um.
Escrever para uma novela que é sucesso na tv não deve ser fácil. Ainda mais quando essa novela já está no ar há 30 anos! O sonho de Meena Harper sempre foi ser a redatora-chefe do grande sucesso da TV, Insaciável. Mas depois de tantos anos no ar, fica difícil colocar coisas novas no enredo da novela. Mas o que Meena não podia esperar é que seus chefes, além de não promovê-la ao cargo que ela tanto fez por merecer, ainda querem que ela coloque VAMPIROS no enredo da novela – tudo isso para fazer frente à concorrente, a novela Luxúria.
Meg Cabot é sempre uma caixinha de surpresas. Se antes era difícil imaginar a autora escrevendo sobre vampiros, hoje é possível imaginar milhares de desdobramentos para a série. De um jeito bem sutil, ela consegue “tirar uma” com a cara de quem adora os vampiros da ficção de uma forma cega e ainda deixar a criatura vampiro muito adorável. Como sempre, há aquele embate entre BEM e MAL. Nesse livro especificamente, a linha que separa o bem e o mal é muito tênue, e muitas vezes o mesmo personagem pode estar de ambos os lados.
Meena Harper é uma personagem nada além do comum: nada de beleza estonteante, inteligência ou esperteza, tanto pelo contrário, ela é uma mulher comum (que apesar de ser um tanto mais velha, tem aquele toque de adolescente muito típico da autora) com uma imaginação fértil, e um grande poder: o de prever como as pessoas vão morrer.
Lucien Antonesco, o “herói” em questão, é do tipo misterioso, intenso. E é um clichê dos grandes. Não é um personagem cativante e não me agradou nem um pouco – e até acredito que a intenção da autora foi um pouco essa.
Algumas pessoas que leram o livro acharam que esse foi o investimento mais fracassado em termos de Meg Cabot, e muito pelo contrário, eu achei que esse foi o livro menos CLICHEZÃO da Meg, porque ela sempre usa das mesmas fórmulas e em Insaciável, ela sai um pouco da mesmice e faz algo diferente e inusitado. É certo que falar de vampiros não é nenhuma novidade assim, e não há nada de novo (eles bebem sangue, queimam no sol, viram morcegos, etc), mas o modo de inserí-los na história é o que faz desse livro um barato.
Para os fãs do estilo Meg de escrever, o livro é, em partes, uma grande decepção. Meg Cabot embarca em outro universo, mas o jeito dela está impresso até na forma de agir dos personagens. Se o livro viesse sem nome do autor, acho que muito conseguiriam identificar os traços da Meg na história.
Sem querer ser repetitiva, mas já sendo, é um livro diferente, mas vale a pena conhecer um outro lado da Meg, menos clichê e mais comédia.
Anunciada a capa de “Tamanho Não Importa” de Meg Cabot
A Galera Record anunciou a capa de Tamanho Não Importa, terceiro e último livro da série Heather Wells Mysteries (No Brasil a série não possui nome).

O livro está previsto para ser lançado dia 17 de outubro.
Resenha: “A terra das sombras”, de Meg Cabot
Livro: A terra das sombras
Série: A mediadora
Autor: Meg Cabot (Jenny Caroll)
Páginas: 288
Editora: Galera Record
Resenha por: Bal
Comprar: Saraiva
sinopse: Suzannah Simon sempre quis ser uma adolescente comum, porém, seu “dom” de falar com os mortos impede que ela realize seu desejo. Seu dom indica que, além de falar com eles, Suze (como gosta de ser chamada) precisa ajudá-los a seguir em frente, resolver aquilo que ficou pendente na Terra, pra isso ela os ajuda de duas maneiras, utilizando o diálogo ou uma boa dose de porrada.
Quando sua mãe se casa novamente, ela se vê obrigada a se mudar do Brooklyn, em Nova Iorque, para Carmel, na Califórnia, onde conhece Jesse, um fantasma e morador oficial de seu novo quarto, com quem terá de aprender a conviver. Como se não bastasse, ela precisa encarar outro fantasma, Heather, uma garota vingativa que assombra a nova escola de Suze.
Meg Cabot é um primor na literatura infanto-juvenil. Sua capacidade de construir enredos bem estruturados e envolventes faz com que qualquer tema, até o mais absurdo, se torne uma deliciosa leitura. Não é diferente com o livro A terra das sombras, que foi escrito por Meg sob o pseudônimo Jenny Caroll e que é o primeiro volume da séria A mediadora.
Apesar da aparência sombria e da proposta de discutir a vida de uma pessoa não só capaz de ver e falar com os mortos, mas também responsável por ajudá-los a fazer a “passagem” (seja lá pra onde é que eles passam após a vida), a autora nos apresenta uma personagem bem “gente como a gente” e trata, em especial, os principais assuntos da adolescência, sempre com leveza e bom humor. Sua narrativa deixa claro que “ver e falar com os mortos” não é o maior problema da personagem, mas sim, uma coisa com a qual ela tem que lidar diariamente, como se já não fosse difícil o suficiente ser adolescente.
O livro foca na mudança de Suze para outra cidade, para outro estado e para outra família. Com o casamento de sua mãe com Andy, as duas se mudam pra Califórnia para viver com ele e seus 3 filhos, Soneca, Dunga e Mestre. Além disso, Susanah muda de escola, precisa arranjar novos amigos, e precisa aprender a conviver diariamente com Jesse, o fantasma de um cara muito gato que vive em seu quarto.
Como se não bastasse, Suze ainda se vê correndo atrás de “mandar pro outro lado” o fantasma de uma líder de torcida que vêm assombrando o colégio e a vida do seu possível novo namorado.
Vale ressaltar que o romance está presente no livro, sempre de forma clara, precisa e sem grandes lamentações. Diferente de outras autoras do mesmo gênero, Meg trata o assunto de maneira natural, simples e gostosa deixando o leitor se focar na construção das relações românticas sem aquele sofrimento exagerado ou aquele desespero melodramático.
É um livro simples, agradável e recomendado para todas as idades e para os amantes de diferentes gêneros. E se você não gosta da idéia de mortos, não se preocupe! O assunto não é tratado de forma assustadora e nem elenca uma discussão religiosa.
Aos amantes das histórias de Meg Cabot, esse é, sem dúvida, um livro (e uma série) que merece ser lido. Aos que desconhecem o seu trabalho, vale a pena dar uma olhada. E não se preocupe se você se identificar, de imediato, com a maneira meio maluca de Suze Simon, todos (em especial as meninas) já fomos um pouco como ela na vida, isso é, se ainda não seguimos sendo.
“Insaciável” ironiza clichês das histórias de vampiro atuais
Meg Cabot ficou famosa ao escrever para as garotas adolescentes. Mas ela também produz para o público adulto, sempre sem deixar de lado suas características marcantes.
Seu novo livro publicado no Brasil, “Insaciável“, mescla um pouco dos seus dois públicos. Se por um lado os livros teen dos últimos anos têm sido infestados por vampiros e mocinhas se derretendo por eles, o tema nunca havia sido explorado por Meg.
Ao se render a este tipo de literatura, a escritora o faz com um certo olhar crítico e um tom de brincadeira. A devoção eterna e a certeza de que virar um monstro é melhor do que perder o amor de sua vida vira piada na boca da protagonista Meena.
Ela é uma mulher independente do século 21 que vive sozinha, sustenta o irmão desempregado e coloca sua carreira a frente de tudo. Ela é roteirista de uma das novelas mais famosas da televisão, há 30 anos no ar. “Insaciável” toma todo o seu tempo e ela realmente espera um reconhecimento por seu trabalho.
Reconhecimento que não vem quando a promoção almejada é entregue à sobrinha dos produtores do programa. Não bastasse a perda do cargo, sua rival resolveu seguir a moda e colocar vampiros na trama para atrair o público adolescente e aumentar os lucros.
Meena não entende essa fascinação pelas criaturas das trevas e toda a alegria que as heroínas destas tramas têm ao receber a morte da boca dos amados. Isso porque ela é capaz de prever a morte de qualquer pessoa e ela sabe que isso não é uma coisa boa. Um imenso nada é o que ela vê após o infarto, atropelamento, assalto ou seja lá o que for vai tirar a vida de alguém.
Este dom sobrenatural colabora para sua vida amorosa inexistente, afinal como prometer ficar ao lado de alguém até que a morte os separe se você sabe exatamente quando este momento vai ser.
Quando ela finalmente encontra alguém que não lhe dá uma visão de morte e, ainda por cima é rico, bonito, inteligente, faz maravilhas com ela na cama e trata-se de um príncipe, parece que finalmente terá um final feliz.
Sua felicidade acaba quando um caçador de vampiros surge em sua porta e revela que o namorado perfeito na verdade é o príncipe das trevas, herdeiro de Drácula e líder de toda a raça de vampiros. As criaturas que ela tanto detesta não só existem como ela está dormindo com um.
Em meio a uma guerra entre Lucien e seu irmão, o desejo de seu irmão vingar sua honra e a estranha organização que caça estes seres, Meena tem que decidir se abraça a imortalidade ou se junta na luta contra eles.
Brincadeiras, sátiras e piadas com sucessos como “Crepúsculo” e “True Blood” podem ser encontrados ao longo de todo o livro. Especialmente quando a personalidade forte da protagonista a faz questionar o quão ideal é este amor eterno.
Como a maioria dos livros de Meg Cabot, este também dá início a uma série, cujo segundo volume foi lançado na primeira semana de julho nos Estados Unidos. A leitora ainda terá que esperar para saber até onde Meena não é uma heroína romântica.






































